A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa que é tão fugaz. Nós por aqui adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
terça-feira, 7 de junho de 2011
Faz-me falta o sol
Se o S. Pedro soubesse a falta que o sol me faz. Este cinzentismo com que ele insiste em pintar a minha janela há dois dias obriga-me a franzir a testa, a ficar com os olhos pequeninos, pestanas a pesar e uma vontade sobre humana de dormir. E logo eu, que tenho sempre tanto para fazer. Não quero sol para ir à praia (pelo menos para já), nem para dar um mergulho na piscina. Quero sol para trabalhar por favor. Falta-me energia, as ideias não fluem. Já bebi café, mas não substitui o banho de energia que um raio de sol me dá. Se o S. Pedro soubesse de tudo isto, acho que me fazia a vontade e pintava o céu de azul... Fica o recado, pode ser que goste de ler blogues e passe por aqui...
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Da noite de ontem
Em noite de eleições gosto de andar a passear por todos os canais televisivos. Ver como abordam as questões, como se reinventam, que convidados e comentadores convidaram. Ontem confirmei para mim mesma duas coisas:
1.ª que o Ricardo Costa é um dos melhores (senão mesmo o melhor) jornalistas de política. Claro, directo, sem sorrisos nem falsas esperanças.
2.ª que em Portugal cada vez mais se confunde política com futebol. Acreditar que com um novo governo, Portugal possa tomar um novo rumo, é uma coisa. Agora, sair para a rua, aos gritos, de bandeiras e balões nas mãos como se a crise tivesse acabado para todo o sempre é outra. Ganhar as eleições não é ganhar o campeonato. O Governo mudou. O País político mudou. Mas as dificuldades económicas são exactamente as mesmas de há dias atrás. E vamos ver se não vão ainda piorar... quero acreditar que não.
1.ª que o Ricardo Costa é um dos melhores (senão mesmo o melhor) jornalistas de política. Claro, directo, sem sorrisos nem falsas esperanças.
2.ª que em Portugal cada vez mais se confunde política com futebol. Acreditar que com um novo governo, Portugal possa tomar um novo rumo, é uma coisa. Agora, sair para a rua, aos gritos, de bandeiras e balões nas mãos como se a crise tivesse acabado para todo o sempre é outra. Ganhar as eleições não é ganhar o campeonato. O Governo mudou. O País político mudou. Mas as dificuldades económicas são exactamente as mesmas de há dias atrás. E vamos ver se não vão ainda piorar... quero acreditar que não.
domingo, 5 de junho de 2011
Pergunta absolutamente irresistível
- Mãe, quando puderes dás-me colinho?
(Carolina, cinco anos, enquanto eu vestia o pijama aos irmãos. Nunca fez uma birra por ciúmes nem teve alguma vez uma atitude pateta para chamar a atenção. Adora ter irmãos e sabe perfeitamente que eu tenho que cuidar de quem é mais pequenote. Há pouco fez-me esta pergunta. Larguei tudo. Dei o colo que ela queria. Adormeceu. Já lhe disso várias vezes e digo sempre: é a melhor filha do mundo e devo-lhe a ela ter conseguido esta família maravilhosa de três filhos. É uma irmã exemplar, ajuda-me no máximo que pode e adora a família que tem. É linda. Obrigada, filha.)
(Carolina, cinco anos, enquanto eu vestia o pijama aos irmãos. Nunca fez uma birra por ciúmes nem teve alguma vez uma atitude pateta para chamar a atenção. Adora ter irmãos e sabe perfeitamente que eu tenho que cuidar de quem é mais pequenote. Há pouco fez-me esta pergunta. Larguei tudo. Dei o colo que ela queria. Adormeceu. Já lhe disso várias vezes e digo sempre: é a melhor filha do mundo e devo-lhe a ela ter conseguido esta família maravilhosa de três filhos. É uma irmã exemplar, ajuda-me no máximo que pode e adora a família que tem. É linda. Obrigada, filha.)
Eleições
16. 16 hipóteses de voto. É uma coisa que me fascina e intriga esta panóplia de escolha no boletim de elições. Com o país na miséria, com o futuro negro que nos fazem crer que será, como é que há tanta gente, mas tanta gente, a querer assumir responsabilidades? Porque é de responsabilidade que andamos à procura, não de modelos fotográficos nem papagaios raros...
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Levar ou não crianças para levantar o C Cidadão
Então isto funciona assim:
Duas semanas depois de ter ido com os miúdos fazer o Cartão do Cidadão, á Defensor de Chaves (junto ao Campo Pequeno, Lisboa), hoje voltei lá para levantar os cartões. Pelo sim, pelo não, levei os miúdos todos. A Senhora que me atendeu há 15 dias, garantiu-me que não era necessário. Mas cada pessoas é uma pessoa, ou cada funcionário público é um funcionário público e hoje podiam dizer-me outra coisa e eu não moro ali a cinco minutos que vá buscar os miudos à escola e já volto. Entrei sozinha e quem me atendeu pergunta. "Quando fez os cartões pediu a declaração em como eles não iam estar presentes na hora da entrega". "Acho que, sim, pelo menos foi-me dito que não era necessário trazê-los". Então, pelos vistos a coisa funciona assim: caso não queiram regressar com os petizes ao registo/loja do cidadão, isso tem que fical logo escrito na altura de fazer os Cartões. Uma espécie de compromisso à priori que permite à pessoa que está a fazer os cartões, e só ela, levantar os ditos.
Espero ajudar alguém com esta explicação. Que isto não há pachorra para andar com os filhos para trás e para diante em organismos públicos.
Duas semanas depois de ter ido com os miúdos fazer o Cartão do Cidadão, á Defensor de Chaves (junto ao Campo Pequeno, Lisboa), hoje voltei lá para levantar os cartões. Pelo sim, pelo não, levei os miúdos todos. A Senhora que me atendeu há 15 dias, garantiu-me que não era necessário. Mas cada pessoas é uma pessoa, ou cada funcionário público é um funcionário público e hoje podiam dizer-me outra coisa e eu não moro ali a cinco minutos que vá buscar os miudos à escola e já volto. Entrei sozinha e quem me atendeu pergunta. "Quando fez os cartões pediu a declaração em como eles não iam estar presentes na hora da entrega". "Acho que, sim, pelo menos foi-me dito que não era necessário trazê-los". Então, pelos vistos a coisa funciona assim: caso não queiram regressar com os petizes ao registo/loja do cidadão, isso tem que fical logo escrito na altura de fazer os Cartões. Uma espécie de compromisso à priori que permite à pessoa que está a fazer os cartões, e só ela, levantar os ditos.
Espero ajudar alguém com esta explicação. Que isto não há pachorra para andar com os filhos para trás e para diante em organismos públicos.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O maravilhoso Dia da Criança
Desde sempre que adoro o dia mundial da criança. Primeiro porque era criança e isso, leia-se contou até nascer a minha primeira filha(!), depois porque agora sou mãe. É curioso porque as maiores recordações que tenho dos meus dia da criança pouco têm a ver com presentes, ou melhor, com bens materiais. Por norma era o Dia em que iamos à Feira do Livro, quase sempre havia um passeio na escola e houve um ano que os meus pais me deram um hamster. A melhor prenda que tive. Nunca tinha tido animais de estimação, a não ser os tradicionais peixes no aquário e piriquitos em casa das avós. Ter um hamster, para mim, naquela altura, foi como ter um cão, um gato. Andava com ele ao colo, para a frente e para trás, coitado do bichano... Hoje foi de novo Dia Mundial da Criança. Um dia especial, como fiz questão de ensinar à minha filhota mais crescida. Há meninos que nem sequer podem andar na escola, quanto mais terem festa na escola... É importante que percebam a importância de se celebrar o ser pequeno, sem ser apenas e só (mais) um dia de festa. Quando os meus filhos acordaram e foram para a minha cama, onde todos os dias tomam o pequeno-almoço, já lá estavam mimos para eles. Coisas simples, mas embrulhadas que no outro dia, a mais crescida não me agradeceu uma prenda porque não estava embrulhada e como tal não conta como prenda. Abriram os presentes, enchi-os de beijos e lá fomos numa correria desenfreada para a escola que isto de despachar 3 e com embrulhos à mistura não é fácil. Na escola tiveram o seu dia especial e enquanto isso eu preparei-lhes em casa um bolo de chocolate para o lanche. E às tantas pensei: está tão bom tempo e se fossemos fazer um pic nic? É melhor não, a mais pequena depois chora, patati, patata... Mas, a verdade é que a ideia não me saia da cabeça. E foi assim que me lembrei de fazermos um piq nic no terraço do quarto. Com os olhos postos no pôr do sol. Com os miúdos histéricos por poderem comer ali, sentados nas almofadas dispostas na manta. Fiz uma salada com massa, todos gostam, comprei salgados, havia batatas fritas, sumos e o bolo de chocolate feito há minutos. Estivemos lá fora os cinco, num dos melhores pic nic da minha vida. Há pequenas ideias que transformam um dia, possivelmente banal, uma quarta feira de trabalho é uma quarta feira de trabalho, em momentos inesquecíves...E se há coisa que me deixa plena é sentir que vivo a maternidade ao máximo. Agora tenho uma cozinha inteira para arrumar, a roupa para passar que não estica sozinha e muito texto para escrever. Mas tenho o coração cheio.
Assinar:
Postagens (Atom)