segunda-feira, 5 de março de 2012

Para quem tem filhos pequenos, mas já crescidos!



No próximo sábado podem sempre levá-los à sessão de autógrafos de Geronimo Stilton, na Bertrand do Forum Sintra... hum?

domingo, 4 de março de 2012

Uma parvoice que me agrada!

Gosto de aninhar a minha filha na cama dela, de puxar os lençóis e edredão e tapa-la, deixando-a bem quentinha, a ela e à boneca com que ela gosta tanto de dormir. Pode ser uma parvoice, se calhar até devia tirar a boneca da cama, depois dela adormecer, mas gosto de aninhá-las às duas, faz-me parecer que ela fica mais acompanhada, mais protegida, sei lá... Enfim, uma parvoice que eu gosto. É isso!

Chá de tangerina


Depois de muito ouvir falar e ler, este fim-de-semana experimentei Chá de Tangerina. Segundo a medicina tradicional chinesa, pelo que li, ajuda a manter a temperatura do corpo e se acompanhado por gengibre e alfazema, faz um bem danado nesta altura de gripes e constipações. Para além de prevenir estas maleitas da estação, parece também que o chá das folhas de tangerina é altamente calmante. Este fim-de-semana, encontrei num num hipermercado banal, quando andava às compras para a semana, um chá preto de canela e tangerina. Ora, se eu adoro chá preto (é o meu chá, sem dúvida!), se gosto de tangerina e gosto muito do cheiro de canela, porque não experimentá-lo? Comprei e fiz para o pequeno-almoço, a acompanhar belas torradas, e servi também ao lanche, cá em casa, entre amigos que cá almoçaram e por cá permaneceram em amenas conversas. Gostámos todos. Soube mesmo bem terminar assim o domingo, depois de um almoço gigante, com uma perna de javali assada no forno, com batatas à padeiro, arroz branco e feijão preto, caldo verde salteado, queijos, pão, uma taça enorme de fruta (morangos, laranja, meloa, tangerina e pessego), bolo de chocolate e bolo de iogurte com chantili e frutos por cima. Um almoço-bomba, por assim dizer.
No próximo fim-de-semana, vou experimentar fazer chá de tangerina mas a partir das raspas da casca. Dizem que é delicioso!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Pedro, o Nadador-Salvador

Esta semana, a minha filha mais crescida trouxe para casa um trabalho muito, muito simples de fazer. Num papel pequenino, que podemos chamar de um quarto de página A4, se quisermos visualizar, ela tinha que escolher uma profissão relacionada com o mar e escrever a explicação do que é essa mesma profissão. Depois, as crianças não teriam que fazer mais nada, se assim entendessem, ou talvez um desenho, recortar alguma imagem de uma revista, imprimir fotografias da internet. Ficava ao critério dos pais. A minha filha escolheu a profissão de nadador-salvador, em contraponto aos mais habituais pescadores ou marinheiros. E eu decidi escrever um pequeno conto. Eu adoro escrever para os meus filhos, inventar, criar histórias à medida deles. Depois de "Um conto para duas princesas e um pirata" que apresentei aqui na altura do Natal (foi a peça que fizemos na noite de Natal!), deixo-vos agora, "Pedro, o nadador-salvador". Espero que gostem! Pelo menos os meninos da sala da minha filhota adoraram e ouviram-na duas vezes seguidas!!!
aqui está:

Pedro, o nadador-salvador
Pedro era um menino igual a tantos outros.
Adorava estar na praia, fazer castelos na areia e passar por baixo das ondas em refrescantes mergulhos.
Na toalha, enquanto comia fruta tinha sempre os olhos postos no mar e dizia a todos: “Quando for grande quero ser Nadador-Salvador!”
Todos lhe achavam muita graça, sobretudo o João que era o verdadeiro Nadador-Salvador da Praia de Ribeira d'Ilhas, para onde o Pedro ia todos os dias com a família.
“E porque que queres ser tu Nadador-Salvador, Pedro?” - perguntavam-lhe muitas vezes as pessoas.
“Para poder salvar vidas. Para poder ajudar. Para que ninguém se afogue no mar.”
Pedro sabia bem o que dizia. Estar na praia era muito divertido. Havia conchas, rochas, areia seca e areia molhada. Sabia bem comer à tarde Bolas de Berlim, quando havia. Quando o sol já estava menos quente, saia debaixo do chapéu de sol e jogava à bola. Ou então ia buscar as raquetes e brincava com o pai. A mãe ajudava-o a fazer enormes castelos.
Mas, todos eles sabia que o mar merece muito respeito. Não se deve brincar com o mar. Temos sempre que olhar para a cor da bandeira.
Com a bandeira verde podemos nadar, com a amarela só podemos molhar-nos e sem sair da beirinha da água. E com a vermelha, nem os pés devemos molhar, porque pode sempre aparecer uma onda maior do que a que estamos à espera.
Certo dia, Pedro viu um menino a brincar perto da água. A bandeira estava vermelha e por isso, Pedro estava sempre em alerta. Viu o menino pegar no regador, levantar-se e ir direito ao mar. Pedro saiu da sua toalha onde estavam espalhados baldes, pás e ancinhos. Saiu a correr e gritou pelo Nadador-Salvador. O menino tinha caído com uma onda e João foi a correr buscá-lo ao mar, depois de ouvir o Pedro a chamar.
O menino estava assustado e os pais muito agradeceram ao Pedro a sua ajuda.
Quando regressou à sua torre de vigia, o Nadador-Salvador pegou numa bóia que tinha a mais e ofereceu-a ao Pedro.
“Sabes, Pedro, afinal tu já és um verdadeiro nadador-salvador. Fica com esta bóia para te lembrares sempre do dia de hoje, em que não deixaste acontecer nenhum acidente no mar!”

quinta-feira, 1 de março de 2012

Chuva!!

E chegou Março e tudo mudou. Já chove... e bem!

Turismo

Num espaço de poucas horas fico a saber que a Cidadela de Cascais vai abrir a meio deste mês de Março como pousada. Já vi fotografias e acredito que vai ser mais um lugar de encantar, nesta costa. E no Terreiro do Paço, as antigas instalações do Ministério da Administração Interna vão dar lugar a uma Pousa de Portugal. Deixo aqui o meu grande, grande aplauso, pela iniciativa. Há anos que vejo como única saída para este país o investimento no turismo. E temos coisas tão boas, mas tão boas mesmo para oferecer: a comida, a paisagem, o clima, o afecto... E é quando leio notícias destas que acredito que sim, que Portugal vai conseguir dar a volta a esta crise. Nós somos capazes, somos empreendedores, guerreiros. Nós vamos lá.

Março

Gosto muito do mês de Março. Por ser o mês em que começa a Primavera, por ser o mês do meu aniversário, sempre gostei. É um mês que, à semelhança de Setembro e da primeira semana de Janeiro me faz acreditar que as coisas vão melhorar. No fundo que há um novo tempo, um recomeço. O meu Fevereiro terminou com uma notícia má a nível profissional. Quero acreditar que Março vem mostrar que há sempre e vão continuar a haver janelas para abrir quando algumas portas se fecham. Hoje começa um novo mês, o mês das flores, e eu estou cheia de vontade de trabalhar.