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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Há noticias que me fazem acreditar num futuro melhor

A partir de agora os pais têm direito a tirar 15 dias após o nascimento dos filhos, em vez dos até aqui 10 dias.
Até que enfim. Notícias destas fazem-me crer num país mais amigo das famílias e das crianças em particular.
http://lifestyle.sapo.pt/familia/noticias-familia/artigos/pai-passa-a-ter-15-dias-de-licenca-obrigatoria-quando-nasce-um-filho

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Filipa Vacondeus

Não consegui acreditar à primeira quando ouvi a notícia. Falei com ela meia dúzia de vezes e entrevistei-a uma, ao mesmo tempo que a vi cozinhar. Sempre tão pronta, tão descontraída e bem humorada. Foi um dos trabalhos que mais gostei de fazer. Custa-me mesmo a acreditar que tenha morrido. Tão incrivelmente jovem. Era daquelas pessoas que não envelhecia. Tenho alguns livros dela, não todos, e não há qualquer dúvida que deixou um legado enorme à nossa gastronomia. Se houve quem soubesse dar lições de como cozinhar para muitos quando para um já era pouco, foi ela. Lembro-me de ouvi-la contar histórias da sua infância e de lhe retribuir com episódios que a minha avó me contava, de "uma sardinha dar para três"! Lembro-me de provar um risoto acabado de fazer e de como estava delicioso. Mas mais importante que tudo isso, lembro-me de chorar a rir com os programas do Herman e da famosa Paprika e mais: de a ver perdida de riso com a brincadeiras também. E quem sabe rir de si próprio, quem se diverte quando os outros fazem paródia consigo mesmo, só pode ser alguém enorme. Eu gostava tanto da Filipa Vacondeus...
Hoje, fiquei triste.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Está a banhos em Cascais? Então, Leya!

A sério. Vocês sabem que eu não resisto em partilhar tudo o que tenha a ver com iniciativas de incentivo à leitura. E por isso não podia ignorar o e-mail que acaba de aterrar na minha caixa de correio. Durante os fins-de-semana de Agosto, em parceria com a câmara municipal de Cascais, o projecto "Leya Cascais" disponibiliza quatro bicicletas com livros, a circularem por algumas praias da Linha de Cascais. As bicicletas e promotores da “Leya Cascais”, devidamente identificados, irão circular pelas praias de S. João do Estoril, Poça, Azarujinha e Tamariz, das 10h30 às 19h00, possibilitando o empréstimo de livros para leitura ou, caso o leitor preferir, a compra do livro seleccionado. Exactamente, leram bem: empréstimo ou compra!!! "O projecto “Leya Cascais” consiste em aproximar a leitura e os livros aos leitores que se encontram de férias ou a frequentar as praias do Município de Cascais. A oferta inclui os mais variados estilos de livros, incluindo alguns livros em inglês e livros para jovens e crianças. Será que dá para estender esta iniciativa a todo o país, por favor? Depois não digam que não vos dou boas notícias...

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Coisas que não percebo

Costa da Caparica, num domingo, em pleno Agosto. Cheira a lodo, há montes de caranguejos mortos à beira-mar, há tubos gigantes no areal, praias interditas e barcos a trabalhar ininterruptamente. E eu pergunto: por mais que seja necessário repor areia levada pelo mar no Inverno, todo este trabalho tinha mesmo que ser feito em pleno verão, quando todos estão de férias? Em Maio e Junho não podia ser, antes de começar a época balnear?

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Sem palavras...

Tinha pensado chegar aqui e falar do nosso fim-de-semana, das nossas gargalhadas, da felicidade que é esta vida a cinco. Mas a notícia da morte do filho de Judite de Sousa deixou-me sem chão. Tenho dores de estômago, tal o murro que senti nele. Quando ao almoço me contaram a notícia, ainda na versão de "apenas" coma profundo e estado muito critico, nem queria acreditar: mas como? Mas como é que isto acontece? Abro agora o PC e confirma-se o pior e fico em choque. Não conheço a Judite de Sousa, mas tenho verdadeira admiração por ela. E sou mãe. E não consigo compreender o que poderá ela estar a sentir. Só de pensar ou imaginar já dói como tudo.
Sem palavras...

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Ser canhoto

O meu filho Francisco é canhoto. Desde sempre. Desde que começou a pegar em objectos que percebemos que ele preferia sempre a mão esquerda para segurar algo, atirar a bola, pintar. Achámos graça. Na família não temos nenhum canhoto. A minha mãe teria sido, se no tempo dela de criança tivessem deixado. Não deixaram e ela hoje faz tudo com a direita (pudera...). Eu não me importo, mesmo, mesmo nada. E ainda assim, ainda que todos lhe achemos graça, ainda que inclusivamente tenhamos a preocupação de colocar logo a colher da sopa do lado esquerdo, que ele tenha recebido de presente logo aos dois anos uma tesoura própria, o Francisco, se nos ouve dizer a palavra canhoto nega e até chega a barafustar. Não quer ser, nem percebo porquê. Mas é. E eu tenho orgulho nele. Isto vem a propósito de um artigo que li agora na Revista Pais e Filhos e que me parece chave para percebermos este fenómeno que no fundo "atinge" 10% da população. UAU!
Se tiverem algum canhoto em casa, leiam. Eu gostei.
http://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/7090 

sábado, 8 de março de 2014

Neste Dia da Mulher

Podemos brincar e dizer que fazemos greve, não cozinhar e sair para almoçar fora. Podemos combinar uma saída só de amigas e rir, rir muito e dançar. Podemos trazer uma flor para dentro de casa e abrir um presente. Mas não podemos também esquecer o quanto as mulheres, apesar de tudo o que é feito, apesar da apregoada independência, continuam a ser discriminadas, quando não recebem o mesmo que os homens num mesmo cargo laboral, quando perdem o emprego por decidirem ser mães, por não arranjarem emprego por terem filhos. Continuam a ser vitimas de violência doméstica, continuam a trabalhar muito mais em casa, depois do trabalho. Continuam a ser julgadas e apontadas, só porque são mulheres.
Feliz Dia Internacional da Mulher e que as nossas filhas ou netas não venham a encontrar motivos para celebrar este dia. Era sinal que estariamos iguais nas oportunidades e no tratamento!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Liberdade!

 
Celebra-se hoje o Dia Mundial da Liberdade. E nos dias que correm parece-me urgente festeja-la e saber usa-la. Saber onde termina a nossa e começa a dos outros... Tão elementar como precioso.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Biblioterapia

Porque há notícias que merecem mesmo ser partilhadas, deixo aqui o link para uma que hoje me deixou um sorriso na cara. Com a quantidade de desemprego que afeta o nosso país e com o consequente aumento de depressões, saber que os livros são verdadeiros antidepressivos é uma notícia maravilhosa. Quem me conhece sabe que adoro livros, para além de adorar ler, desde muito pequena. E posso dizer que a descoberta de títulos verdadeiramente extraordinários na literatura infantil tem feito muito pelos meus dias. Mais do que um hábito, ler para os meus filhos é algo que faz tão bem a mim como a eles.

http://p3.publico.pt/cultura/livros/10404/doentes-depressivos-quotaviamquot-receitas-na-biblioteca

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A Foto de Miguel Oliveira

 
É impossível não fazer um mega like nesta fotografia, nesta impressionante fotografia de Miguel Oliveira, aquando do temporal na Foz do Porto. Está perfeita!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um segredo de Amor

Não faço ideia se isto é ou não verdade, se aconteceu mesmo, tal e qual é relatado aqui, ou se é apenas mais uma história do mundo cor-de-rosa. Mas acredito (mesmo, mesmo, mesmo) que esta é a fórmula de salvar um casamento. A história diz respeito a um dos mais mediáticos casais do planeta: Angelina Jolie e Brad Pitt. Em causa um texto escrito por ele, com o título "Um segredo de Amor", na revista Identity Magazine, em que revela como ele próprio salvou o casamento dos dois. Se todos lhe seguíssemos o exemplo, seriamos muito mais felizes. Muito mais. Fica aqui para quem quiser ler.

“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da ruptura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve… Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos. Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi: ‘A mulher é o reflexo do seu homem’”.Ver mais

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Impossível não gostar

 
E impossível não lamentar a morte de alguém que tanto fez pelo mundo. Que tantas lições nos deu... a TODOS. Ontem, hoje, sempre e para sempre Nelson Mandela. Porque um homem assim nunca pode morrer.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Gosto!

Ontem passei por este vidrão e foi-me impossível não tirar uma fotografia. O Parque das Nações está cheio de casos destes: vidrões transformados em obras de artista, pela arte pública. É de facto um bom exemplo em como a arte de rua pode melhorar, em muito, uma paisagem, uma parede, ou neste caso, um objecto tão comum como um vidrão. Gosto, gosto, gosto!

sábado, 26 de outubro de 2013

Não se esqueçam...


Esta madrugada muda a hora. Quando forem duas da manhã, volta a ser uma!
Eu detesto o horário de inverno, mas como não há nada a fazer face a essa mudança o melhor é ver o lado positivo da questão: amanhã temos mais uma hora por nossa conta!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Importante para quem procura emprego


Porque é para alunos e para ex-alunos e porque anda meio mundo (ou mundo e meio?) à procura de emprego, partilho esta novidade com vocês:

Universidade de Lisboa e Universia lançam novo Portal de Emprego com visibilidade direta em 11 países ibero-americanos
A Universidade de Lisboa lança amanhã, quinta-feira 11 de Julho, um novo Portal de Emprego para toda a Universidade, passando a estar integrada na rede internacional “Trabalhando”, uma rede presente em 11 países ibero-americanos e que oferece cerca de 200 mil oportunidades mensais de emprego. No portal de emprego poderão registar-se alunos e ex-alunos e colocar o seu currículo. Aí poderão encontrar as ofertas da comunidade Trabalhando e também ofertas exclusivas da sua universidade. As empresas interessadas em recrutar alunos da universidade, por sua vez, podem publicar as suas ofertas de emprego preenchendo um formulário simples e recebendo aí as candidaturas dos alunos. Passa assim a ser muito mais simples colocar ofertas transversais a vários cursos na Universidade de Lisboa, uma vez que o portal abrange toda a Universidade. Além das funcionalidades para estudantes e empresas, este portal de emprego também dá à Universidade de Lisboa ferramentas que permitem melhorar os serviços de apoio à Inserção Profissional destinada aos universitários. A partir de agora, a Universidade passa a ter informação sobre que empresas estão a contratar, que tipo de ofertas são colocadas e quais as mais populares, para além da atualização dos currículos. Também passa a ter acesso a dados extra-curriculares dos seus alunos, como línguas ou atividades de voluntariado, importantes para enriquecer o currículo e percecionar as competências que são valorizadas pelo mercado. Os alumni também terão acesso ao portal, ficando assim a Universidade com informação sobre a sua actividade profissional, um dados que pode ser interessante na hora de angariar novos empregadores, uma vez que os antigos alunos conhecem bem a instituição e respetiva oferta formativa.

 

domingo, 16 de junho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Rodrigo


Estava a tentar não falar aqui deste assunto tão triste. Como se ao não falar, o tempo recuasse e não se concretizasse o que de facto aconteceu ontem: o desaparecimento do Rodrigo. Ao mesmo tempo, parece que ao não falar estou a ignorar o assunto, mas muito longe disso. Passei a noite toda a pensar neste menino, naquela família, naquela mãe. Não penso na dor que estão a sentir porque isso é inimaginável. Nenhuma criança e nenhuma mãe merecem passar pelo que o Rodrigo e mãe passaram, nenhuma. Ninguém. Eu que sou uma crente absoluta na vida, na justiça, não consigo que me entre na cabeça o “não há nada a fazer” ou, como agora “acabou”. A luta foi tanta. Como é que não se conseguiu. A mãe do Rodrigo fez tudo o que podia, movimentou um país inteiro. Todos por aqui sabemos a história. Todos nos emocionámos. Eu sou dadora de medula óssea, mas também eu nada pude fazer para ajudar. E isso dói. Dói mesmo perceber que a vida, por mais que se batalhe, por mais que não se mereça, é mesmo madrasta. E eu estou triste. Mesmo, mesmo triste.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Para quem não concorda com o Dia da Mulher


Ontem fui visitar uma amiga, que ainda há um ano tinha uma vida normal e que agora está presa numa loja a ganhar o ordenado mínimo e sem perspectivas de melhorar a vida nos próximos tempos, tal vão os negócios…
Estava ela a contar-me que uns metros mais abaixo, uma outra loja tinha na montra o anúncio “Precisa-se colaborador”. Foi lá para saber as condições e assim que entra e diz ao que vai, perguntam-lhe atrás do balcão: “Tem filhos?”
E porquê, perguntam vocês, perguntei eu, perguntou ela. “Porque não contratamos mulheres que tenham filhos. Faltam muitas vezes. Volta e meia os miúdos ficam doentes…”
Não consegui reagir ao que ela me contou, mas apetece-me perguntar se aquelas pessoas tiveram mãe. Será que tiveram? Será que a mãe lhes deu colo quando estavam com febre? Será que a mãe lhes segurou a cabeça enquanto vomitavam? Será que a mãe lhes fez uma sopa de arroz quando tinham dores de barriga? Será que a mãe lhes deu amor, lhe enxugou as lágrimas quando caíram e esfolaram o joelho e aplaudiu quando conseguiram andar de bicicleta sem rodinhas?
Eu também acho que só o simples facto de haver o dia da mulher é sinal de haver discriminação. Mas a verdade é que há. Há mesmo. Nós não queremos cá flores no dia 8 de Março. Nós não queremos um jantar especial. A única coisa que as mulheres querem neste mundo é serem tratadas de modo igual. É tão simples como terem apenas a oportunidade de mostrar o que valem. Só isso.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Teatro a 10 euros (obrigada UAU)


Uma das coisas que mais me assusta nesta crise por que estamos a passar é nas consequências culturais que isso vai trazer à nossa geração, à geração dos nossos filhos. O não haver abertura para ver um bom espectáculo. O não haver abertura cultural, a possibilidade de rasgar novos horizontes, de colocar à prova a nossa capacidade criativa. Claro que tenho medo da fome. Claro que sim, mas se chegarmos a esse ponto já ultrapassámos tudo, é apenas a luta pela sobrevivência. Nestes tempos que correm vamos fazendo muitas cedências, na roupa, nos jantares em restaurantes,  sobretudo no que toda a cultura. Gostávamos de ir àquele concerto, mas não dá. Os miúdos pedem para ir ver aquilo, mas não dá. Até gostávamos muito de viajar e mostrar-lhes a Torre Eiffel, pois, mas não dá. E aquele livro? Ui que caro que está! Custa-me ver gente capaz, cheia de ideias, a embrutecer por não ter dinheiro. Gente que quer saber, saber mais, mas que agora não pode. E este agora durará até quando? E terá que consequências na nossa cultural? Quantos anos andaremos para trás? Quanto recuaremos no nosso desenvolvimento. Todos nos apontam como um povo fechado, com anos de atraso face às potências desenvolvidas, mas com esta crise que trambolhão vamos dar. É por isso que hoje fiquei contente com a boa nova da UAU, uma das maiores promotoras culturais portuguesas. Durante o mês de Março, os bilhetes para assistir aos espectáculos no Teatro Tivoli BBVA custam, apenas à quinta-feira, 10 euros,  e o mesmo vai acontecer para os espectáculos de Abril no Auditório dos Oceanos, no Casino Lisboa. Ou seja, durante dois meses, as quintas-feiras vão ter teatro a preço de saldo: só 10 euros. Porque nos querem calar e manter afastados da vida social. Porque nos querem ver tristes e redimidos a trabalhar e a não falar. A sobreviver, em vez de viver. Porque é preciso mostrar que nós queremos mais, sair mais, conhecer mais, aprender mais, investir mais, eu faço uma vénia a esta iniciativa de uma empresa privada de baixar os preços da cultura. É de aproveitar. Sobretudo quando se sabe que estreia no próximo mês uma hilariante comédia com Eduardo Madeira, Manuel Marques e António Machado, entre muitos outros  e bons actores.

Não podemos deixar que nos tirem tudo…