sexta-feira, 30 de setembro de 2011

TPC... para os pais!

Este fim-de-semana tenho que:
1. escrever um texto para a escola da C
2. comprar um detergente para oferecer numa campanha a favor de uma associação de defesa dos animais, numa acção especial da escola da C, a propósito do Dia do Animal
3. fazer dois comboios da família, com a fotografia de cada um de nós os cinco: um para a sala da M, outro para a sala do F
4. identificar o bibe do F, que chegou ontem e é obrigatório usar a partir de segunda-feira

e vamos ver se hoje não vêm mais recadinhos para casa...
Mas aqui para nós, que ninguém nos ouve: eu adoro participar nas coisinhas da escola dos meus filhos. A-do-ro!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Marquesa de Maria João Lopo de Carvalho




Estou absolutamente esmagada com o novo livro de Maria João Lopo de Carvalho. “Marquesa de Alorna” é o primeiro romance histórico da autora que nos últimos tempos nos habituou à escrita infantil. De regresso à literatura para adultos, a escritora apresenta aqui um “trabalho de fôlego”, como diz a editora Oficina do Livro, porque, de facto, são 700 páginas de rigor histórico e nas quais é impossível não ficar apaixonada por uma mulher impar de Portugal do século XVIII e XIX. Não que vez alguma o nome “Marquesa de Alorna” me tivesse passado despercebido, mas talvez por ser hoje eu própria uma mulher, mãe de três filhos e a tentar ter uma palavra a nível profissional, neste caso enquanto jornalista, neste país em crise, acabe por me render ainda mais ao grandes pormenores da vida desta nossa figura nacional. Eu não sabia, mas fiquei agora a saber que a Marquesa de Alorna, de nome Leonor, teve oito filhos e ainda assim dedicou-se com paixão à escrita (foi poetisa), à política, era instruída e viajada. Viveu em Lisboa, mas também no Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. Só por isto, já dá vontade de começar a ler o livro que é apresentado dia 6 de Outubro por Marcelo Rebelo de Sousa no Convento de São Félix, em Chelas (onde a Marquesa passou parte da sua vida) e chega às livrarias no próximo dia 10. Com um percurso notável, não só enquanto escritora, Maria João Lopo de Carvalho é acima de tudo uma pessoa de princípios e com uma educação que vale a pena ressalvar. Não é à toa que, neste exemplar enviado pela Oficina do Livro, a escritora se dá ao trabalho de me fazer uma dedicatória. Para Maria João Lopo de Carvalho não há a desculpa do “não tenho tempo”. Pelo que percebo das suas intervenções, quando convidada de algum programa na TV, ou pela sua escrita, sobretudo nas crónicas na imprensa, rigorosa é dos adjectivos que melhor a caracterizam. Nada é feito de ânimo leve. Tudo tem empenho, esforço e trabalho. Obrigada!

Ao telefone com a pediatra

Ontem, estava eu pronta para ligar à pediatra quando o F fez mais uma diarreia, quando a própria pediatra telefona a perguntar como é que ele estava. Conto-lhe do sucedido e ela acalma-me dizendo que é um quadro típico e previsto numa gastroenterite forte como é esta que se agarrou aos intestinos do meu pequenote.
"O importante é ele beber o soro". Dizia ela. "E ele bebe?" pergunta de imediato.
"Não. Só enganado, quando ponho no copo. Assim que sente o sabor, nunca mais pega nesse copo. Depois ponho noutro e experimenta outra vez, etc etc".
"Ele está aí consigo, não está? Passe-lhe lá o telefone." pediu a pediatra deixando-me espantada.
Dei o telefone ao F, que adora falar ao telefone, mesmo não dizendo nada. Eu, ouvia a médica a dizer-lhe que ele tinha que beber o soro, senão ía para o hospital e tudo e mais alguma coisa, tal como eu já lhe tinha dito. O F de olhos arregalados só abanava a cabeça que sim. A pediatra do outro lado continuava o sermão e ele cada vez mais concentrado no que ela dizia.
Desligámos e não é que o meu piolho bebeu um copázio de soro?! Só mesmo a Dra Maria do Céu Machado e a sua maneira tão particular de estar na vida e de tratar os pequenos para se dar ao trabalho de falar com uma criança de dois anos ao telefone e fazer com ele perceba e repeite.
Foi muito bom. Só isto para me fazer rir às gargalhadas, nestes últimos dias! Ah ah ah ah....

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Obrigada, Llongueras!


Para me alegrar o dia, acabo de receber uma encomenda da Llongueras: um champô e uma máscara para o cabelo. Nome conceituado, em Espanha e no mundo inteiro, enquanto criador de novas tendências do que ao cabelo diz respeito, Llongueras é, mais do que um cabeleireiro, uma marca a registar na cabeça de quem quer tratar bem do seu cabelo. Em Portugal existe um cabeleireiro Llongueras, em Lisboa, na Avenida de Roma, e os produtos são facilmente encontrados. Eu, só pelo cheirinho deles, estou em pulgas para experimentar os que me calharam em sorte. Obrigada, Llongueras!
(Por acaso não sou miúda de pintar o cabelo, mas com estes produtos cá por casa e com os brancos a começar a aparecer, acho que não falta muito para me iniciar nessas andanças das tintas...)

Esta espera dá cabo de mim

Ontem, quando fui buscar os miúdos à escola, o pequeno F estava com 39.3 de febre. Chegou a casa e fez de rajada duas diarreias. Liguei de imediato à pediatra que me disse ser um quadro típico de um espécie específica de gastroenterite. Supostamente quando já está a melhor, a criança volta a fazer diarreia e febre alta e de repente a coisa passa. Portanto, as instruções eram simples: o caso poderia ficar resolvido logo nas próximas horas, ou se o F voltasse a fazer febre e mais diarreia, tinha que ser vsito por ela em Santa Maria. Para eu dizer qualquer coisa pela hora do almoço. O F fez febre ontem à noite e voltou a fazer logo de manhã. A seguir ao iogurte, uma fralda cheia. Mandei logo uma mensagem à pediatra, a dizer que não. O F não despachou a maldita da gastroenterite que já dura há uma semana. Estou em casa com ele à espera de saber a que horas posso passar no Hospital, porque não vou para lá fazer sala, só se for para o miúdo trazer de lá outro virus com ele. Fui pôr as manas às suas escolas, passei no supermercado e até bebi café. Vim para casa e já estendi roupa, adiantei as coisas para a noite e até já passei a ferro. Mas esta espera de uma resposta da pediatra está a deixar-me louca. Quero que ele seja visto. Agora dorme, tinha uma olheiras até ao queixo, precisava mesmo de descansar. Está piegas e exausto. E eu também...
E o raio do telemóvel que não toca...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Constatação rápida e fácil

Não é dificil ser mãe de três filhos, trabalhar fora de casa, com horário rígido e uma vida doméstica complicada por gerir, sem qualquer ajuda externa. Dificil é ter uma vida doméstica complicada por gerir, trabalhar fora de casa com horário rígido, ter três filhos e um deles decidir ficar doente. Isso é que é dificil. Mas, vendo bem, as coisas podem ainda piorar, se em vez de um, tiver dois ou mesmo os três filhos doentes. Por isso, nada de queixas. Respirar fundo e seguir em frente.

Parabéns Google!



Ora se eu já não sei trabalhar sem pelo menos unas dez visitas diárias ao Google e se ele hoje faz aninhos, 13, não poderia deixar de desejar aqui os meus Parabéns e os votos de muitos e bons anos de trabalho. Que ferramenta fundamental é ele! E hoje está especialmente bonito!