sexta-feira, 8 de julho de 2011

Estou tramada


De maneiras que voltaram a montar a feira do livro, bem aqui a umas dezenas de metros abaixo de minha casa. O que vale é que, infelizmente, o dinheiro não abunda, pelo que não há risco de grandes devaneios. Mas, a biblioteca dos miúdos vai voltar a ser reforçada, isso eles não perdoam!
Não fumo, não bebo, cada vez passo menos sem beber café, é verdade mas longe de estar viciada. Agora, o que eu não resisto mesmo é a comprar livros... é um vicio dar uma passeata por estas tendas. E com uma mesmo aqui ao descer a rua tornar-se ainda mais díficil não passar por lá no cafezinho da noite...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Endereço desconhecido


Apaixonada que sou por viagens, gentes, lugares, terras, tradições e costumes alheios, quase que bati palmas quando descobri na minha caixa do correio o novo livro de Tiago Salazar. “Endereço Desconhecido”, é baseado no programa televisivo com o mesmo nome e apresenta-nos de uma forma original doze dos últimos países a aderirem à União Europeia: República Checa, Bulgária, Eslovénia, Lituânia, Letónia, Estónia, Eslováquia, Polónia, Hungria, Roménia, Chipre e Malta. Tal como fiz com “Viagens Sentimentais”, “A Casa do Mundo” e “As Rotas do Sonho”, os outros livros de viagens do autor que tenho aqui todos na minha estante, não resisti e com medo que o livro fugisse desatei logo a ler algumas passagens. E também como esses outros livros, este traz dentro algumas fotografias, não muitas e não as supostamente convencionais de um qualquer catálogo de agência de viagens. Aqui, as fotografias são como os textos, com gente dentro. Gente de cada lugar, no seu lugar, sem arranjos. Assim como o Tiago diz em relação à sua amiga Teresa Dias Coelho, também eu “Só quero fazer viagens em que não tenha tempo de dizer ‘quero voltar para casa!’” A edição é da Oficina do Livro.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Menorca: as fotos










Algumas, apenas, mas com o intuito de deixar uma perspectiva geral.

Menorca: muito mais que uma ilha para a família


Antes de decidirmos fazer uma viagem até Menorca, lemos revistas sobre o assunto e trocamos dedos de conversas com os amigos que já lá tinham estado. Tanto na imprensa como no “passa a palavra”, a opinião era unânime: é uma viagem óptima para fazer com filhos. É uma ilha de família. Muito tranquilo, água boa, sem agitação. Ideal para quem quer descansar e levar crianças. Pois que eu subscrevo por baixo. É verdade, sim senhora: Menorca é um dos sítios mais calmos e pacatos em que já estive e por isso é um óptimo destino para ir com crianças. Mas também é uma óptima viagem para se fazer a dois. A dois, ou três, ou quatro ou cinco, desde que todos andem pelas suas perninhas e tenham força para levar a sua mochila com água e uma sandocha, pois claro. E porquê? Porque tem praias maravilhosas, praticamente virgens que obriga a enormes caminhadas para se chegar até lá e sem caminhos desbravados. Mas merece bem a pena. São autênticos bilhetes postais. Sai de casa com a “obrigação” de me fazer descansar, porque de facto gerir uma família de cinco elementos, não é fácil. Durmo pouco e saio também muito pouco (socialmente falando), o que implica que ande cansada, se calhar exausta, como eu nunca pensei estar. Mas conhecendo-me como eu me conheço, também sabia que essa obrigação de descansar não ia passar propriamente por fazer uma sesta todos os dias. Nem todos, nem nenhum. A verdade, é que quando faço uma viagem (coisa que adoro fazer, andar pelo mundo), não consigo ficar quieta. Essa coisa de estar deitada na praia ou na espreguiçadeira da piscina um dia inteiro não é para mim. Sinto que estou a perder tempo e vai daí que, basicamente, todos os dias, o que fizemos foi: apanhar sol de manhã, primeiro praia e depois piscina (apenas um mergulho ou outro antes do almoço) e seguir viagem para todas e mais algumas terriolas. E que praias maravilhosas encontrámos, que vilas simpáticas. Gente afável. Boa comida. Cumprimos os nossos objectivos todos (menos o de descansar) e até à mais conhecida discoteca menorquina fomos: a cova d’en Xoroi. Uma gruta, verdadeiro templo natural que foi aproveitada para bar e discoteca. Fomos ao final do dia, uma das alturas mais caras e procuradas, por causa do pôr do sol e enquanto vislumbrávamos o horizonte, os gaiatos dançavam que nem uns perdidos! Fomos também comer a famosa Caldereta de Langosta, que bem vistas as coisas é uma sopa de Lagosta. Muito saborosa, por sinal, no restaurante Es Cranc, em Fornells. Um restaurante belíssimo, que depois viemos a saber é considerado um dos melhores de Espanha. Ficámos num óptimo Hotel, com acesso directo à praia e muito perto de uma marina, a que eles chamam Lago, onde fizemos quase todos os dias uma passeata noturna. Na bagagem trouxemos também óptimos presentes, porque Menorca é também um bom sitio para fazer compras, sobretudo para as mulheres que não resistem a um bom acessório. Tanta, mas tanta coisa gira que por lá havia…

(agora que o texto está despachadinho, assim que tiver mais vagar publico as fotos)

Missão

Com os mais crescidos (chamar mais crescido ao bebezão que ontem completou 2 anos não deixa de ser caricato, mas é o que dá quando já há, e com 7 meses, uma mana mais nova) a passar uns dias de férias com os avós, a minha missão para hoje é: não deixar nem um brinquedo deles no chão, que isto cá em casa mais parece um jogo de obstáculos, tal a dificuldade que há numa pessoa se mexer sem pisar e partir alguma coisa. Olhem que a tarefa não vai ser fácil, mas acredito nas minhas capacidades de agente secreto para esta missão (quase) impossível! Ah, se acredito!

Do dia de ontem






Se durante o dia, o pequeno Francisco não percebeu muito bem o que é fazer anos, há noite tomou conta dele uma euforia contagiante. Conseguimos reunir todos ao jantar. Só família, avós, tios e primo , e o resultado foi sentar 14 pessoas à mesa para um churrasco depois de um dia na praia. Há melhor maneira de festejar os anos de quem nasceu em pleno Verão? Estava contente com as prendas, estava, mas estava doido por ter ali tanta gente junta, pelas conversas cruzadas, pela barafunda, enfim, pela festa. Os três felizes, a dar e a vender gargalhadas para quem os quisesse ouvir. Cheios de mimos... tão bom!

terça-feira, 5 de julho de 2011

2

E, hoje, o meu príncipe endiabrado faz dois anos! Dois anos maravilhosamente intensos, cheios. Tão cheios como a nossa casa, o nosso carro. Um coração transbordante e uma certeza de há cinco anos: todos os dias o nosso amor cresce, todos os dias gosto mais dele, todos os dias somos maiores, tal como eles e o seu natural crescimento. Está aqui sentado ao meu colo, enquanto escrevo. Não faz ideia que escrevo sobre ele, tal como não percebe que hoje o dia é dele. Estamos todos juntos, com o trabalho em stand by nestas 24 horas. Hoje sou apenas mãe. Uma mãe cada vez mais babada. Parabéns, meu amor!!