A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa e única que é tão fugaz. Nós por aqui somos 5 e somos muitos diferentes! 5 mais um cão e adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Espectáculos à borla
Quem os não quer? Porque todos os descontos ou promoções são bem-vindos, em especial nesta época de verdadeira crise, não podia deixar de partilhar a informação que me acaba de chegar com vocês que me lêem. O Oeiras Parque está a oferecer bilhetes para diversos espectáculos na aquisição ou carregamento de cartões Mundicenter Gift Card (MGC) com um valor igual ou superior a 40 euros. Em causa estão bilhetes duplos para peças como “Slava Snowshow” ou “É como diz o outro”, ambos em cena no Casino de Lisboa. O “Slava Snowshow”, estreia dentro de dias e apresenta um mundo fantástico, habitado por palhaços capazes de desencadear tempestades de neve a partir de um simples pedaço de papel. Já a comédia “É como diz o outro” está de volta ao palco lisboeta com Bruno Nogueira e Miguel Guilherme, num espectáculo humorístico que apresenta as mais insólitas confidências partilhadas por dois colegas ao longo de um dia de trabalho. É ou não uma promoção a levar em conta nestes dias?
O Sorriso das Mulheres

Chegou à minha mesa de trabalho, na semana passada, em jeito de presente, embrulhado em papel seda vermelho e com um bonito laçarote, que tinha preso um cartão que dizia “Este livro vai deixá-la feliz”. Não sei se vai, se não, mas só pela maneira como foi entregue fez-me sorrir. E, honestamente, até acho que sim, que me vai deixar feliz, reconfortada. Estive já a ler a sinopse e fez-me lembrar o filme “Nothing Hill”, não sei muito bem porquê, mas fez e gostei. Ora vejamos: esta é a história de Aurélie, uma jovem atraente e sonhadora que tem um romântico restaurante no coração de Paris. É ali, com o aroma do chocolate e canela, que encontra consolo para os momentos menos bons. Como aquele que atravessa agora, com o fim do namoro. Numa tarde numa livraria encontra o romance “O Sorriso das Mulheres” e descobre que a personagem principal é inspirada em si própria. Sente-se lisonjeada, feliz, contente e quer encontrar o autor. Mas isso, não vai ser de facto uma tarefa fácil.
É por isso, um livro romântico, passado entre livros e boas comidas, o que é sempre, sempre, uma boa combinação.
A edição é da Quinta Essência e está nas livrarias a partir de 20 de Abril. Eu, que sou uma sortuda, já o tenho na mesinha de cabeceira!
Mais sabor para celíacos
Há coisa de um ano, mais mês menos mês, fiz uma reportagem sobre o dia-a-dia de um Celíaco, para a TV Mais. Lembram-se? Fiz uma entrevista a um doente que me explicou os pequenos grandes dramas do dia-a-dia, como não poder almoçar à pressa (quem não tem pressa na luta de segunda a sexta?), num sítio qualquer, com uma sandes ou um rissol. Quem é celíaco não pode. Nem pode beber uma cerveja, por exemplo. Mas há um ano a esta parte já pode comer pizza na Telepizza e a partir de agora até tem mais opção de escolha. A marca apresentou há dias a novidade Pizza Bacana para celíacos, com os tradicionais cogumelos, ananás, bacon e extra queijo. Porque de facto quem é intolerante ao gluten (presente em quatro cereais: trigo, centeio, cevada e aveia) não pode ficar vedado ao que é saboroso...
A Telepizza tem ainda a Pizza sem gluten de fiambre e queijo. Agora, é só escolher!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Pode o cinema transformar-nos?

Partilhei vários visionamentos de imprensa com o Rui Pedro Tendinha. Nunca trocámos mais do que o banal, bom dia ou boa tarde, mas fiquei vezes sem conta a ouvi-lo falar com outros jornalistas sobre os filmes que tinha visto, quem tinha entrevistado lá para os lados de Hollywood e, confesso, sempre fiquei algo fascinada com o que dizia. Sobretudo porque se percebe à distância o quanto Rui Pedro Tendinha é apaixonado pelo cinema. E eu, acredito mesmo, que só somos bons profissionais se tivermos realmente paixão pelo que fazemos. Não basta ter estudado para, não basta apreciar. Tem que se amar. E é por isso que não me espantei quando há minutos recebo o press sobre o novo livro da “Oficina do Livro”: “100 filmes que podem mudar a sua vida” de Rui Pedro Tendinha. Aqui, o jornalista e critico de cinema faz alguns paralelismos do que vemos na grande tela e no que vivemos na realidade. E de facto, quantos de nós não somos inspirados por grandes histórias do cinema para darmos mais um passo na nossa vida? Se eu adoro ver filmes e ler livros baseados em histórias reais, também gosto muito de perceber como uma boa história do cinema pode transformar o nosso dia e levar-nos a tomar decisões inspiradas pela sétima arte. Eu fiquei curiosa!
Sushi Café Avenida – uma maravilha

Há restaurantes que são bons, outros há que são muitos bons e há ainda alguns, muito poucos, que são mais do que isso: são extraordinários, únicos e por isso valem muito a pena conhecer. São, no fundo, uma verdadeira experiência. Na saga do meu aniversário de arriscar entre ir jantar fora e levar a reboque os meus três filhos ou ficar em casa, decidi ir jantar fora um sítio que há muito queria conhecer: o Sushi Café Avenida. Não jantar com eles no meu dia de aniversário estava completamente fora de questão. São o melhor do meu mundo e merecem estar comigo no meu dia de anos e eu quero sempre estar com eles, aqui ou na China. Liguei para lá a marcar e quando me perguntaram quantos éramos disse: “somos quatro adultos, mas tenho três crianças que...” Fui logo interrompida e do outro lado do telefone disseram logo: “são sete portanto”. “Exacto, somos sete, mas três são crianças, não há problema...” e de novo interrompida fazendo-me feliz por não levantarem qualquer obstáculo. Sabia à partida que aquele é um restaurante sempre cheio, que sushi não é propriamente comida para gente tão pequena como a minha e por isso não queria estar a levar os miúdos se isso fosse só para ficarmos todos constrangidos, sobretudo pelo barulho. Só pelo atendimento ao telefone, o Sushi Café Avenida ficou logo no meu coração, de tão à vontade que me deixou. Mais, quando marquei a mesa não me disseram que tinha que lá estar à hora X. Depois de tudo esclarecido, perguntaram-me por fim a que horas estávamos a pensar chegar e isso também me alegrou. Detesto quando tento marcar um restaurante e me dizem coisas do tipo: sim, mas tem que estar cá às 20h ou então, só depois das 22h. Detesto. Ali não, tudo tranquilo, tudo maravilha. Chegámos à hora marcada e os miúdos ficaram de olhos colocados ao DJ que dava música à sala, mesmo em frente do balcão onde se preparavam os pratos. Entrámos e ficámos colados à hipnotizante parede de luz rosa e “às ondinhas”, como diziam eles, completamente maravilhados com o espaço. Eles e eu. O Sushi Café Avenida faz parte dos restaurantes mais bonitos em que já jantei. É completamente diferente do banal, do já visto, do bonito, mas igual. Ali tudo é diferente. E, essa diferença, chega também em forma de prato. Se a decoração é a rigor, a cozinha é de excelência. O melhor sushi que comi em toda a minha vida, e já levo uns tantos restaurantes de referência na minha história, foi no Sushi Café Avenida. Para isso também contribuiu e muito o atendimento: irrepreensível. Mais do que uma vez vieram à mesa, apenas perguntar se estávamos a gostar e até nos trouxeram uma entrada especial para provar. Explicaram-nos de onde vinham os seus peixes e falámos até da casa-mãe do restaurante, nascido há seis anos nas Amoreiras. No final, parecia que éramos clientes habituais. Juro que quero lá voltar. Se fosse critica gastronómica, que não só, mas gostava de ser, dava nota máxima ao Sushi Café Avenida. Maravilhoso. (E não, não é caro, sobretudo tendo em conta a excelência da comida).
Deste dia do livro infantil

Uma das maiores recordações que tenho da minha infância é ver todas as noites o meu pai levar um livro para a cama quando se ia deitar. Lembro-me de me levantar vezes sem conta, quando já deveria estar a dormir, e ver o meu pai a ler com a luz da mesinha de cabeceira acesa. Lembro-me de ficar a olhar e querer ir para ali, também, saber o que estava ali escrito, que histórias eram, o que contavam. Em casa dos meus avós havia livros por todo o lado e muitas eram as vezes em que me sentava em silêncio ao lado do meu avô a vê-lo fazer a revisão de pilhas de folhas que seriam, no futuro, um livro da chancela da Bertrand, onde trabalhava. Lembro-me de muitas colecções que tive e guardo-as todas, em casa dos meus pais, como os emblemáticos livros da “Anita”, recuperados e ainda existentes no mercado. Cresci e não os deitei fora, não os dei. Tenho-os lá e sei que quando as minhas filhas souberem ler vão gostar de mergulhar ali, naquele tesouro. Sempre gostei de ler. Sempre. Sempre gostei de livros. Sempre. E os meus três filhos parecem seguir-me as pisadas. Todas as noites leio para os três. E mesmo a pequenina de um ano e quatro meses fica compenetrada, sentado no meu dos irmãos, a ouvir-me e a ansiar pela apresentação dos bonecos. Pode não perceber a história. Pode nem querer saber a história, mas gosta do ritual. De ficar ali, sossegada a ouvir ler e a poder tocar nos livros. Ontem, quando já os mais novos dormiam peguei eu no livro que estou a acabar e a minha filha mais crescida disse aquilo que eu também dizia aos meus pais: “também queria ler esse livro contigo. Saber o que está aí escrito”. E acho que este testemunho dado pelos pais, este exemplo de ver ler e não apenas dizer que ler é bom e faz bem, pode torná-los pessoas mais interessadas na leitura. Não por ser algo erudito, nunca vi a leitura assim, mas por ser uma coisa que nos possibilita sair da nossa vida, conhecer outras. Aquela velha ideia de viajar sem sair do lugar, conhecer gente que de outra forma nunca saberíamos que tinham existido. Hoje, é Dia do Livro Infantil e deste lado do ecrã não vou peço para comprarem livros aos vosso filhos, mas para os lerem. De certo que há lá em casa um livro à espera de se revelar, hum? Não se gasta dinheiro, acalma os miúdos na hora de dormir e deixa memórias felizes.
domingo, 1 de abril de 2012
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