Ora cá está uma boa notícia para quem quer ir muito ver o concerto de Madonna, dia 24 de Junho, em Coimbra e ainda não comprou bilhete. A Worten está com uma campanha de 20 por cento de desconto directo sobre o preço dos bilhetes, até 17 de Junho.
Recordo apenas que os bilhetes para este concerto custam entre 45 e 170 euros, sendo que os de 45 euros já voaram...
(o mais barato é agora 80 euros para o relvado)
A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa e única que é tão fugaz. Nós por aqui somos 5 e somos muitos diferentes! 5 mais um cão e adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Jardim Botânico com entrada gratuita
A partir desta quinta-feira, feriado, dia 7 de Junho, e até ao final do mês, o Jardim Botânico de Lisboa abre as portas com entrada gratuita, ao fim de um longo processo de reabilitação. Fundado em 1878, o jardim possui exemplares botânicos, cultivados ao ar livre, de espécies das mais diversas latitudes e de todos os continentes. No seu conjunto, estas plantas criam, no interior do Jardim Botânico, um ambiente ameno, sereno e purificado no coração de Lisboa. Ao todo, hoje em dia, encontramos no Jardim mais de 1500 espécies botânicas e só variedades de Palmeiras, por exemplo, encontramos 30 espécies! No Jardim Botânico pode-se também visitar o Borboletário que é a primeira estufa de criação de borboletas da fauna Ibérica aberta ao público e que deixa todos sempre encantados. Eu já lá estive, há anos, e gostei muito. Com a entrada gratuita durante todo este mês, é de aproveitar e levar lá a família. A ver se marco na agenda...
353 mil
353 mil foi o número de pessoas que passaram pelo Rock in Rio Lisboa 2012. Um número, a meu ver, verdadeiramente impressionante. Sobretudo tendo em conta a conjuntura portuguesa da actualidade. É certo que há vários convites, é certo que a mesma pessoa pode ter ido nos cinco dias e representa por cinco 5 pessoas, mas ainda assim percebe-se bem o quanto os hábitos de consumo estão mudados em Portugal. Há muito que deixámos de ser aquele povo tacanho. A música está na moda, os festivais estão na moda, mas se isso servir para abrir mentalidade, para nos levar a quebrar fronteiras e a afirmarmo-nos como gente culta, tanto melhor.
Lembram-se do vai-vem?
Fica a dica para fazerem em casa e levarem convosco para as brincadeiras de Verão. A pequenada agradece! (e o pais também que assim não têm que gastar dinheiro!)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Agora nunca mais nos esquecemos porque lhe chamam “The Boss”
Se não foi este um dos melhores concertos que vi na minha vida, foi, de certeza, o melhor concerto que vi nas cinco edições do Rock in Rio Lisboa. Bruce Springsteen deu ontem um espectáculo impossível de esquecer a quem passou pelo Parque da Bela Vista. Desde a primeira edição que sou fã do conceito do Rock in Rio. Deste lado ecléctico. De ter vários estilos de música. De convidar muitas e tão diferentes bandas. De ter várias coisas a acontecer ao mesmo tempo. Mas, se antes já era fã, agora ainda fiquei mais. Foi para mim o melhor encerramento do Rock in Rio Lisboa de sempre. Uma energia, uma alegria, uma voz, uma postura irrepreensíveis, magníficas. Incrível. Desde que foi anunciada a vinda de Bruce Springsteen a Lisboa que marquei o dia na agenda e prometi a mim mesma que não podia perder o concerto. Mas nunca imaginei que fosse tão bom. Ao fim de uma longa espera, e de facto estar 45 minutos à espera que o concerto começasse, depois do também grande momento (mais um!) dos Xutos e Pontapés, deixa qualquer um KO, Bruce Springsteen compensou tudo e todos e por mim pode voltar sempre que eu espero mais 45 minutos se preciso for. Ele vibrou em palco. Percorreu tudo o que tinha a percorrer, tocou nas pessoas, levou fãs ao palco. Estava feliz e fez feliz o público português. Hoje, sinto-me como se tivesse sido atropelada por um camião, com quatro horas de sono, mas valeu muito a pena. Muito, muito bom. E já comecei uma nova contagem decrescente para o Rock in Rio 2014. Não sei ver o futuro, mas eu arrisco a dizer: “Eu vou”, ou pelo menos, quero ir.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A avó ajuda a ultrapassar a crise
É impossível não ficar preso de curiosidade ao novo livro acabado de editar pela Guerra&Paz “Já a minha avó sabia”. Uma espécie de guia útil que revela como dez avós americanas conseguiram ultrapassar a crise de 1929. A autora Erin Bried reuniu uma dezena de mulheres, hoje avós, que depositam aqui mais de 100 dicas para conseguirmos contornar a crise que agora afecta a os estados Unidos, Europa e muito particularmente Portugal. Todos nós sabemos que a vida é feita por ciclos. Todos nós temos noção que os nossos pais também já viveram uma dura crise. Todos nós ouvimos os relatos dos nossos avós da altura da II Guerra Mundial e do pós guerra. Todos nós temos que acreditar que, se eles conseguiram ultrapassar esses momentos tão difíceis, nós também somos capazes de o fazer. Essencialmente, acho que o primeiro passo é aceitar que a vida mudou e que ainda vai mudar mais. Que temos e vamos fazer cedências. Que vamos passar por coisas que não queríamos. Que a facilidade ficou para trás. E depois há que aprender com quem tem mais experiência. Com quem já teve pouco para comer, nada ou quase nada para vestir, ou pelo menos como gostaria. Todos somos capazes de suportar mais do que pensamos ser. Não é fácil, mas eu acredito que tudo é ultrapassável com o tempo. Mas enquanto a reviravolta não chega e a crise não passa, há que ter consciência que vai ser duro. Neste livro, a escritora Erin Bried acaba por fazer um apanhado de conselhos úteis em áreas do dia a dia, como a cozinha, a limpeza, jardinagem, lazer e poupança. Eu já dei uma olhadela ao exemplar que aterrou há minutos aqui na minha mesa de trabalhos e sinceramente fiquei com a sensação que este é um livro de auto-ajuda e dicas para uma vida feliz e simples com ou sem crise. Dar um abraço apertado ao marido quando chega do trabalho não tem que acontecer só quando a vida está difícil, mas aceito que muitas vezes é desvalorizado. Aproveitar meias velhas para fazer fantoches para os filhos é um truque que sempre agradou e vai agradar a pequenada, mesmo com posses para comprar outros brinquedos. Acima de tudo, que esta altura de crise sirva para rever maneiras de estar na vida! Este livro dá um bom contributo para isso.
(O livro tem o preço recomendado pela editora de 17,70 euros)
Quando assim tem que ser...
Começar o Dia Mundial da Criança a dar vacinas à cria mais nova lá de casa não foi simpático. Não foi. Mas, lá está, quando assim tem que ser, é.
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