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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

E lá fomos nós ao Sol da Caparica


A promessa estava feita à Matilde há um ano: este ano iamos todos ao festival Sol da Caparica, no dia dedicado às crianças. Os irmãos mais velhos já tinha ido com amigos e vinham sempre cheios de novidades e a miúda não se calava com a injustiça de nunca lá ter postos os pés.
Neste domingo lá fomos os quatro: eu com os três pintainhos, de mochila às costas e chinelos no pé para umas horas de diversão, entre música, insufláveis e demais jogos para todos os gostos e idades.
O Festival está muito bem organizado e sem dúvida que este dia dedicado aos mais pequenos foi uma óptima ideia porque todos os anos enche e faz a pequenada feliz. Só foi pena este ano estar um calor de ananáses como convém para um domingo de Agosto, mas que para um festival de miúdos que não querem parar um segundo à sombra de uma árvore, se tornou complicado de gerir!
A oferta é enorme e passa-se perfeitamente bem um dia inteiro por ali, a assistir a mini concertos, a ouvir estórias, a construir marionetas, a experimentar insufláveis para todos os gostos e feitos, a ter aulas de skate, a fazer jogos tradicionais e a levar com mangueiradas de água volta e meia, meia volta tal o calor abrasador. Há montes de coisas a acontecer ao mesmo tempo e há tempo que sobra para fazer tudo!
Nós não ficámos até às 17h, hora de fecho do festival. Assim como lhes tinha feito a promessa de irmos, também eles me prometeram que saiam sem birras mais cedo, para nos juntarmos ao resto da família na praia. E assim foi. Eu cumpri e eles também cumpriram. Não assistimos ao concerto da Rita Guerra que foi cantar os clássicos da Disney, mas estivemos nas primeiras filas a ouvir as Canções da Maria. Os meus três miúdos são super fãs da Família da Maria e sabem as canções todas de cor, o que se torna valioso quando por vezes surgem algumas dúvidas nas matérias escolares, em especial em História de Portugal! Ficámos também a conhecer "O Gato Pintor", projeto que junta Manuel Paulo e João Monge e que arrancou gargalhadas aos mais pequeninos.
Tirámos fotografias, ganharam brindes de algumas marcas presentes, correram e brincaram e eu, que não me apetecia nada estar ali devido ao imenso calor que se sentia, num domingo perfeito de praia, saí de lá de coração cheio, por saber que estavam felizes.
O bilhete é super em conta: cada miúdo (e adulto) paga 2 euros e pode andar em tudo. É sem dúvida um dos eventos a marcar na agenda para quem miúdos pequenos e não se importe de trocar a praia por um dia no Parque!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

No País das Maravilhas

A Yellow Star Company convidou-nos a ir assistir no domingo ao novo musical “Alice no país das maravilhas” . A peça está em cena no El Corte Inglés e conjuga na perfeição o melhor de dois mundos: o teatro e o cinema. Com atores de carne e osso, a peça, é interativa e muito próxima do público que acaba por ser surpreendido pelos atores quando estes “desaparecem” de cena e aparecem no grande ecrã. Os meus filhos perguntaram-me vezes sem conta como eles conseguiam fazer aquilo, mas a magia do espetáculo foi a resposta que lhes bastou!
Cá em casa somos todos fãs da pequena Alice. Eu pessoalmente, acho o imaginário do País das Maravilhas fantástico com todas aquelas cores, mas reconheço que a história não é a mais simples de contar aos miúdos. A ideia de haver uma rainha que não deixa o seu povo sonhar (nem amar, sorrir e ser feliz) e que manda cortar a cabeça a quem ousa ser diferente é grotesca.
Se o coelho branco sempre apressado, o mestre chapeleiro e a lebre sempre prontos para o chá das cinco, arrancaram gargalhadas aos meus miúdos, as ordens da rainha fizeram-nos suspender a respiração. Às tantas, a minha filha Matilde, de 4 anos olha para mim e pergunta: “Ela também vai cortar a nossa cabeça?”

Nem a nossa nem a de nenhum, que a má rainha fica de cuecas em frente ao público, para gáudio dos miúdos, que assim viram fazer-se justiça e desaparecer aquela personagem maquiavélica. Ganha o sonho face ao medi, ganha a Alice face à Rainha de Copas. Ganhámos todos!

A peça está em cena, nos cinemas El Corte Inglés, só mais um fim-de-semana: sábado, 30 de Maio, às 16h, e domingo, dia 31, pelas 11 horas. E segue caminho para o Porto, de 1 a 14 de Junho, nos cinemas UCI Arrábida Shopping.
Fica a dica...!

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Alice no País das Maravilhas

Shiuuu! É um segredo só nosso, que eles não me lêem!

Neste fim-de-semana vou levar os meus três miúdos a ver a "Alice no País das Maravilhas -  Musical". Cá em casa somos fãs da história e até temos um fato de carnaval da pequena Alice. Já não serve à Carolina e ainda está grande para a Matilde, mas aposto que quando chegarmos a casa vão quere vesti-lo as duas!
Esta é uma produção Yellow Star Company e conta com a querida Sofia Arruda no papel de Alice e de Wanda Stuart na pele da malvada Rainha de Copas.
Tenho as minhas expectativas lá no topo!
Vai uma aposta como vamos adorar de paixão este musical?
Depois conto-vos tudo!

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Uma sugestão para o fim-de-semana

Dizem que vai chover no fim-de-semana e por isso não me parece de todo descabido dar-vos uma sugestão indoor para este que será o primeiro fim-de-semana de verão... no calendário!

A UAU leva à cena, no Teatro Tivoli BBVA, a Ópera Infantil "Brundibar", com um caracter altamente simbólico.
Brundibar conta a história de um homem mau, de bigode, que despreza os dois irmãos, Zeca e Anita, crianças pobres, órfãs de pai, impedindo-as de ajudar a sua Mãe doente. Ajudadas por um Pardal, um Gato e um Cão, reúnem forças, junto das Crianças da Escola, conseguindo assim reunir o dinheiro necessário para ajudar a Mãe, numa alusão clara ao regime de Hitler, vencendo, na Ópera, o Bem sobre o Mal.

Ópera infantil, da autoria de Hans Krása (Checoslováquia, 1899 – 1944), com Libreto de Adolf Hoffmeister, Brundibar recorda uma das épocas mais terríveis da história da humanidade.
Tendo sido composta em 1938, para um Concurso Governamental, a sua versão cénica apenas foi estreada no Inverno de 1942, num Orfanato Judeu, em Praga, que servia de abrigo a crianças separadas dos seus Pais devido à guerra.
No entanto, nesta altura, já o seu compositor e o cenógrafo, Frantisek Zelenka, haviam sido transportados para o Campo de Concentração de Theresienstadt, juntando-se-lhes praticamente todo o elenco da peça em Julho de 1943. Apenas o autor do Libreto, Hoffmeister, conseguiu abandonar Praga a tempo.
Reunido em Theresienstadt o elenco da peça, Krása reconstruiu, de memória, toda a partitura da Ópera. A 23 de Setembro de 1943, Brundibar estreou em Theresienstadt, com encenação de Zelenka e coreografia de Camila Rosenbaum, tendo sido apresentada 55 vezes, no ano subsequente. No entanto, foi a 23 de Junho de 1944 que Brundibar teve a sua apresentação mais emblemática. Uma delegação da Cruz Vermelha Internacional pediu para visitar Theresienstadt, a fim de verificar as condições de tratamento dos “reclusos”, tendo sido montada uma “operação de charme”, por parte do regime nazi, “maquilhando” Theresienstadt, de forma a mostrar ao Mundo, a forma como este regime tratava “bem” o povo judaico.

Se estiverem por Lisboa e quiserem fugir ao óbvio de um fim-de-semana de verão, entrem no Tivoli BBVA e assistam ao espectáculo. Sábado e domingo, dias 21 e 22 de Junho, pelas 16 horas. Preço único de 7,5 euros.



terça-feira, 18 de março de 2014

A Galinha Ruiva (e gira!) do Teatro Bocage

Assim que recebi o convite para a estreia de "A Galinha Ruiva", no Teatro Bocage, não pensei duas vezes. É uma das histórias preferidas cá de casa, ao ponto de termos dois livros diferentes sobre ela! Tínhamos que ir! Só disse aos miúdos em cima da hora, porque já sabia que quando soubessem não paravam com as perguntas típicas: "falta muito?", "a que horas é?", "já estamos atrasados?", "é longe?", "é perto?" Os miúdos vivem estes dias com toda a intensidade e ficam fascinados sempre que entram numa sala de teatro. E eu fico feliz por isso! Mas e ainda que eu já estivesse à espera de tamanha alegria posso dizer-vos que nunca tinha visto o meu filho do meio tão, mas tão contente. Fiquei híper orgulhosa, porque dos três ele é sempre o mais contido... o mais receoso! Nunca o tinha visto rir assim, ao ponto das pessoas que estavam na fila à nossa frente virarem-se para trás para o ver, por contagiar de tal maneira o resto da plateia. Só pelas gargalhadas dele já tinha valido a pena tomar o pequeno-almoço de domingo em formato mais acelerado, mas como toda a peça está gira, gira, só posso mesmo dizer que foi uma manhã em cheio. A peça é protagonizada unicamente por dois atores: Sandra Soares é a divertida e trabalhadora Galinha Ruiva, e André Pardal desdobra-se nos três vizinhos interesseiros: o gato, o pato e o porco. Mas ele não entra com um fato de cada vez. O André veste um fato tripartido: de um lado gato, do outro pato e ao meio porco, e é verdadeiramente hilariante vê-lo em diálogos acelerados das três personagens. Muda de postura, de tom de voz, de tiques e manias em milésimos de segundo e faz-nos rir! O tema da peça já todos sabem: a amizade e a entreajuda. Quando a Galinha encontra uns grãos de trigo, em vez de os comer crus decide fazer pão para render mais e ter mais alimentos para os seus pintainhos e todos os habitantes da quinta, mas para isso é preciso semear, ceifar, moer e cozinhar e parece que ninguém está muito interessado em ajudar... a não ser quando já sentem o cheirinho bom do pão acabado de sair do forno! Merecem eles comer?
A encenação é de Leone de Lacerda que também assina a cenografia e os figurinos, também eles deliciosos!  A peça vai estar em cena nos próximos domingos deste mês: dia 23 e 30, sempre às 11 horas, e merece mesmo ser vista! Vão ao Teatro Bocage e vão ver como os miúdos se divertem. Afinal Março é o mês do teatro...
Mais informações aqui http://www.teatrobocage.com/# ou por aqui https://www.facebook.com/teatrobocage?fref=ts

segunda-feira, 17 de março de 2014

Eram mais 3!

Que espetáculo giro este que Fernando Terra tem para levar às escolas, ou às festas de anos, ao parque, a casa, ao espaço, se assim o entenderem. No sábado levei a minha prole (só as meninas, que o rapaz decidiu ficar com o pai noutros afazeres!) à apresentação do espetáculo "Eram mais 3", na FNAC do Vasco da Gama. E muito nos rimos nós com as diferentes histórias que Fernando Terra, ator, palhaço e músico, nos contou! Acompanhado de divertidos bonecos feitos de pasta de papel, Fernando Terra contou a história da Dona Sovina, que não só não dava nada a ninguém, como engolia tudo para não partilhar, de um pai e de uma filha muito pobres, mas com bom coração, em contracorrente ao velho avarento que só quer dinheiro para si, sem se preocupar com os outros, e da pequena princesa, do monstro e de uma bruxa feia (como são sempre todas) que um dia saltam de um livro sem querer, depois de uma queda, e vivem uma enorme aventura! Bom comunicador, Fernando Terra envolveu todos os miúdos que ali estavam a assistir ao espetáculo. Todos se riam com as diferentes vozes que o ator fazia para dar vida a cada boneco e as minhas filhas ainda hoje de manhã relembravam o episódio em que a Dona Sovina engoliu um macaco que lhe andava a comer as bananas lá na quinta! São todas histórias muito simples, e com bom fundo para mostrar à pequenada o que é bom e o que é errado, mas altamente ritmadas, mantendo sempre os miúdos muito atentos e felizes! Eu não sou professora, mas se fosse não teria dúvidas em chamar o Fernando Terra para apresentar o espetáculo à minha turma. E como mãe, posso dizer-vos que esta é uma boa aposta para animar uma festa de aniversário. Os miúdos ouvem tudo até ao fim e divertem-se a valer!
"Eram mais 3" (e por mim podiam ser mais seis ou sete que ia adorar!) vai continuar a percorrer as lojas FNAC para apresentações, mas para não perderem pitada e saberem como podem encontrar o Fernando Terra eu proponho fazerem like na página da Associação Meleca, no Facebook, https://www.facebook.com/assmeleca.
Vão ver que vão gostar!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Quando for grande... quero ser:

 
Hoje, os meus miúdos pequeninos estão no Tivoli a assistir a esta peça do Plano 6 "Quando for grande... quero ser:" e eu, confesso, estou aqui cheia de inveja (da boa, da boa!!!) por não ter ido também. Eu adoro histórias e peças infantis e segundo já li, um pouco por toda a parte, esta é mesmo uma das melhores coisas que está em cena para a gente pequena neste momento. Mais uma vez, os parabéns a esta escola que sabe sempre escolher bem os passeios que faz.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Quem quer ir ao Bairro do Panda? – Passatempo


Abriu há umas semanas e faz, obviamente, as delícias dos pequenos. O Bairro do Panda, no Pavilhão de Portugal, Parque das Nações, é um espaço de passagem obrigatória que permite os mais novos entrar no universo mágico daquele que é um dos seus maiores amigos da TV: o Panda!
E a minha pergunta é: Quem quer ganhar um bilhete família (para três pessoas) para o dia 25 de Abril? Quem quer? Quem quer? Quem quer?
Hum, quem é amiga, quem é?
Para isso apenas têm que ser seguidores deste blog (não custa nada, é ali mais em baixo do lado direito) e deixarem-me aqui uma frase que junte Vida Maravilha e Bairro do Panda. A mais criativa ganha. Simples, não é?
O Bairro do Panda permite conhecer ao vivo e a cores a escola, o atelier, a casa do Panda, enfim, os espaços que os miúdos acompanham na TV. Há muitas surpresas e animação, como insufláveis e pinturas faciais e no final de cada sessão há sempre um concerto de meia hora da Banda do Panda.
E os pais podem ficar descansados, há jogos para fazer em família, uma esplanada para descansar e um bar de apoio para relaxar enquanto os miúdos aproveitam tudo ao segundo.
O bilhete familiar que tenho para oferecer, em parceria com a Lemon, é para dia 25 de Abril, quinta-feira, feriado, às 13h30. 
Têm até dia 15 de Abril para participar.
Ora, então, venham daí as vossas frases. Toca a participar!!!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Amanhã, vamos ao concerto!

Quais são os miúdos que não gostam de ouvir a  Xana Toc Toc? Os meus gostam e muito e por isso amanhã lá vamos ao concerto.
A ver se me deixa mais bem disposta que uma pessoa bem assobia para o lado a fingir que os muitos problemas não a abalam, mas há dias, como o de hoje, em que tudo cai por terra, em que se perdem esperanças, em que nos desorientamos...
Ai Portugal, Portugal, onde vamos nós parar com tantas empresas a fechar, hum?
Amanhã quero vir para casa a rir muito com os miúdos e de coração cheio, sim? Para lágrimas já me chegou hoje.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Adorámos!


Não foi só ela que adorou. Não fui só eu. Adorámos, as duas, mesmo, mesmo, o concerto da Maria Vasconcelos. Sobretudo pela simplicidade, pelo imenso amor que existe naquela família e transborda do palco para o público.
Disse-lhe ainda em casa que íamos ver as Canções da Maria. Ficou assim, de boca aberta a olhar a mim. A perguntar-me “a sério?”, “hoje?”, “agora?”. Fez um sorriso tão grande, mas tão grande que julguei ver os olhos encherem-se de água de tanta felicidade. E gritou e saltou e gritou outra vez. Ficou maluca com a notícia. Disse-lhe em casa, porque não queria que ela ficasse triste por não sair com o pai e com os irmãos. Fomos sem sobressaltos, com os manos felizes por terem o pai só para eles e muita coisa para irem fazer. Fomos a cantar e a inventar muito para lá, viemos definitivamente mais afinadas para casa.
Há muito que simpatizo com as canções da Maria, pela forma prática de explicar e ensinar o que os miúdos aprendem na escola. Acho a Maria uma mulher cheia de talento, mas acima de tudo uma pessoa com os pés bem assentes na terra e com o sentido de orientação bem apurado. É de uma simplicidade genuína que encanta. Sei que se ela optou por afastar-se dos microfones da rádio, quando foi mãe, é porque também tem um apoio familiar e financeiro que lhe permite ter essa possibilidade. Mas podia ser uma mãe igual às outras, mas não é. De facto não é. E estas canções feitas para ajudar as filhas quando entraram para a escola mostram essa dedicação que assume ter para a família. É essa a sua prioridade e fá-lo sem rancores, sem mal entendidos de ter deixado para trás parte da sua vida profissional.
A Mathilde e a Manon são um encanto e fazem um excelente trabalho em palco, fazendo-nos esquecer que só têm seis e oito anos.   
Trouxemos o DVD para casa e os três miúdos já o consumiram em frente à tv. O Francisco já canta a canção dos Ditongos como se isso tivesse o significado real que tem, por exemplo para a Carolina. A nossa Matilde está encantada com a bonecada e eu acho que é daqueles trabalhos que qualquer mãe deve aconselhar os filhos a ver. A tomar atenção. Não só pela canção das boas maneiras, mas pela forma leve como o dia a dia é colocado ali, a cantar!
Adorámos!

sábado, 8 de dezembro de 2012

xiuuuu...



Amanhã, vou levar a filha crescida ao concerto da Maria Vasconcelos. Acho que vai adorar a surpresa, logo ela que anda tão empenhada neste seu primeiro ano escolar. Porque também eu acredito que a cantar é mais fácil aprender, a manhã de amanhã vai ser de brincadeira, mas também de estudo, com as contas e os ditongos na ponta da língua!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

E viva o teatro!

Na semana passada a filha mais crescida foi ao Politeama ver o "Peter Pan". A miúda foi de parcas palvras, mas uma professora garantiu-me que foi verdadeiramente extraordinário, aliás, como é apanágio do senhor Felipe La Féria.
Hoje,  foi a vez de o Teatro Papa-Léguas, perito em peças infantis, ir à escola e fazer as delícias do meu bebé do meio. Delícias, delícias não fez lá muitas, porque assim que cheguei junto dele na escola disse logo: "tive medo, mãe". Mas ele não é, ainda, exemplo para ninguém, porque tem sempre medo de todos os espectáculos que vamos ver. Só passados uns dias, umas semanas, é que conta e pede para ir outra vez. Cada miúdo, sua pancada, certo! Eu ainda não vi esta nova peça "Ali Baba", mas que o Papa-Léguas é uma das melhores companhias de teatro para os mais pequeninos, ai isso é e esta peça não deve desiludir!
 
A mim, cabe-me apenas aplaudir esta escola por continuar a fazer uma vida normal, apesar da crise instalada. A educação dos miúdos passa pela cultura, pelo teatro, pela música, pelas experiências e nós pais, apesar de tudo, temos que zelar por isso e permitir que a escola seja este laboratório criativo. Por mais que isso pese no orçamento...

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Missão: pôr o mundo a mexer

Se houve série animada que via com gosto junto da minha filha crescida, os outros mais pequenotes pouco ou nada ligam à televisão, foi a Vila Moleza. Por acaso já não vejo nenhum episódio faz tempo, mas a miúda ainda sabe de cor o nome das personagens e muitas vezes fazemos brincadeiras com o mesmo espírito de “Lazy Town”. A série tem para mim uma missão especialíssima de pôr os miúdos a pensar em comida saudável e no exercício físico. Ali nada é aborrecido, tudo é colorido, dinâmico e de facto muito divertido. Ao ponto de haver outros pais e até amigos, sem filhos, que conhecem a história. É para o espectáculo que chega no fim do mês ao Coliseu dos Recreios, Lisboa, que eu estou a oferecer bilhetes, dois mais concretamente. E para quem não sabe bem do que estou a falar, aqui fica um reforço da mensagem que o criador do projecto, o actor que interpreta o herói “Sportacus” quer transmitir.


Mais que entretenimento, Lazy Town é uma missão!
Premiada em diversos países, LazyTown é uma série cheia de energia positiva que combina atividade física, música e diversão em animadas histórias que transmitem mensagens de vida saudável, que incentivam as crianças a acreditarem nas suas capacidades e que as motivam a tomar a decisão mais positiva naquele que é um momento tão importante: o da escolha. Com origem na Islândia, a série infantil “Lazy Town”, conhecida em Portugal como Vila Moleza, é um produto exclusivamente dedicado à saúde das crianças.
Magnus Scheving, fundador e actor principal do projecto, defende que “LazyTown tem como missão pôr o mundo a mexer e torná-lo num lugar mais saudável. Quando pomos os miúdos a mexer, pomos as famílias a mexer! E quando as famílias se mexem, estamos a fazer mexer o mundo. Mexa o corpo, mexa a mente. Todos os dias”.
Sob este mote, Vila Moleza dissemina diariamente as suas mensagens, tendo protagonizado projectos contra a obesidade infantil e campanhas de foro institucional dirigidas por líderes mundiais, como por exemplo por Michelle Obama na campanha “Let’s Move” nos Estados Unidos, onde Michelle e Sportacus correram lado a lado. Segundo um estudo de Gallup Study, a “Campanha da Energia” levada a cabo na Islândia com a Lazy Town como estandarte, tornou-se um case study com acção directa na estagnação do crescimento da obesidade infantil.

E depois disto, do que estão à espera de participar no passatempo e levar os filhos ao musical?
 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quem quer levar os filhos ao musical da “Vila Moleza”?



Ora cá está um passatempo, há uns dias prometido, que vai encantar a pequenada. O Vida Maravilha, em conjunto com a Lemon, tem para a oferecer um convite duplo para assistir ao novo espectáculo da conhecida e sempre tão bem disposta série animada “Vila Moleza”. O Musical chega a Lisboa no final deste mês, e quem fizer a frase mais criativa que conjugue Vila Moleza, Vida Maravilha e Lemon, ganha uma entrada dupla para a sessão das 11h30 de dia 28 de Outubro, no Coliseu dos Recreios. Quem quer?

Já sabem que é condição obrigatória serem seguidores deste blogue (basta registarem-se ali mais em baixo, do lado direito).
Têm até dia 23 de Outubro para participar.

Boa sorte!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pais de gente pequena: vão ver que vão gostar!


É muito giro, o “Musical do Gomas”. Muito, muito giro. A estreia dos mais pequenos nesta vida social de ver espectáculos aconteceu, de facto, da melhor maneira. Basicamente decorreu como eu já estava à espera: o filho do meio, com dois anos quase três, ficou com medo assim que apagaram as luzes e começou o som alto. A filha pequenina, prestes a fazer um ano e meio, dançou, bateu palmas, riu. Ele já está naquela fase de começar a ter mais consciência e a ganhar medos. Ela quer é animação e assim que ouve música, não interessa o que dizem, interessa é abanar a cabeça. E assim foi. Ao F depressa passou o susto, mas manteve-se sempre ao colo, a M, esteve do princípio ao fim em pé na sua cadeira. Quanto à C: dizer apenas que nunca a vi tão divertida tão feliz, tão encantada, como neste espectáculo. Aliás, eu mesma que já vi muitos espectáculos infantis, dos mais mediáticos aos menos badalados, posso dizer que este foi muito, muito agradável de ver, melhor que muitos que vão para grandes salas. O “Musical do Gomas” tem uma mensagem muito positiva mesmo direccionada para a petizada que está agora a começar a escola. É alegre, divertido, mas com conteúdo. Com bom fundo. A maior lição é a de que “O melhor do mundo é a escola, a família e os amigos”, mas pelo meio mostra como o preconceito é sempre mau e quem vê caras não vê corações, como é importante não fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós, a importância das regras e de manter a disciplina, e acima de tudo, o valor da amizade. Gostei. Gostei mesmo. Ideias base de qualquer educação, mas que convém cada vez mais frisar às novas gerações. Sempre. Não é lamechas e chato. É simples, directo e positivo.

Depois de uma primeira temporada nos cinemas do Colombo, o “Musical do Gomas” está em cena na sala 5 do CascaiShopping, até 15 de Junho, aos sábados, domingos e feriados, pelas 11 horas. Bilhetes entre os 5 e 12 euros.

No final ainda comprei um CD, com as músicas do espectáculo (pena não ser DVD) que custa também 5 euros.
Dizer ainda que o Gomas é 100% português e isso é de louvar. Muito Bom!
Por isso, pais de gente pequena: ide ver que é uma hora muito bem passada.
Podem ver mais em http://www.casadogomas.com/.

Hoje, a manhã é deles

A ver vamos como é que os mais pequenos se portam na sua estreia de assistir um espectáculo...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sábado, vou levar a mais crescida aqui



Mas, xiiiuu, que é uma surpresa!!



No sábado vou levar a minha cria mais crescida a ver os Super Gatinhos, no Olga Cadaval, em Sintra. Queria levar também o do meio, mas ele só tem dois anitos e o espectáculo é para maiores de três. Se ele fosse uma criança pacata, ainda arriscava, mas ele é tão irrequieto que se se chateia ninguém o pára e depois não vê ele, nem ela, nem ninguém. Assim, vamos as duas, que estamos mesmo a precisar!!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Para quem tem gente miúda (como eu)


Podem começar a fazer o mealheiro para o Festival Panda. Este ano a festa com as personagens preferidas dos miúdos acontece no dia 19 de Junho, no Estádio do Dragão (Porto) e dias 2 e 3, em Lisboa, no Estádio do Restelo. O preço normal dos bilhetes é de 20 euros, mas há uma promoção para quem quiser comprar os bilhetes até dia 31 de Maio. Nesta altura, cada entrada tem o custo de 17 euros e há packs especiais de 3 pessoas a 48 euros (16 euros por pessoa) e de 4 pessoas a 60 euros (15 euros por pessoa). Quanto ao cartaz, ainda não foi revelado, mas de certo será do agrado da pequenada dos 2 aos 10 anos. Fica a dica…

domingo, 13 de março de 2011

Ler histórias no cinema


Desde a semana passada que todos os domingos são assim, o actor Sérgio Paulo lê histórias para crianças no cinema Alvalade. A iniciativa parte da livraria infantil Cabeçudos, presente no Parque das Nações e que tem como missão promover a leitura junto dos mais novos, das formas mais originais e descontraídas que se possa imaginar. É isso que se pretende: que os miúdos gostem dos livros, mas também que os pais aprendam truques para contar melhor as histórias. Não basta ler. Há que agarrar os pequenos aos contos. Fazê-los rir e pensar. As sessões não têm fasquia etária, servem qualquer criança, de meses a mãos cheias de anos. Foi por isso que levei os dois miúdos. A C de quase cinco anos e o F de ano e meio. À semelhança dos outros pareciam que tinham bicho carpinteiro, ora sentados, ora em pé. Ora a bater palmas, ora a falar com o vizinho de trás, sobretudo aqueles que nem falar sabem. Num ambiente confortável e ao mesmo tempo minimalista, Sérgio Paulo começa por ler a história, os miúdos demoram a ficar concentrados. Para que percebam a mensagem da melhor maneira passa-se à fase seguinte: convidar os pais a encenar o que foi lido. Os miúdos adoram e ajudam a construir a história. De tal forma que o teatro volta a repetir-se com os mini-actores improvisados. O livro de hoje foi “O Rapaz que tinha medo”. Metia bruxas, dragões e aranhas, mas não deixou medo nenhum de lá voltarmos num domingo futuro.
Factor importantíssimo nesta actividade: a entrada é gratuita. Outro dado não menos relevante: não precisa de marcação prévia. Basta acordar, apetecer ouvir uma história e seguir caminho para o Cinema Alvalade, na Avenida de Roma.
A próxima sessão tem como tema o livro “O Gato Marau”.

Começa sempre às 11 horas.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Ruca e Companhia


Atenção aos pais dos petizes à volta dos 3, 4 e 5 anos e demais idades que gostem de ver ao vivo as personagens dos Desenhos Animados. Depois do Festival do Panda que fez as delícias da pequenada no início do Verão, o final do tempo de férias também é celebrado em família, mas desta vez em Sintra, com o Fulia Kids Tour 2010. Trata-se de um espectáculo que junta as personagens do Ruca, dos Irmãos Koala e do Carteiro Paulo. O tema é “A alimentação e a vida saudável”e por vezes, como sabemos mais vale um concelho dito a brincar do que uma proibição em casa… Os bilhetes são todos ao mesmo preço: 10 euros e o espectáculo acontece no domingo, dia 12 de Setembro, pelas 18h30. Fica a dica…