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domingo, 30 de outubro de 2016

Viagens na minha Terra #11

Que a Ericeira é bom destino para sentar há mesa, já não é novidade para ninguém. Entre o Marisco, cartão de visita principal, peixe maravilhoso e bolos típicos, são muitos os que se fazem à estrada para um almoço de olhos postos no mar. Mas hoje em dia, há cada vez mais espaços únicos e diferentes que compensam todos os quilómetros e que nada têm a ver com a ideia pré-concebida de restaurante tradicional com produtos do mar. Aliás entre restaurantes e lojas cada vez mais diferentes, a Ericeira está cada vez mais cosmopolita e atrativa, sem perder o seu encanto de vila de costa.

Há poucos meses abriu junto à praça o Mascalzone Latino, uma pizzaria que faz lembrar recantos de Itália, sem esforço algum. Como este fim-de-semana estamos em festa cá por casa, foi lá que fomos jantar na sexta-feira, para abrir o fim-de-semana comemorativo. É pequeno, muito pequeno e sem mesas no interior, tem uma esplanada simpática, com meia dúzia de mesas (acho que nem chega a isso) e presta sobretudo serviço de take away, o que é sempre uma mais valia para quem mora aqui e todos os dias tem que cozinhar e nem sempre a imaginação e a vontade andam de braço dado. Como a noite estava espetacularmente quente para esta época do ano, resolvemos ir conhecer e sentar na esplanada cá de fora.


Durante o jantar viajei até Itália e à nossa Lua de Mel de há 12 anos. Viajei até aos restaurantes pequenino e tão acolhedores. Também aqui as pizzas são do mais simples que há, com poucas misturas, mas muito, muito saborosas. O processo é todo artesanal e podemos ver o Ângelo a fazer cada um das pizzas, desde esticar a massa, a colocar dentro do forno e a finalizar com os ingredientes frescos, com  ajuda da Cristina. Claro que os miúdos apanharam-se lá dentro e já não queriam sair de lá!

Como ainda abriu há pouco tempo e como é mais direcionado para o Take Away, ainda não estão pensadas entradas para quem fica por ali, nem sobremesas para finalizar o jantar. Mas estão já prometidas e vão trazer até à Ericeira os paladares dá doçaria italiana como não poderia deixar de ser. Assim, como o tomate, os queijos e demais ingredientes das pizzas vêm de Itália, assim vêm os licores frescos que são servidos com o café. E eu que nem sou destas coisas, tenho que me confessar: o licor de limão servido bem gelado é uma tentação! Ui, se é!


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Viagens na minha terra #10



A Ericeira está cada vez mais na moda com restaurantes e lojas maravilhosas que nos fazem querer sair mais e mais. Há ruas que fazem lembrar Lisboa antiga mas mega cosmopolita, como o Bairro Alto, com lojas abertas até tarde e restaurantes convidativos e muito bem decorados. Muito honestamente tenho cada vez menos necessidade de correr para Lisboa para encontrar um presente único, uma peça de roupa diferente ou um restaurante especial.
O tempo da Ericeira vila piscatória há muito que já lá vai. Agora, já se procura o centro da vila não só para um peixinho grelhado, que continua a ser um ex-libris, o marisco – o GRANDE cartão de visita da vila, mas também para um bom jantar de carne ou sabores que ultrapassam as nossas fronteiras. Há muitos restaurantes novos, mas também restaurantes antigos a reabrirem com nova e apetitosa cara!

Há uns dias fomos ao Golfinho Azul, o restaurante que fica no cimo de São Lourenço, para um jantar a dois perfeito. A vista é deslumbrante e a carta convida a travessar o Atlântico em pensamento.
Experimentámos o Risotto de Gambas e a Moqueca de Camarão. Estavam ambos divinais e foram muito bem acompanhados por uma sangria fresquinha. Esperamos pouco tempo (o razoável) e o atendimento foi impecável. O facto da noite estar incrivelmente quente (andar de alças à noite na Ericeira só não foi raro este Verão, porque até aqui acontecia uma ou duas vezes num ano) também ajudou. Sabe tão bem jantar assim junto ao mar, numa noite serena!
Há anos que não íamos ali. Não conhecíamos nem esta carta nem a decoração nova. Antigamente não era mau, acho que nunca o foi. Mas agora é daqueles restaurantes que faz-nos querer voltar e voltar. E há muito para experimentar!
O ambiente perfeito para uma escapadinha a dois...



domingo, 13 de março de 2016

Queres? Faz acontecer! #1

O ritmo é alucinante durante a semana, entre o trabalho cada vez mais exigente, os trabalhos de casa dos miúdos e as tarefas domésticas. Mas chegamos ao fim-de-semana e tempo para dois é coisa que nem ver. E lá vamos adiando planos de pequenas saídas... Os miúdos têm cada vez mais festas de anos de amiguinhos (sempre vezes 3!), os trabalhos de casa e a preparação para os testes ocupam muito, muito tempo e obrigam-nos a total disponibilidade, e não há fim-de-semana sem torneios. A partir de agora ainda passamos a dividir o sábado entre o futebol e o Hip Hop e vamos ver como nos vamos organizar com os horários! Andávamos a prometer-nos uma saída a dois faz muito, muito tempo. Temos uma lista cada vez maior de restaurantes onde queremos ir jantar, mas na semana passada conseguimos escapar numa hora de almoço até ao Sushic do Mercado de Algés e valeu muito a pena. Sou completamente fã desta ideia de se recuperar mercados antigos e votados ao abandono e dar-lhes outra vida, com o acrescento de restaurantes simpáticos. É pequeno e muito acolhedor o Mercado de Algés e tem uma área de esplanada coberta que é muito convidativa. Quero muito lá voltar para conhecer outros espaços/restaurantes. Tem opções muito tentadoras, mas as saudades de um bom sushi levou-nos a escolher o Sushic.
Em Março do ano passado fomos jantar ao Sushic no Hotel de Almada e, desculpem a desilusão que vos vou causar, não fiquei incrivelmente surpreendida como achei que iria ficar. Fico muito feliz que um restaurante em Portugal seja considerado um dos melhores de sushi do mundo inteiro, mas por ter precisamente esse estatuto, julguei que seria ainda melhor. Mas claro que é muito, muito bom, tanto nas opções de sushi tradicional, como nas de fusão.
Mas bom, isto para dizer que por vezes temos mesmo que nos reinventar para conseguir um tempo extra a dois e sobretudo para conhecer espaços novos que ainda não conseguimos visitar mas que há muito queríamos ir. E, na verdade, o trabalho da parte da tarde correu muito melhor... Venham de lá, mais fugas ao almoço!
Se queremos, fazemos acontecer!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Pelo Sítio da Pedralva…

 
 
Isto dito assim, vai parecer um bocadinho a conversa da avozinha, mas a verdade é mesmo esta. Eu sou do tempo em que a Aldeia da Pedralva era apenas e só um sítio abandonado, cheio de casas em ruinas e uma pizzaria fenómeno. A pizzaria da Pedralva era muito pequenina quando a conhecemos nessa altura e depois, tal como a aldeia, começou a crescer e crescer e quase que é impossível conseguir lá jantar a horas normais durante o verão.


É sem dúvida alguma uma das nossas pizzarias preferidas, mas quase sempre gostamos mais de ir até lá no inverno e Primavera do que propriamente no Verão, tal é a confusão. Mas justiça seja feita: é maravilhosa!

Claro que com tanta procura, a Aldeia da Pedralva transformou-se num local novo e sobretudo num local cheio de pinta! Adoramos ir lá, nunca nos cansamos e de ano para ano andávamos a prometer-nos experimentar o restaurante “O sítio da Pedralva”, mais dado à cozinha tradicional. O espaço é magnifico, à semelhança da aldeia e já tínhamos lido numa qualquer revista e há muito tempo, que a cozinha era ótima. Pois que fomos lá neste fim-de-semana. A decoração e todo o ambiente são ainda mais especiais do que tinha previsto, a cozinha também muito boa, com sugestões que renovam os paladares portugueses, mas o preço, penso eu, um pouco exagerado. É um restaurante bom, não deixa de o ser, mas caro. Mais caro do que bom. É a minha opinião. Vale pela noite bem passada, pelo passeio que se dá, pela calma que a Aldeia inteira transmite (continua sem rede de telemóvel, como sempre) e pela comida, claro, que embora cara, é muito boa. Para mim, a Aldeia da Pedralva é um dos sítios mágicos de quem gosta de andar entre Aljezur e Vila do Bispo. Vale sempre, mas sempre a pena voltar!



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Luzzo


No primeiro dia em que voltámos para Lisboa, depois das férias de verão no Algarve (custa taaaanto!), fomos almoçar à Luzzo, a pizzaria que todos falam e que há muito queriamos conhecer. Ter um sitio novo para ir, no primeiro dia na cidade é sempre bom para atenuar a dor de deixar a praia! Estava um calor tremendo, mas quisemos almoçar no pátio. Adoro pátios, tenho que dizer. Faz-me lembrar esconderijos, refugios que nunca ninguém imagina que existam. O do nº 37 E, da Rua de Santa Marta já não é segredo para ninguém, eu sei, mas para nós foi novidade e das boas! As pizzas são fininhas, fininhas, mesmo como gostamos e têm misturas novas. Confesso que não quis arriscar muito e fiquei-me pela Poppey, que junta espinafres (óbvio!!!) e queijo feta, mas ele optou por experimentar a que mistura o salgado do presunto, com a cebola caramelizada. Adorei. Contrastavam muito as duas e fomos variando entre nós! Aposto todo o meu dinheirinho em como é muito mais agradável ir lá jantar do que fazer ali um almoço, sobretudo num dia tão quente de verão, como o que nos calhou, mas ainda assim, deu para reparar em alguns pormenores engraçados da decoração do espaço. Porque, para além da boa comida, claro, um restaurante também vale por toda a envolvência e serviço. Sim, para mim, os olhos também comem. E nisso, damos nota cinco!
Quando terminar toda esta enchente do verão, com Lisboa a abarrotar de turistas por todo o lado (felizmente para o nosso comércio e turismo) quero lá voltar e ficar numa mesa lá dentro. Com mais calma e sem tanto calor! Ficou prometido!
E vocês, como estão a gerir o regresso à rotina? Devagarinhooooo...!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Num dia cinzento como o de hoje...

É mesmo isto que me apetece. Adoro os chás Kusmi Tea. Adoro de paixão. Em Lisboa não há assim tantos lugares como isso onde é possivel comprar, nem tão pouco beber. É por isso que gosto tanto de ir ao Pão de Canela, na Praça das Flores, onde beber um chá não é só beber um chá. É mesmo descobrir todo um novo mundo: o mundo Kusmi Tea! O BB Detox (o amarelo) tem um sabor tããããão bom! E acompanhado do bolo de courgete do Pão de Canela... ui que coisa maravilhosa. Enfim, num dia assim, tão cinzento como o de hoje, beber um Kusmi Tea ali naquele espaço tão acolhedor da Praça das Flores fazia-me mesmo feliz!
E as embalagens do Kusmi Tea? Gosto tanto das cores, dos rótulos, do formato das latas. Se há marca de chá que gosto é mesmo esta. Se não experimentaram ainda, experimentem! E se não conhecem o Pão de Canela, acreditem: deviam conhecer! (E não, não me pagaram para falar bem da marca. Apeteceu-me apenas falar do que gosto e gosto mesmo!)

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Cantina 32








Gosto muito de espaços bonitos, com pormenores que fazem a diferença, mas sobretudo gosto muito de espaços que quebram a barreira do óbvio e do esperado. É assim a Cantina 32, na Rua das Flores: um lugar para almoçar ou jantar, cheio de charme, sem ser "rococó", com sugestões únicas e de preços mais que justos. Foi talvez a grande surpresa do fim-de-semana. A Rua das Flores é das mais animadas do Porto, cheia de lugares com pinta. Não pude experimentar todos. Escolhi aquele de que já tinha ouvido falar e falar bem. E gostei ainda mais do que estava à espera. A carta divide-se entre sugestões para picar (ou petiscar!), pratos para dois com pouca fome, ou pratos para dois com muita fome! Fomos para os petiscos e tivemos que pôr um travão à gula para não pedirmos tudo! As batatas fritas com cebola e queijo são mesmo batatas e tão boas! Os croquetes de alheira com molho de mel e mostarda um must! A tábua de salmão uma tentação tão grande, mas tão grande, que tentei adivinhar a receita e já a escrevi na minha agenda para a poder fazer numa noite destas de fim-de-semana. E há melhor barómetro de um restaurante do que sair de lá com vontade de reproduzir os pratos? E a limonada, servida num jarro individual? TÃO boa! 
O espaço é enorme. Foi em tempos uma fábrica de perfumes e ainda é possível encontrar alguns frascos que lá andavam perdidos, agora a servir de decoração, entre máquinas de escrever, livros e até uma bicicleta. Há mesas para dois, há mesas para quatro, há mesas para muiiiitos! É bom para um momento a dois, mas também ultradivertido para um encontro de amigos. E é por tudo isto que desde que abriu na Primavera deste ano se tornou num dos restaurantes mais badalados da cidade. Merece!
Se quiserem saber mais pela página deles do facebook, façam favor: https://www.facebook.com/Cantina32?fref=ts!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

10 anos de casamento e um fim-de-semana a dois no Porto

 
 
Tínhamos tudo organizado para ir para Madrid, mas depois chegaram em catadupa as notícias sobre o ébola (que felizmente se dissiparam) e eu comecei a torcer o nariz e a andar para trás nos planos. Depois ponderámos a Madeira, mas vieram os alertas vermelhos mais a greve da TAP e sei lá o quê e eu comecei a torcer o nariz. E depois pensámos: e porque não uma ida ao Porto? Não foi nem a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que fomos ao Porto, mas foi a primeira que fomos só a dois. E era isso mesmo que eu queria: ir a uma cidade bonita, com movimento e ambiente, sem horários e com uma lista de restaurantes, lojas e demais espaços para ir. Sítios onde ir com crianças é complicado. E foi isso mesmo que fizemos. Acordámos sem pressas, andámos imenso a pé (para se conhecer uma cidade temos que andar a pé!!!) descobrimos espaços fantásticos para petiscar e fizemos dois jantares maravilhosos e curiosamente à luz das velas. Ainda tivemos tempo para umas compras e um chá num dos cantinhos mais simpáticos que conheci: a Leitaria da Baixa!
Tentámos seguir o critério do mais recente: ou seja, espaços que abriram há pouco tempo e que vale mesmo a pena conhecer. Foi por isso que decidimos ficar no já muito badalado Hotel da Música. Não desiludiu. Que espaço tão vanguardista! Eu até nem me importo de ficar em hotéis básicos e banais, no sentido de ser apenas um sítio para dormir. Mas desta vez, apetecia-me ficar num hotel diferente, com algum requinte sem ser demasiado formal. O Hotel da Música é um espaço assim: moderno, vanguardista, especial. É um hotel design e está muito bem localizado, dentro do remodelado mercado do Bom Sucesso, com música e animação non-stop das 10h à meia-noite. E isso foi de facto uma surpresa. Está na moda revitalizar os mercados antigos e de facto este do Bom Sucesso está bem vivo. Na sexta, perto da meia-noite, quando chegámos, estava cheio, no sábado estava cheio e no domingo de manhã: surpresa das surpresas: estava cheio! Nunca jantámos lá. Saímos de Lisboa com os restaurantes marcados para os jantares e sabíamos onde queríamos almoçar. 
 
É do senso comum que no norte se come muito bem. Sabemos que sim, mas aquilo que procurámos nestes dois dias a dois foi mesmo espaços vanguardistas, diferentes, que nos ficassem na memória. Não queríamos aquela comida pesada do Porto. Queríamos lugares bonitos. Levei vestidos e sapatos de salto e queria mesmo divertir-me. Marcámos os jantar em dois restaurantes que queria muito conhecer. Na sexta-feira experimentámos o mexicano “Frida” e fiquei rendida a tudo: à comida deliciosa, ao ambiente acolhedor e requintado e ao serviço. Que simpatia!! Gostei tanto, mas tanto que assim que encontrei na estrondosa livraria Lello & Irmão um livro de receitas mexicanas, onde encontrámos os dois pratos que comemos, não hesitei em comprar. Foi para mim um dos melhores restaurantes em que estive e trazer para casa um livro que não me faça esquecer aquele paladar, foi um presente caído do céu. No sábado, e depois de um dia de tanto caminhar, optámos por ir a Matosinhos conhecer o célebre “Quarenta e 4”. Entrei e pensei: “se este se torna no meu restaurante preferido, estou tramada – vivo a 300 quilómetros daqui”. Felizmente que demoraram muito tempo com o nosso pedido e que se engaram no vinho que escolhemos, porque se fosse tudo tão, mas tão perfeito como prometia ser, tornava-se um tédio. Gostámos muito do jantar. Muito. E de facto, pode ser mesmo um dos melhores lugares do Porto para comer sushi!   
 



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Almourol – restaurante amigo das famílias

Eu confesso que tento fazer a vida mais normal possível com três filhos. E quando digo fazer uma vida o mais normal possível inclui sair e jantar (ou almoçar) fora com eles. Mas convenhamos que a partir do momento em que as birras se sucedem, ou porque não querem comer, ou porque querem correr no restaurante, ou porque gritam e barafustam, uma pessoa perde a paciência e prefere comer em casa e não sair do que passar o tempo todo a chamar a atenção. Com três filhos a probabilidade de haver um a fazer disparate aumenta e não é raro pensar duas vezes (duas mil???) antes de decidir aceitar fazer uma refeição fora. Mas depois há aqueles tiros certeiros, muito por mero acaso, que nos mostram como até é fácil jantar e almoçar em restaurantes com miúdos, basta o espaço estar preparado para famílias. Foi isso que senti ao entrar no Almourol, o restaurante (giro, giro, giro), que fica encostado ao Tejo, antes do mítico castelo, para quem segue de Lisboa para norte. A sala é pequena e muito confortável, mas é antecedida por uma pequena sala de recepção que tem um espaço dedicado às crianças com uma casinha para brincar e uma mesa para fazer desenhos, lado a lado com uma mesa onde os adultos podem servir-se de um aperitivo. Fiquei sem bateria na máquina (odeio quando isto acontece) e por isso não tirei fotografias aos miúdos felizes por estarem num restaurante, mas sem o stress de estarem bem comportados à mesa. Fizemos o nosso pedido ainda antes de nos sentarmos à mesa, pelo que quando nos sentámos, os pratos deles chegaram rápidos e com um mimo surpresa: um palito com um morango de elásticos… desses que todos os miúdos adoram para fazer pulseiras e os mais variados bonecos e que nós chamamos de praga!!! Ficaram felizes, comeram bem e voltaram para a salinha deles para brincar.
Sem stress, pudemos ficar descansados à mesa e usufruir de um belo almoço de peixe, onde não faltaram migas de couve (que eu adoro de paixão) e açorda de tomate, tão mas tão boa. As sobremesas também pareciam todas maravilhosas, mas não pedimos nenhuma para nós até porque o prato dos miúdos já incluía a deles: mousse de chocolate e arroz doce. Gostei do pormenor do menu especificar bem que a mousse era feita sem açúcar (e era tão boa!) e o arroz doce não tinha ovos. E eu que gosto dele muito amarelo (em casa da minha mãe e da minha avó sempre se fez com ovos), tenho a dizer que estava para lá de bom!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Ontem, foi assim

Sou muito impulsiva e gosto cada vez menos de fazer planos a longo prazo. Tenho sonhos, tenho projectos e tenho uma agenda onde escrevo tudo o que quero fazer, onde quero ir e onde quero chegar, mas nas situações banais do dia-a-dia tento planear o mínimo. Às vezes quanto mais se pensa num fim-de-semana, num jantar, num passeio, menos bem corre. Ontem foi um dia comprido. Saí do trabalho com uma dor de cabeça incrível. Desliguei o rádio do carro, mas quando cheguei à escola dos miúdos sentia-me exausta da mesma forma. Liguei a ele e “convidei-o” para jantar fora. Mais do que não me apetecer cozinhar, não me apetecia pensar no que cozinhar. Decidir todos os dias o jantar cansa. E foi assim que ontem fomos parar à nossa pizzaria preferida. Não fomos lá durante todo o verão, por causa da confusão. Ontem foi dia de lá voltar e quebrar a rotina da semana. Sabe tão bem de quando em vez. Os miúdos doidos de alegria por não vestirem pijama depois do banho e todos nós felizes por podermos voltar aos “nossos” sítios, sem atropelos nem filas de espera.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

10 anos de casamento, 10 encontros românticos - 5

Este foi de todos o melhor encontro! Foi tão bom, tão bom, tão bom que ainda iamos a meio da refeição e já estávamos a ver no calendário uma outra hipótese de aqui voltar! Já tinhamos ouvido falar na Confraria, que era bom, talvez um dos melhores spots de sushi de Lisboa, mas ainda não tinhamos lá ido. Não fomos à Confraria, na Rua do Alecrim, em Lisboa, mas fomos experimentar a de Cascais e adorámos. A ambiente, o espaço, o atendimento e claro a comida: tudo cinco estrelas. Segundo parece, dizem que o restaurante de Lisboa ainda é melhor, pois então é de marcar na agenda e não perder. Chegámos pelas oito da noite, sem marcação prévia, e pensei: bonito, com certeza vamos ter que esperar. Não. Nada disso. Entrámos e estava praticamente vazio. Para dizer a verdade até estremeci e pensei. Queres ver que isto afinal não é como dizem... Ao fim de vinte minutos a sala estava esgotada, a esplanada (encantadora) lá fora também e até começou a vislumbrar-se uma pequena fila de espera. Jantámos tranquilamente, ao som de uma música ambiente muito agradável e uma iluminação suave. O serviço não é dos mais rápidos, mas eu prefiro esperar um pouco mais por algo bom do que ter pronto a servir algo que não tem qualidade. E na Confraria tudo tem qualidade. É um sushi de fusão, há pratos quentes e frios, todos impecávelmente bem apresentados. E se em qualquer cozinha, os olhos também comem, na japonesa ainda mais! Pedimos um "Confraria II" com 30 peças e eu bem que podia repetir a dose, mas achei que ficava muito mal alambazar-me com dois megas pratos! Mas que me apetecia... apetecia. Raramento pedimos sobremesa. Na verdade, quase nunca, mas o jantar estava a correr tão bem que decidimos pedir uma Tarte Tatin, uma tarte de maça acompanhada de gelado. É sempre boa esta mistura do quente e frio numa sobremesa, mas ficámos com a sensação da tarte ser excessivamente doce... Mais devagar comemos, mais conversa pusemos na mesa! Gostamos muito de, de quando em vez, fugir até Cascais para jantar. Gosto da vila, de andar pelas ruas, de ter o mar sempre ali. Mas ao mesmo tempo detesto espaços saturadamente turisticos. Se até quando sou eu a viajar fujo dos lugares assumidamente turisticos, quando mais no meu país. Foi outra coisa que gostei aqui na Confraria de Cascais. Ainda que houvesse uma ou outra mesa com turistas (espanhóis), o restaurante estava cheio de portugueses e muitos deles percebia-se serem clientes habituais. O que é sempre bom! Não sou especialista em restaurantes de sushi. Aliás, não sou especialista em restaurantes. Ponto! Mas já conheço alguns. Gosto sempre de conhecer mais. E a Confraria é um lugar para voltar.



sexta-feira, 18 de julho de 2014

Alma Grão

Desde que os miúdos foram de férias com os avós que não paramos em casa. De certa forma estas acabam também por ser umas férias para nós, no sentido de deixar a cozinha por uns tempos, mais as obrigações e horários rígidos e fazer um pouquinho aquilo que nos der na real gana. Quem tem filhos sabe do que falo: temos que ter sempre sopa pronta e saber o que fazer para o jantar. Há horas para tomar banho e fazer tpc para depois verem televisão! Ora nestes dias, temos dado descanso ao fogão e nem olhamos para o relógio, a partir do momento em que saímos do trabalho. Foi assim que fui conhecer o Alma Grão, longe, no Bombarral, onde ele estava de passagem em trabalho. Já conhecíamos os donos, que durante um tempo estiveram à frente do restaurante da vínica Quinta do Gradil, que já elogiei aqui. Agora, recentemente, abriram este novo espaço que conjuga pizzas com cozinha tradicional portuguesa, de contornos bem caseiros, mas com alguns toques de autor. Um frango no forno com alho e limão, não é só um frango no forno com alho e limão se por cima das batatas fritas (fininhas e tão boas!!!) com casca lhe deitarmos raspas de laranja e limão. São pequenos pormenores que fazem a diferença, e aqui quem cozinha gosta de quebrar regras! Foi assim, a querer descobrir mais e a aventurar-se na cozinha, que os donos deste restaurante inventaram o pastel de nata de pera rocha. Ontem, ao jantar já tinham terminado e por isso não pude comprovar. Dizem que são uma verdadeira delícia. E eu prometi voltar lá para depois dizer de minha justiça! O espaço é muito acolhedor, com uma decoração descontraída, mas pensada e cuidada, que até aos mais novos agrada. E os preços são muito acessíveis. Gostei! (Este jantar não entra no nossos encontros românticos porque foi apenas um jantar de circunstância, após trabalho, não um sitio planeado para sairmos e ficarmos com tempo. A piada dos “10 anos de casamento – 10 encontros românticos” é pensarmos na coisa como uma saída a dois e arranjarmo-nos para isso!!! Faz toda a diferença e torna-se muito mais divertido!)
 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

La Crêperie - à terceira foi de vez!

Depois de duas tentativas que acabaram por não acontecer por imprevistos profissionais, eis que finalmente consegui ir conhecer e provar os crepes de que toda a gente fala: La Crêperie da Ribeira! Fui com a melhor companhia que podia ter, a minha mãe que é das pessoas que conheço a que mais gosta de crepes, doces ou salgados!
O dia estava óptimo, cheio de sol e apetecia mesmo um almoço leve, mas bom! O ambiente é super descontraído, mas cool e enquanto não nos entregavam a carta para podermos escolher, reparámos em mil e um pormenores: nas flores em cada mesa, no quadro escrito a giz, na parede colorida, no jardim verde da Praça da Ribeira. E nas pessoas. Sim, eu reparo sempre nas pessoas: nas que estão à frente do restaurante, mas também em quem por lá passa. E é incrível encontrar gente tão diferente em tão poucos metros quadrados. Havia quem estivesse com pressa para voltar ao trabalho, turistas que perguntavam o que poderiam visitar ali perto, casais de namorados que aproveitavam a hora de almoço para mais um momento a dois...
O menu é muito mais completo que estava à espera. Tem imensa variedade e na verdade dá vontade de provar tudo. Escolhemos dois crepes: Ratatouille, com aquela mistura boa de vegetais, e outro de espinafres, requeijão e amêndoa que agora nem me lembro do nome. Para acompanhar um sumo de maça, cenoura e aipo que identificam como detox. E foi um belíssimo almoço. Os crepes vêm para a mesa acompanhados com salada mista e são tão grandes que nem nos atrevemos a pedir um doce para sobremesa. Fica para outra visita. Sim, porque ficou logo ali decidido que tínhamos que lá voltar. A carta tem tantas coisas boas para experimentar! E sim, os preço não são proibitivos, muito menos dada a qualidade.
Vão até lá que vão gostar!
Se quiserem saber mais... https://www.facebook.com/LaCreperiePT?fref=ts

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Café na Fábrica

Ontem, ainda antes de se levantar a tempestade, fomos até à LX Factory e lanchámos no Café na Fábrica. Eu adoro andar pela LX Factory, descubro sempre alguma coisa nova e diferente. Queríamos ir à Ler Devagar, a nossa livraria favorita, comprar o novo livro "O meu avô", mas estava tão cheia que decidimos dar uma volta extra por todo o espaço (depois voltámos lá e comprámos o livro, sem qualquer stress)! E, na verdade, não foi um contratempo, nem um "fazer tempo" desnecessário, resultou antes num belo achado!!!
Decidimos entrar pela primeira vez no Café na Fábrica. Estava frio lá fora e apetecia mesmo estar num lugar como aquele, tão acolhedor. Os miúdos, que estavam super calminhos neste domingo (tinham dormido mais de manhã, depois de se terem deitado mais tarde com uma jantarada de amigos cá por casa, em que miúdos pequenos eram SEIS!!!) sentaram-se sem birras nem correrias, o que nos permitiu ficar um pouco mais descansados. Detesto estar num sitio fechado a repreender por tudo e por nada, não é para mim, nem para ninguém que esteja à volta! Mas a tarde correu surpreendentemente bem! É para isto que servem os domingos, não é? Para parar e aproveitar ao máximo, a família e os espaços novos que gostamos de conhecer! A acompanhar os nossos cafés veio para a mesa um bolo de chocolate maravilhoso, com m&m por cima, o que lhes rasgou imediatamente grandes sorrisos! O espaço é pequenino e talvez por isso tão encantador. Está cheio de pormenores de bom gosto, mensagens boas (que eu verdadeiramente adoro!) e objectos antigos que facilmente identificamos da casa dos nossos avós!  
Ficámos com vontade de lá voltarmos, num outro domingo, e experimentar o brunch.
E vocês já conhecem este espaço?
Ficam algumas fotografias tiradas na tarde de ontem.




sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

10 anos de casamento - 10 encontros românticos #1

Este ano, fazemos dez anos de casamento, um número redondo que merece ser celebrado de forma diferente. Este ano estamos empenhados em sair mais a dois, em voltarmos a namorar, porque na verdade demo-nos conta que tínhamos sido engolidos pela nossa própria vida a cinco, tão gratificante, mas também tão exigente, que nos deixou um pouco de parte enquanto casal. Pensámos então nesta chave: dez anos - dez saídas/encontros/projectos a dois. Podem ser jantares românticos, podem ser passeios, fins-de-semana, massagens, qualquer coisa, mas unicamente a dois. Precisamos de nos reencontrar e voltar a ser dois, para além de pais! Dez encontros a dois dá quase uma média de uma saída por mês, tendo em conta que nas férias dos miúdos queremos e estamos sempre mais com eles. Mas se forem 12, 24, 36 encontros tanto melhor!!! E já colocámos a ideia em prática, para não cairmos no erro de deixar sempre as intenções no papel. A nossa primeira escolha para nos sentarmos à mesa só os dois, num sítio que queríamos conhecer, na Lisboa por onde gostamos tanto de andar foi "O Prego da Peixaria". Na verdade aproveitámos a manhã para fazer umas compras nos saldos, daquelas que queríamos há muito fazer e depois seguimos então para o almoço. Não teve velas, nem copos de vinho e é isso exactamente o que queremos: ter momentos nossos à nossa maneira, sem seguir padrões definidos. O Prego da Peixaria é uma das mais recentes novidades de Lisboa, abriu nos últimos meses de 2013 e é um espaço híper descontraído e cosmopolita, no Príncipe Real. Chegámos já fora de horas, no que respeita à hora tradicional de almoçar em Portugal, sentámos, escolhemos, apreciámos o espaço e o conceito. Eu adoro conhecer sítios novos, adoro, E o Prego na Peixaria não me desiludiu em nada. Come-se bem, é divertido e tem muita pinta! Há opções tão divertidas como um burguer de bacalhau com grelos! Nós quisemos mesmo experimentar os pregos e já que é novidade: os pregos em bolo do Caco. Ele optou pelo Dandy, com queijo da ilha, eu pelo yuppi com maionese de manjericão. Estavam óptimos, tal como os sumos (de fruta e feitos na hora) e serviram como muito boa companhia às nossas conversas do tudo e do nada. Acho que arrancámos bem esta nossa missão de 2014!


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Maria Azeitona

Uma das melhores descobertas de Dezembro foi o novo restaurante Maria Azeitona, situado no centro da Amadora. Sim, eu sei que a Amadora não é propriamente a cidade mais bonita para se passear, mas já no que toca a compras, há que dizer que tem um movimento louco. Em Dezembro, quando fomos à inauguração da loja da nossa amiga, a Jumping Clay em Massamá, fomos almoçar com uns amigos do coração, que moram ali perto e que sugeriram o Maria Azeitona. E que bela surpresa foi! Abriu em Outubro, tem uma decoração super simples e moderna, com cadeiras de madeira lindas e uma parede cheia de garrafas que prende o olhar, para além de muitas mini-oliveiras, um atendimento fantástico, um ambiente do melhor e comidinha boa, como se quer. Intitula-se como um restaurante de cozinha portuguesa, e de facto não falta o típico bacalhau com broa e o leitão assado, por exemplo, mas para mim é muito mais do que isso. Tem estilo, tem variedade, tem pinta. Eu comi um caril de gambas, que ultrapassa as nossas fronteiras, e fiquei muito satisfeita. Há bons bifes e picanha, sopas e bons petiscos para entrada! O Maria Azeitona está aberto todos os dias, para almoço e jantar e fiquei satisfeita por ver a fila cá fora à espera de mesa para sentar. É que nestas alturas, arriscar e abrir um restaurante novo em Portugal não é para todos. Só vingam os melhores e eu acho que o Maria Azeitona vai ter uma longa vida pela frente. Se estiverem por aqueles lados e não souberem onde comer, podem ir à Maria Azeitona que vão gostar. Fica a sugestão!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Super Pan Pizza é… Super!!!!


Já experimentaram a Super Pan Pizza? Tem nome grande, remete para o universo dos super heróis e junta três queijos, no rebordo da massa alta e fofa, tão típica da Pizza Hut. Ou seja, uma bomba! A marca  convidou-me há dias para experimentar esta nova especialidade e eu não podia recusar, certo? Numa base simples de molho de tomate a nova Super Pan Pizza junta três queijos: Mozzarella, Regato e Cheddar e nós podemos adicionar 2 ingredientes: eu escolhi cogumelos frescos e bacon e acho que acertei!!!  O jantar foi na minha Pizza Hut preferida: a da Fontes Pereira da Melo. Foi a primeira loja da marca que fui, há muitos, muitos anos, e é a que mais gosto. Ambiente bom, atendimento super atencioso, tudo 5 estrelas. Ou seja, aqui desta parte, a Super Pan Pizza está aprovada! Obrigadaaaa!!!

domingo, 24 de março de 2013

Giro!


É certo que foi preciso chegar à Páscoa para os ver, e olhem que eu bebo muito café na rua, mas não posso deixar de dar aqui um elogio publico aos pacotes de açúcar que a Delta criou por alusão ao dia dos namorados com açúcar cor-de-rosa. Foi preciso chegar à Páscoa e a um restaurante no sabugueiro, Serra da Estrela. Restaurante aliás que recomendo a quem ande de passeio por aquelas paragens. Foi digno de registo o acolhimento tão simpático que nos fizeram, quando entrámos às 15h para almoçar, hora em que muitos sítios já olham assim meio de esguelha para uma pessoa. Pois no Refúgio da Montanha, mesmo ali a chegar à curva do Canil onde estão os cães Serra da Estrela, que fomos mostram aos miúdos, come-se muito bem e até em conta. Os cinco, com sopas e gelados para os três miúdos e uma bela Chanfana a dividir por todos, ficou em 30 euros. Muito bom!! Sobretudo se pensarmos que muitas vezes pensamos em comer apenas uma sandes de queijo da serra e com mais sopa e mais salgado ou algo que o valha e pagamos muito mais, para além de comermos muito pior. Gostei e vou voltar!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Entretanto, hoje

 
Estive em trabalho, no Restaurante Pharmácia e adorei. Um espaço verdadeiramente espectacular junto ao Miradouro de Santa Catarina. Muito bonito por fora, muito bonito por dentro. Fica no edifício da Associação Nacional de Farmácias, paredes meias com o museu das farmácias. Tem uma esplanada encantadora e por dentro, a sala está decorada com gosto e humor, onde não faltam apontamentos de um autêntico posto médico. Para além de bonito, de todas as tapas que provei fiquei rendida. Muito, muito bom!
Parece que abriu há cerca de um ano e meio. Parece que é de facto um espaço imperdível. Parece que tenho que lá voltar!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Delicioso

O espaço, a vista, o caril de Gambas (Lost Curry de Gambas), o atendimento, a decoração, o vinho. Tudo absolutamente delicioso. Com os miúdos de férias com os avós, começámos da melhor maneira a nossa época especial de descompressão: sem sopas para fazer, horários para cumprir, banhos para dar. Soube tão bem e, sem dúvida alguma, que vamos voltar. O Lost In (esplanada, bar, restaurante, muito perto da Praça do Príncipe Real) é mesmo um sítio a experimentar por quem é apaixondo por Lisboa, assim como eu. 


Maravilhoso!