sábado, 30 de abril de 2011

É por estas e por outras que gosto tanto disto

Aqui há dias recebi este e-mail. Há quem não faça comentários no meu blogue. Há quem não se torne seguidor, mas há muito mais pessoas que me lêem do que eu alguma vez imaginei... E é tão engraçado receber olás de quem por aqui passa... Obrigada!

"Googlava eu à procura de info sobre o Concerto dos Amor Electro (eu fã dos Donna Maria), quando tropecei no teu blogue.
Levantei-me olhei para trás e: "Que é isto?"
E olha..., fiquei um pouco por lá.
De tão (aparentemente) simples e directo torna-se tão agradável.
Não me senti um cusco a espreitar na vida alheia, mas sim a dar um passeio por um trilho que surgiu na confusão de cruzamentos e caminhos do dia-a-dia.
Desculpa a intromissão
Que digo eu? Desculpa?
Ora essa, até talvez lá volte, favoritei-o pois então.
Para um passeio um dia destes. E se não for pela escrita tem info muito útil, Joss Stone à borla? Boa

Continua"

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Dois ratitos

Tal como a mana crescida, nasceram dois dentinhos à minha princesa bebé aos 5 meses. Já o mano do meio só teve dentolas na semana em que fez um anito... Ela é a minha terceira filha, e continuo a vibrar com estas coisas. Claro que liguei logo ao pai, à avó e à madrinha! Dão trabalho, oh se dão... contínuo, inesgotável, mas adoro ser mãe. É também um amor contínuo, crescente, inesgotável...

Medo



Há pouco apanhei talvez a maior e mais inesperada tempestade da minha vida. Estava calor e sem ninguém imaginar deu-se uma queda de granizo que deixou a cril bloqueada. Eu, que levo tudo na boa, deu-me um ataque de pânico. Detesto tuneis. Detesto. Comecei a ver que não tinha luz natural nem à frente nem atrás. Chovia vertiginosamente dentro do tunel. Tudo Parado. Largos minutos. Comecei a imaginar que aquilo caia tudo. Pânico. Drama. Felizmente sai dali. Felizmente já estou em casa com os meus três filhos. Estas mudanças bruscas de tempo apavoram-me...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Amor Electro A Máquina


Porque é para mim uma das melhores músicas em português da actualidade e porque hoje eles fazem a apresentação oficial do seu primeiro disco "Cai o Carmo e a Trindade", no Paradise Garage, deixo-vos com os Amor Electro e o lindíssimo "A Máquina (acordou)".

O mistério da Pandora

Então não é que o meu marido encontrou ontem, aqui no pátio comum do nosso condomínio uma peça da Pandora, com o M, da minha Matilde, exactamente igual à que ele me ofereceu quando ela nasceu? Olhei para a minha pulseira e não tinha o meu M. Olhei outra vez e não tinha. Mas que raio? Como é que a minha pulseira se abriu, deixou escapar uma peça e voltou a fechar-se (e olha que não é fácil de fechar) sem que eu desse conta de nada? A verdade é que a peça é minha. E curioso é também o facto de ele a ter encontrado no pátio comum, por onde eu raramente passo, já que deixo sempre o carro na garagem... estranho. Muito estranho mesmo. Há quanto tempo a terei deixado cair? Como é que a pulseira se voltou a fechar? Hum? Oi? Ele acontece-me cada uma...

Feira do Livro

Começa hoje a Feira do Livro de Lisboa. Até dia 15 de Maio é rumar ao Parque Eduardo Sétimo. Todos os anos ia lá com os meus pais, no meu tempo de criança, e ainda hoje é uma volta que tento não falhar. Há sempre livros a bom preço e eu tenho sempre uma lista tão grande para comprar. Além disso é um bom motivo para uma passeata por Lisboa. Assim o tempo ajude, que com estas datas antecipadas face às tradicionais, que era sempre à volta do Dia mundial da criança, a coisa pode complicar-se, tal como aconteceu no ano passado…

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Um dia dos bons



Hoje, apesar de não ter começado da melhor maneira (tentámos fazer os cartões do cidadão aos três piolhos, mas a fila era de tal ordem que muito provavelmente ainda agora lá estaríamos se não tivéssemos desistido) acabou por ser um dia que entra directamente para a gaveta dos Dias Bons. O sol maravilhoso, tal qual um dia de Verão, fez-nos prometer à filha crescida uma ida até à praia, assim que despachássemos o trabalho e outros afazeres. E como o prometido é devido, lá fomos os cinco, ao final da tarde, armados de toalha, fatos de banho e tudo e tudo e tudo. E foi uma maravilha. Foi a estreia da mais pequena na praia, mas mais parecia a primeira vez do do meio. No Verão passado ele não andava, mas mexeu na areia claro, mas já não se lembrava. E, hoje, era vê-lo de testa franzida e dedos encolhidos. Depressa lhe passou a esquisitisse. E brincamos com as formas, jogámos à bola, molhamos os pés, fugimos das ondas… Era tão bom que todos os dias fossem tão fáceis como o de hoje.