É um dos pulmões da grande Lisboa e protege várias espécies animais. A Tapada de Mafra é uma referência e permite a realização de várias actividades em família em comunhão directa com a natureza. Este sábado, só este sábado, a Tapada abre as portas a todos os que a queiram visitar de forma gratuita, permitindo a todos participar em mini-circuitos de comboio, sessões de Falcoaria, ateliês com Burros, Tiro com Arco, Passeios de Charrete, percursos disponíveis para BTT e Pedestres, sem gastar nada. Para celebrar este dia especial, a pequenada pode ainda contar com uma animação extra. Se não tinham nada agendado para este sábado, 23 de Junho, é uma sugestão a aceitar.
Mais pormenores em www.tapadademafra.pt.
A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa e única que é tão fugaz. Nós por aqui somos 5 e somos muitos diferentes! 5 mais um cão e adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Parece que o Martim Moniz está a mudar...
Neste sábado, 9 de Junho, o Martim Moniz transforma-se e recebe o “Mercado de Fusão”, um evento que pretende mostrar aos lisboetas como está diferente este lado da cidade. O objectivo passa por revitalizar esta zona, especialmente a praça, que há tanto tempo se encontra desaproveitada. A ideia parte de José Filipe Rebelo Pinto, mentor de projectos como o OUT JAZZ e da revitalização do Cais do Sodré. Segundo o próprio, "a ideia não é só tornar a praça étnica nem misturar um pouco de toda a gente, mas juntar o projecto à requalificação do bairro e trazer-lhe sangue novo, um toque de modernidade. Não queremos trabalhar só a praça, queremos fazer crescer uma nova cidade dentro da cidade de Lisboa".
Os quiosques já existentes na praça Martim Moniz são transformados em restaurantes de comida rápida, onde poderemos encontrar vários sabores: chinês, indiano, português, africano, japonês e não só. No centro da praça passa a estar uma esplanada com capacidade para cerca de 300 pessoas. Estes restaurantes multiculturais estarão abertos de segunda a domingo durante todo o ano, com animação redobrada para o fim-de-semana, com concertos, workshops, debates – sempre dentro deste ideia de multiculturalismo. E para quem se perde por mercados, saiba que uma vez por semana vai poder encontrar aqui o “mercado de fusão”, que pretende reunir uma grande variedade de pequenos negócios, desde roupas a produtos de mercearia, oriundos de diferentes pontos da cidade, como a Mouraria ou o Bairro Alto.
Quem sabe se não é um bom sítio para ver amanhã o jogo de Portugal- Alemanha? Há música, animação wokshops para crianças e comida... muita comida dos mais variados pontos do mundo!
Os quiosques já existentes na praça Martim Moniz são transformados em restaurantes de comida rápida, onde poderemos encontrar vários sabores: chinês, indiano, português, africano, japonês e não só. No centro da praça passa a estar uma esplanada com capacidade para cerca de 300 pessoas. Estes restaurantes multiculturais estarão abertos de segunda a domingo durante todo o ano, com animação redobrada para o fim-de-semana, com concertos, workshops, debates – sempre dentro deste ideia de multiculturalismo. E para quem se perde por mercados, saiba que uma vez por semana vai poder encontrar aqui o “mercado de fusão”, que pretende reunir uma grande variedade de pequenos negócios, desde roupas a produtos de mercearia, oriundos de diferentes pontos da cidade, como a Mouraria ou o Bairro Alto.
Quem sabe se não é um bom sítio para ver amanhã o jogo de Portugal- Alemanha? Há música, animação wokshops para crianças e comida... muita comida dos mais variados pontos do mundo!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
E a tarde...
... foi passada aqui, no Parque Aventura Cova da Baleia. Não deu para ver a 100%, porque as horas infelizmente não esticam quando assim nos convém, mas do que conseguimos ver, gostámos muito!
Entretanto dizer só que a manhã de hoje e respectivo almoço foi do mais simpático que se possa imaginar. Muito, muito agradável.
Entretanto dizer só que a manhã de hoje e respectivo almoço foi do mais simpático que se possa imaginar. Muito, muito agradável.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Jardim Botânico com entrada gratuita
A partir desta quinta-feira, feriado, dia 7 de Junho, e até ao final do mês, o Jardim Botânico de Lisboa abre as portas com entrada gratuita, ao fim de um longo processo de reabilitação. Fundado em 1878, o jardim possui exemplares botânicos, cultivados ao ar livre, de espécies das mais diversas latitudes e de todos os continentes. No seu conjunto, estas plantas criam, no interior do Jardim Botânico, um ambiente ameno, sereno e purificado no coração de Lisboa. Ao todo, hoje em dia, encontramos no Jardim mais de 1500 espécies botânicas e só variedades de Palmeiras, por exemplo, encontramos 30 espécies! No Jardim Botânico pode-se também visitar o Borboletário que é a primeira estufa de criação de borboletas da fauna Ibérica aberta ao público e que deixa todos sempre encantados. Eu já lá estive, há anos, e gostei muito. Com a entrada gratuita durante todo este mês, é de aproveitar e levar lá a família. A ver se marco na agenda...
terça-feira, 22 de maio de 2012
O Oceanário faz hoje 14 anos!
Ou sou eu que estou a ficar velha, ou ando muito acelerada no dia-a-dia que não me permite sentir o passar do tempo. A verdade é que fico sempre embasbacada quando recebo e-mails como este que dá conta que foi há 14 anos que o Oceanário abriu portas em Lisboa, no âmbito da Expo 98. E de facto, já passou muito tempo sobre a exposição. Sobre aquela grande euforia. Já há muito tempo que Lisboa ganhou um novo e muito bonito espaço. Mas 14 anos parece-me demais. A título de curiosidade dizer-vos só que, desde o primeiro dia que abriu portas, o Oceanário já recebeu 16 milhões de visitas e todos os anos um milhão de pessoas passa pelo emblemático espaço que acolhe mais de oito mil animais e plantas! É obra!
Eu ainda no Verão passado lá estive com a minha filharada toda, afilhada, compadres e mais sobrinhos emprestados e garanto que foi um dia muito, muito bem passado. E vocês, há quanto tempo não passam por lá?
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Domingo, em família sem gastar um tusto VII
Conseguem imaginar o que era a pesca de bacalhau feita por portugueses, na Gronelândia, nos anos 40, 50, 60, do século passado? Conseguem visualizar o que seria passar seis meses a bordo de um barco em que só se pescava bacalhau, só se comia bacalhau, só se salgava bacalhau? E se pudessem levar os miúdos a ver esse mesmo barco que tantas milhas navegou? Durante esta semana, o navio Creoula, bem como o Santa Maria Manuela, navio exactamente igual, construído da mesma forma e lançado à água só com dez minutos de diferença, está atracado na Marina do Parque das Nações, no lado sul, em frente ao Teatro Camões. Qualquer pessoa podem entrar, de forma gratuita, e ver como é aquele antigo bacalhoeiro, agora transformado em navio de treino de mar. Fui lá fazer uma reportagem esta semana (que aliás podem ler aqui ) e fiquei a saber curiosidades muito engraçadas sobre a história destas embarcações. O público não tem acesso a visitas guiadas, mas estão lá vários oficiais dos navios prontos a esclarecer qualquer dúvida e a explicar o que podem visitar. A entrada é gratuita e de certo vai encantar os mais pequenos poderem entrar, ainda que por breves minutos e sem sair do mesmo local, num barco histórico. Quem for passear para aquela zona neste fim-de-semana (atenção que domingo, é o último dia desta iniciativa) deve aproveitar. Não tem nada a perder.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
De livros percebe ela!
Quem diz que todas as idades dos filhos trazem o seu encanto tem absoluta razão. Nunca percebi muito bem aquela ideia de algumas mães querem prolongar o tempo de bebé dos filhos, porque, para mim, o verdadeiro encanto está em ver o desenvolvimento, o crescimento, nas pessoas em que se transformam. Com isto não quero dizer que não vou ter saudades dos meus filhos aquando bebés. Vou, com toda a certeza, mas a vida tem-me mostrado como é tão boa cada fase que atravessam. Exemplo disso foi a nossa visita ontem à Feira do Livro de Lisboa. Maravilhosa. Até aqui eu ia à Feira do Livro e levava os meus filhos. A partir de agora, tenho exacta noção, de que eu é que vou a acompanhar. Ontem, a minha filha mais crescida, de seis anos feitos há dias, chegou ao Parque Eduardo Sétimo e sabia exactamente que livros queria comprar. Muitos. Muitos mais do que comprámos e ainda assim trouxemos quatro! Mais engraçado do que saber o que queria, foi o facto de me contar a história de cada livro que reconhecia da biblioteca da escola. Sabe o nome das personagens de cor. Sabe que “adora”. Sabe que “odeia”. A mim, o universo da literatura infantil encanta-me. Mesmo. E ontem tivemos muita sorte nos livros do dia. Todos os que comprámos estavam com uma promoção extra para além dos dez por cento assegurados à partida pela feira. Contar-vos ainda que consegui comprar um livro por um euro. Que vi livros com descontos de 80 por cento. Que a Feira estava cheia de animação, o que se vê pela fotografia em que a Carolina vê ser pintada uma “Bruxa Mimi” na sua mão. E que pela primeira vez, pela companhia tão presa a cada stand das editoras, não tive tempo de percorrer a feira toda. Se calhar amanhã ou no próximo fim-de-semana, vou ter que lá voltar!
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Mergulhar em 3 milhões peças Lego
Para quem anda aflito com este tempo de chuva, que não deixa os miúdos gastar energias fora de casa, aqui fica esta dica, indoor, para os entreter no próximo fim-de-semana. O Campo Pequeno recebe de 28 de Abril a 1 de Maio a maior exposição de Lego alguma vez realizada em Lisboa. Ao todo são 3 milhões de peças Lego, expostas ali, entre monumentos do mundo inteiro, verdadeiras cidades, esculturas, comboios e tudo o mais que a imaginação permite. Os miúdos podem participar em workshops, com o escultor holandês Alex de Jong, ou entreter-se livremente em playzones. A exposição não tem entrada gratuita, mas também não tem um preço completamente proibitivo. O bilhete normal custa 5 euros, mas crianças menores de 11 anos, pagam 3 euros. A exposição pode ser vista no sábado, domingo e segunda-feira (28, 29 e 30 de Abril), entre as 10 e as 21 horas, e na terça-feira, feriado, 1 de Maio, das 10 às 19 horas. Não vale a pena ficar a desesperar com os miúdos em casa em dias de chuva... fica a dica!
(Obrigada Tiago, pela informação!!)
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terça-feira, 24 de abril de 2012
O Vida Maravilha no Monte Selvagem
Lembram-se de eu ter visitado o Monte Selvagem, no Alentejo, há mais ou menos dois meses? Lembram-se de ter vindo de lá completamente rendida, muito satisfeita pelo dia absolutamente maravilhoso que vivemos os cinco lá de casa? Lembram-se? Pois que agora esse testemunho consta da página inicial do site do Monte Selvagem. É uma honra para mim, ter o Vida Maravilha no site do Monte Selvagem. Uma honra. Para quem não leu o que escrevi na altura, pode então ler agora aqui http://www.monteselvagem.pt/.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Ainda o Monte Selvagem
É ou não é extraordinária esta Ovelha da quintinha do Monte Selvagem? Enquanto eu andava a braços com a pequenada, literalmente, que a filha mais nova decidiu fazer greve ao carrinho, mas andar também não era muito o que lhe apetecia, a verdade é que o marido andou entretido a tirar fotografias. E fotografias giraaaas...
segunda-feira, 12 de março de 2012
Os cinco no Monte Selvagem
Há anos que andávamos para lá ir e assim que ouvimos as previsões de uma Primavera antecipada e quente para este fim-de-semana, marcámos na nossa agenda. Não dissemos nada aos miúdos até ao próprio dia. Fomos fazendo pergunta aqui e ali e dizendo que no fim-de-semana íamos passear até um sítio que não conhecíamos. Fiz uma mochila com iogurtes, águas, bolachas e outros mimos e cerca de uma hora e meia depois de sair de casa já estávamos à porta do Monte Selvagem, em Montemor, logo a seguir a Vendas Novas, no Alentejo. E como dizer? Foi um dia absolutamente maravilhoso. Para eles, para nós, para todos. Passámos lá o dia inteiro, não andámos com pressa para ver nada (ou para ver tudo!), mas também não andámos a marcar passo à espera da hora de ir embora. Não. Ali, no Monte Selvagem há tanta coisa para ver, para descobrir, para fazer, para contemplar, para viver. E tudo a seu ritmo. O Parque está muito bem sinalizado, sempre com a placa “Zoo”, mas este não é mesmo um “Jardim Zoológico” qualquer. É um parque com muitos atractivos para os miúdos. Tem belíssimos recantos de brincadeiras, vulgo, parques infantis, com baloiços feitos de pneus, com escorregas em forma de tubo colorido, cobertos e que fazem um eco tremendo. Há casas nas árvores, para os miúdos subirem e por lá ficarem a brincar. Há um trampolim gigante para toda a família tentar saltar até às nuvens. Há parque de merendas e até um espaço para ateliês de artes plásticas, quando assim se proporciona. O Monte Selvagem está organizado de forma a todos puderem fazer um passeio pedestre e ir encontrando as várias espécies, como Macacos (de rabo de porco ou cauda de Leão!), Camelos, Tartarugas, Cangurus, Porco Espinho e outras, não em jaulas, mas em áreas limitadas para que estejam em segurança e os visitantes também. Há ainda uma quinta e aí sim, é possível entrar e até dar de comer, quando chega a hora, a cabras, das mais variadas espécies, ovelhas, galinhas, galos, perus e coelhos. Os miúdos adoram e os animais também, que deixam-se apanhar para uma festinhas, retribuindo com umas lambidelas para gáudio da pequenada! E depois há o passeio de tractor que nos leva pela área grande do parque, em modo safari, para encontrarmos zebras, veados, gamos, avestruzes e búfalos, por exemplo. Foi neste passeio que fique a saber que os gansos acasalam sempre com a mesma fêmea, que os Gamos são sempre castanhos e só ganham as pintinhas brancas, como os veados, no Verão, que os camelos (o Pascoal e a Natalina, como foram baptizados no parque) não armazenam água nas bossas, mas comida e que as bossas diminuem de tamanho se passarem fome. O Monte Selvagem tem ainda uma área de snack-bar onde encontrei sopa para os miúdos e dois pratos à escolha. Os preços são perfeitamente acessíveis e não os exagerados como é costume encontrar em espaços assim, onde não há outra escolha (o prato para criança custa 3 euros, para adulto 6). No Verão, o calor por ali deve ser tanto que de quando em vez encontramos uma espécie de borrifador comum! O Monte Selvagem não tem propriamente uma entrada barata: as crianças a partir dos três anos pagam 10 euros e cada adulto 12,50 euros. Mas quando encontramos um espaço assim, bem cuidado, limpo e muito agradável e com animais tão bem tratados, dá-se por muito bem empregue! Eu gostei!
(entretanto podem ver mais no site http://www.monteselvagem.pt/, onde está a promoção do próximo domingo, em antecipação ao Dia do Pai, sendo por isso a entrada gratuita para cada progenitor, consoante a entrada de um filho pagante.)
Quem avisa, quem é?!!
E, sim, eu paguei os bilhetes para todos, sim!
E, sim, eu paguei os bilhetes para todos, sim!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Peixe do Rio volta ao Alandroal

Ora aí está mais uma desculpa para regressar ao Alentejo, mais concretamente ao Alandroal. Com bons alojamentos (eu fiquei há um ano no Nave Terra e recomendo vivamente) e
com restaurantes de excelência (na altura disse aqui que “A Maria” tinha entrada para o topo da minha lista dos melhores restaurantes nacionais e mantenho o que disse), o Alandroal volta a receber a Mostra Gastronómica do Peixe do Rio, evento que vai na terceira edição. Durante dez dias consecutivos,
de 2 a 11 de Março, quem passar por lá pode provar os pratos mais tradicionais mas também algumas novidades. Para além da “Caldeta de Peixe do Rio”, do “Peixe Frito” ou da “Carpa Assada no Forno” podem também ser apreciados o “Lúcio-Perca Grelhado com Molho de Poejos”, “Açorda de Sável”, “Lúcio Perca Recheado”, “Achigã em Molho de Tomate” ou “Peixe do Rio Grelhado na Brasa com Molho de Coentros”. Fica a dica: se alguém está a precisar de respirar aquele ar bom do Alentejo, o Alandroal é um destino a ter em conta na primeira quinzena de Março.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
E ir a Sintra, obriga a lanchar onde?
Na Piriquita, pois claro! E a verdade tem que se dizer: por mais que outras tantas pastelarias tenham bons, maravilhosos, fantásticos
travesseiros, nada se assemelha aos travesseiros da Piriquita. São de facto “os melhores travesseiros do mundo”, como os apresentei à filharada no caminho, já a cinco, para a Vila. Quentes, acompanhados com um bom chá, com a serra a ceder à noite e com aquele frio típico de Sintra, faz a conjugação perfeita para
finalizar um sábado, de um fim-de-semana vivido à milésima de segundo. Perfeito!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
E, então, ontem foi assim
Era suposto termos um almoço de amigos em casa. Estava tudo mais ou menos alinhavado para sentar à mesa sete petizes e seis adultos e meio! Mas, por causa da que vale quase por dois estar de repouso obrigatório adiámos o encontro e vai daí pegámos nos miúdos e alterámos o nosso domingo. Rumámos ao Pavilhão do Conhecimento e divertimo-nos à grande a fazer experiências de todo o género e feitio. O pai andou numa bicicleta suspensa num arame. O F e a C fizeram uma corrida de barcos. A M revoltou-se e saiu do carrinho para andar sozinha por toda a parte, radiante com tamanho colorido. O M ficou fascinado com um bola laranja, de plástico, que teimava em não cair no chão, por efeito da corrente de ar. A C entreteve-se minutos a fio fazer bola de sabão gigantes. A M decidiu pegar nas maiores peças de lego com que alguma vez tinha sonhado e espalho-as a seu belo prazer pelo chão. A C conduziu um carro de rodas quadradas e deu boleia ao F que nunca mais quis dali sair. A M roubou todas as peças que conseguiu de cada novo jogo que encontrou. A C serviu de aperitivo a uma bela travessa de fruta, com a cabeça dela lá metida. O Pai e a Mãe deixaram-se hipnotizar e olharam um para o outro todos retorcidos. Ainda tentámos erguer uma saca de 40 quilos e percebemos o bom efeito das roldanas: quanto mais, mais fácil é fazer alguma coisa subir. Pesámos uma garrafa vazia e depois outra com água, outra com azeite, outra com alcool e outra com água sem sal e vimos que a o azeite é muito, muito mais leve. Enchemos recipientes de água, respondemos a perguntas, espantámo-nos com as respontas. Deitámo-nos numa cama de pregos e nenhum de nós se magoou. A C entrou num foguetão, o F pôs um capacete, a M comeu bolachas e fez migalhas que nunca mais acabavam. O F e a M fizeram uma birra tremenda por sairem de lá. Fomos lanchar e ainda cumprimentaram o “Vasco”. No caminho para casa perguntaram quando voltariam a fazer mais experiências... E depois? Depois dormiram que nem uns anjos, de tal forma estavam exaustos.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Lisboa debaixo do nariz
É verdade que o tempo não está de acordo com a época do ano. Que deveria chover mais, que o sol está demasiado baixo, que parece primavera, que cheira a primavera. Ora, mas se não conseguimos fazer nada para alterar isso, nada melhor que aproveitar o tempo para fazer coisas boas, recarregar energias, sentir o sol, andar ao ar livre. E vai daí que ontem pegámos nos miúdos todos e nas respectivas trotinetas e rumámos ao Parque das Nações. Nós e mais 50 mil lisboetas, é certo, mas ainda assim valeu a pena. Não tanto pela diversão deles com as ditas-cujas, porque o piso não é fácil para quem tem apenas dois anos, mas porque correram, gritaram, brincaram, riram e experimentaram coisas novas. E que coisa nova foi essa? O Teleférico, pois claro! Adoraram. Completamente. Vibraram a olhar lá para baixo, a ver as pessoas pequeninas, pequeninas, as outras cabines, o rio, a torre, a ponte, os prédios. E ainda hoje ao pequeno-almoço diziam intercaladamente “quero ir outra vez... quero ir outra vez”. Quando saímos do teleférico fomos lanchar ao Peters e nós, os adultos, continuamos com a mesma ideia de sempre: não há gin como o do Peters. É mesmo muito bom. Voltámos à estrada e mais trotinetas para deixar andar, às vezes empurrar e outras puxar. Demos de caras com um vulcão de água e eles boquiabertos a olhar para aquilo. Estava frio ao final do dia senão tenho para mim que se atiravam os dois para ali a ver se levavam com os salpicos. O Parque das Nações, herança da EXPO98, mudou Lisboa, e é sempre bom lá voltar!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O admirável mundo Buddha de Berardo
Depois de adiamentos por tudo e por nada e mais não sei bem o quê, ontem, finalmente, foi dia de conhecer o Buddha Eden Garden, de Joe Berardo, existente no Bombarral. Um espaço que cabe todo numa palavra: magnífico. É de louvar a ideia de Berardo de aproveitar grandiosas esculturas afegãs que não tinham outro destino senão a destruição e o lixo e fazer um jardim tão diferente daqueles que tínhamos por cá. Depois de uma primeira fase gratuito, o espaço tem agora entrada paga: custa 2,50 euros por adulto (até aos 18 anos é gratuito), mas no final cada bilhete é trocado por uma garrafa de vinho tinto JP de Azeitão. Não me importei de pagar. Fiquei surpreendida por que pensava que era gratuito, mas a verdade é que já paguei muito mais para ver jardins por essa Europa fora que não têm a pinta deste, por exemplo. Merece a pena e merece ser pago, se essa for uma maneira de o preservar. Li num blogue que se pode levar mantas e fazer piqueniques. O site oficial diz que isso é proibido e a verdade é que não vi ninguém a merendar e não há nenhum espaço para esse fim. Tem um café/restaurante muito simpático, com esplanada e há ainda um outro ponto de mesas e cadeiras junto a um quiosque de gelados. Os meus filhos deliciaram-se a olhar para os enormes Budas, sentaram-se junto ao exército e beberam um iogurte que lhes tinha levado. Pegaram nas bolachas e deram ao patos e era contagioso ver a alegria deles, sobretudo na árdua tarefa de acertar com o pedaço junto dos patos mais pequenos que quase não podiam chegar junto a nós pelos maiores não deixarem. Andámos muito, mas teríamos andado muito mais se não fossem os carrinhos de bebé. Há pedaços do jardim que não combinam bem com as quatro rodas de um carrinho... quanto mais de dois! Gostei muito. Não vivi verdadeiramente aquela atmosfera zen de que alguns falam, porque isso é impossível quando se vai acompanhado por três crianças, mas acredito que seja um local fantástico para um par de namorados se esquecer das horas. A única nota negativa é não haver qualquer seta, indicação, placa na estrada. Enfim, não é por acaso que as indicações de trânsito sempre foram um “calcanhar de Aquiles” em Portugal, e ali não é excepção. O Buddha Eden Garden está aberto todo o ano, mas no Inverno fecha às 17h30, até porque depois é noite cerrada! Vale a pena conhecer.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Já levaram os miúdos a ver os Dinossauros?
Quem é que ainda não reparou no dinossauro que está à porta da Cordoaria Nacional, hum? Ninguém, certo? É que o 'pequeno' do bicharoco não passa despercebido aos olhos de ninguém. É ele que faz o convite para visitar “O Mundo dos Dinossauros”, a maior exposição sobre estes famosos amigos do tempo jurássico, alguma vez feita em Portugal. A exposição é composta por documentários, uma parte de museu, onde encontramos réplicas de ossadas, e uma parte muito mais dinâmica, com réplicas animadas. Além disso, há também um Filme em 5D: as cadeiras mexem e o público leva com uns salpicos de água, mas isso implica um bilhete adicional. A mostra está muito bem conseguida e é impressionante pensar que aquilo pertence tudo a um só coleccionador, um português anónimo, que tinha tudo aquilo em casa. Isto é que é gostar de dinossauros!!! Eu já lá fui, em reportagem e gostei. Achei-a até um pouquinho assustadora, mas nada de mais. Acredito que os mais pequenos fiquem de olhos arregalados com os barulhos e movimentos de algumas réplicas, mas nada feito de forma gratuita ou exagerada. A exposição fica patente até dia 1 de Janeiro e custa 6 euros para adultos e 4 euros para crianças até 12 anos. Há ainda um bilhete família de 16 euros: dois adultos e duas crianças. Fica a sugestão para o caso de não saberem como aproveitar o dia feriado de amanhã!
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu
A avó Deolinda fez ontem 85 anos! 85! São tantos e tantas histórias que ela gosta de partilhar connosco e que nós continuamos a gostar de ouvir. Fomos os 10 passar o fim-de-semana com ela a Viseu. Foi lá perto que ela nasceu. É por isso a "terra" dela. Foi um fim-de-semana em família, com tudo o que existe em família: risos, gargalhadas, barulho, discussão, peripécias, tempos de espera, tempos sem tempo...! Ficámos no Hotel da Senhora do Castelo. Já em Mangualde, mesmo ao lado da tão falada "Live Beach", a praia artificial, com areia e piscina de água salgada. O Hotel já é antigo, mas sofreu há pouco tempo remodelações. Está muito bem enquadrado, junto à Ermida da Senhora do Castelo e tem piscinas exteriores, uma interior, courts de ténis e uma paisagem a perder de vista. Fartámo-nos de fazer quilómetros, mas a ideia era proporcionar-lhe um fim-de-semana fora do normal. E foi, de facto. A bem dizer, pouco ou nada visitámos em Viseu. Queremos sempre tudo, mas não dá para tudo: estava calor e quisemos ficar na piscina, havia a Feira de S. Mateus, mas fomos jantar à Póvoa Dão, queriamos andar pelo centro histórico, mas também queriamos descansar e dormir mais um pouco que os dias acelerados da semana, queriamos deixar o carro e explorar a terra a pé, mas as pernas da avó já não dão para muitas (ou nenhumas) caminhadas, gostamos de estar à conversa na mesa, mas não queremos perder muito tempo nas refeições. Mas a verdade é que conhecemos algumas coisas que valem muito a pena. Mas, mais importante que tudo o resto, foi estar com a avó. Estarmos todos. E ver a felicidade sobretudos dos mais pequenotes que adoram a Vovó! Parabéns minha avó! Para o ano, fazemos outra passeata!
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