A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa que é tão fugaz. Nós por aqui adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A chá... verde!
Ele foi o nascimento da M, com todos os fins-de-semana a fazer ou comprar bolos, não fosse aparecer alguém para conhecer o novo membro da família e não termos nada para oferecer. Ele foi o Natal. A Passagem de Ano. Os anos do Pai. Os jantares de Amigos. O fim-de-semana no norte, e come-se tão bem por terras minhotas, senhores. Enfim, ele foi comer, comer e comer. E, claro, as calças começam a apertar. Agora por isso estou a chá verde. Em jejum, ao pequeno-almoço, a meio da manhã, tarde, noite, a toda a hora. Mesmo que não emagreça, fica a sensação que desintoxica. E, se calhar, isso é o mais importante.
E o Pai Natal respondeu
As regras do jogo eram claras: qualquer criança podia escrever ao Pai Natal, sem quaisquer custos que o senhor respondia. Podia demorar, mas respondia. Bastava deixar num qualquer balcão dos CTT um envelope endereçado apenas ao Pai Natal, sem morada nem nenhum selo. Lá dentro, uma carta ou postal, com desenhos ou lista de presentes desejada. Isso ficava ao critério de cada um. Assim fizemos, a mana mais crescida fez um postal em nome dos 3 cá de casa e a meio da semana passada, precisamente um mês após o Natal, a resposta chegou e em triplicado. O delírio dela foi contagiante. Dentro de cada envelope uma carta a agradecer o postal e um quantos-queres sobre a reciclagem. Um jogo tão simples e que tornou uma noite igual a tantas outras, completamente diferente.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Este fim-de-semana
Fiz-me à estrada, dei corda aos sapatos, com a filharada toda, marido, amigos e filhos alheios, pois claro, e soube mesmo bem. Pormenores mais à frente que agora quero dormir...
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Ouriços da Ouriceira!
Talvez nem todos saibam, mas o nome Ericeira vem de Ouriceira. Era assim que se chamava esta vila piscatória, há tempos idos. Chamava-se assim, pela enorme quantidade de Ouriços que habitavam o mar. Habitavam e habitam porque não há surfista nenhum que uma ou outra vez lá saia da água a coxear, com um pé cravadinho de picos. Ora, como em todas as vilas, terras, aldeias ou cidades, a Ericeira também tem os seus bolos típicos (aliás é uma terra forte em bons paladares, do marisco aos doces) que se chamam, precisamente, Ouriços. São pequenas tentações que de aspecto se assemelham a uma queijada, mas que de queijo nem cheiro. A receita está fechada em cofre e na Casa dos Ouriços, a dona Fernanda pouco diz aos clientes sobre os ingredientes. Incentiva logo a provar e, asseguro eu, quem experimenta não sai dali sem dois no bucho. Estão sempre a sair tabuleiros, por isso não vai ser difícil comê-los quentinhos. São macios, mas percebe-se o caramelo, o gostinho leve a amêndoa. Dá a sensação de ficarem pedaços agarrados aos dentes, mas o bolo desfaz-se rapidamente na boca, deixando logo a vontade de comer mais um. E mais um, por favor. Esta semana, a sugestão do Vida Maravilha, para aproveitar melhor o fim-de-semana volta a ser farta e passa por aqui. Porque é de barriga reconfortada que é feito o Inverno. A casa dos Ouriços fica na Calçada da Baleia, no centro, é pequenina mas suficientemente simpática para uma pausa com direito a chá, café ou laranjada!
Pormenores da minha vida
Dar banho a três, todos os dias, dá trabalho. E de que maneira, com o do meio a salpicar tudo para fugir do chuveiro. Mas, para mim, é talvez das alturas do dia de maior cumplicidade, entre mim e eles. Gosto mesmo. E fica um cheiro tão bom... Para facilitar a organização da casa de banho, arranjei uma esponja de cada cor para cada um deles. E tenho que as guardar juntinhas para regalo da mais crescida!! O que ela (e eu!) gosta destes pormenores...
Cabeça num 8
Quando o Francisco nasceu, dei por mim a chamar-lhe Carolino. Não só nos primeiros dias, na maternidade, como em casa. Agora, muitas vezes na hora de stress da Matilde, ou por cólicas ou por rabujice, oiço-me: "Pronto, Francisca, já passou...". Enfim, podia ser pior, pelo menos sempre consigo distinguir bem os meninos e meninas cá de casa... baralho é os nomes.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Gosto muito
Não sei se tem página no Facebook, mas ao jeito da rede social, este creme gordo Soam merece o rótulo 'Gosto muito'. Uma das coisas engraçadas, entre muitas, de ter vários filhos é descobrir que não só eles têm muito para nos ensinar sobre a própria vida, como há muito para aprender no que toca à maneira de cuidar deles. Para combater os malefícios desta vaga de frio que ainda se faz sentir e sobretudo para acabar com aquelas borbulhinhas de crescimento nos recém-nascidos, que no caso da minha filhota mais pequenina tomou proporções gigantescas devido também a uma alergia ao leite, o creme Soam é uma verdadeira preciosidade. É um creme gordo e por isso super-hidratante, muito fluido, mas sem aquela textura gordurosa, que deixa a pele lisa num abrir e fechar de olhos. E porque isso também conta, tem um cheirinho tão bom, mas tão bom, que nos custa a crer que seja um creme gordo. Aconselho a quem tem gente miúda em casa. Por estes lados já usam os três. Preço? Esta embalagem de 100g custa dez euros aqui na farmácia ao pé de casa.
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