terça-feira, 12 de novembro de 2013

Operação Nariz Vermelho


 
Ontem, no Bloco Operatório, a Matilde teve a visita dos Doutores Palhaço. Já sabia que faziam um trabalho fantástico. Aliás, cruzei-me com eles mais do que uma vez no Hospital e fizeram-me logo rir só pela sua presença, modo de andar, cantorias, enfim Alegria. Mas uma coisa é ver passar, ler sobre eles, ouvir falar, ver pelos olhos dos outros. Outra, muito diferente, é ver ao vivo e numa “actuação” para a minha filha. Extraordinário. É a melhor palavra que encontro para este projecto. Muito nos rimos nós naquela visita especial em que recriaram uma das músicas preferidas da Matilde: A Quinta do Tio Manel. Ontem, naquela quinta inventada à pressão e especialmente para ela havia todos os bichos e mais alguns, muito mais do que podem imaginar, e rimos às gargalhadas com o som que faziam e os movimentos que exteriorizavam. Tudo feito na hora, tudo feito de improviso, tudo feito de coração. Mais uma vez: extraordinário. E eu que sou uma mãe galinha igual a todas as mães, fiquei de sorriso na cara quando a minha filha, no regresso a casa me perguntou quando víamos os palhaços outra vez. Afinal, ir ao Hospital, assim, custa muito menos… Muito, muito obrigada.

Se alguém quiser saber mais sobre o projecto ou mesmo ajudar a fundação, podem ver mais aqui: http://www.narizvermelho.pt/epages/1290-080722.sf/pt_PT/?ObjectPath=/Shops/1290-080722/Categories

Weekend Review


 
Depois de um sábado inteiramente dedicado aos afazeres dos miúdos (ele é futebol para o filho do meio de manhã, ele é comprar presentes para aniversários de amigos que lá vêm, ele é festas em formato non-stop), no domingo fomos até à Golegã, para visitar a feira do cavalo. Gosto sempre de lá ir e por norma é um passeio repetido todos os anos. Gosto de ver os cavalos, gosto do frio, das castanhas… gosto. Mas este ano, ao contrário dos outros chegámos mesmo à hora do almoço e estava um caos. A sério, tanta gente, mas tanta gente que eu já amaldiçoava a ideia de ter ido para lá. Eram filas intermináveis para almoçar em qualquer lado. Era gente e mais gente nas ruas, que nos faziam andar em modo procissão sem ter direito a apreciar o que passava ao lado, tais eram os encontrões. Mas depois, lá encontrámos um sítio mais calmo para almoçar, sentámos, comemos e retomámos o passeio, aí sim já com menos confusão.  Os miúdos queriam tudo e mais alguma coisa: máquinas de bolhas de sabão, balões, cavalinhos grandes, pequenos, de peluche, de plástico, mais feios, mais bonitos. Eu revirava os olhos a cada banca, que tralha já há demais nestes quartos, e lá os contentei com uns chapéus que encontrámos já no final e que fizeram a delícia de todos. Pessoalmente adoro chapéus, mas não fico nada, nada bem de chapéu. Já os meus filhos… ficaram Lindos!!!
Ficam algumas fotografias, entre as pinturas faciais das festas (Duas Festas!!!) no sábado, e a passeata de domingo.





 

Já tenho agenda para 2014




Queria tê-la comprado quando a miúda esteve internada há um mês, mas no dia da alta um desencontro com a educadora do serviço de cirurgia pediátrica fez com que viesse embora de Santa Maria sem a bem dita agenda. Não vim preocupada, porque sabia que muitas mais vezes iria regressar ao hospital… infelizmente. E ontem, dia em que a miúda voltou ao Bloco Operatório, assim que fiquei sozinha, com ela para lá daquelas portas onde só passam os médicos, fui buscar a minha agenda. Nada melhor que ter muitos afazeres na hora da operação dos nossos filhos… os minutos, horas, toneladas de horas, passam um bocadinho mais depressa!

Eu não passo sem agenda. Por mais tecnologias que apareçam continuo a gostar de caneta e papel. Faço listas, aponto ideias, traço planos, assento compromissos. E não gosto de comprar uma agenda qualquer. Normalmente opto por uma que tenha um fim solidário. Já comprei uma vez da Casa da Criança de Tires, por exemplo, e aquece-me a alma encontrar de quando em vez um desenho dos miúdos. Tal como acontece nesta agenda a estrear daqui a umas semanas, com a chegada do ano novo. Os lucros conseguidos com esta agenda 2014 revertem a favor da Associação para as Crianças de Santa Maria e eu estou imensamente grata ao Hospital, aos médicos e enfermeiros, pessoal auxiliar, TODOS, por tudo o que fizeram com a Matilde. Não tenho um único motivo de queixa, de desagrado. Para um hospital daquela dimensão, é incrível como todos nos conseguem sentir um pouquinho em casa. Ainda temos muitas visitas a fazer ao Hospital, espero que nenhuma mais ao serviço de cirurgia, mas entre consultas e exames, há muitos mais dias de regresso e, por tudo o que já passou e por tudo o que lá vem, eu só posso mesmo dizer OBRIGADA.

E vocês já têm agenda?

Do nosso São Martinho


É das coisas mais simples da vida que nascem os melhores momentos. Ontem não combinámos nada para o nosso São Martinho. A miúda ia ao Bloco Operatório e apesar de ser esperado vir dormir a casa, não sabíamos muito bem o que esperar. Afinal, uma anestesia geral não é brinquedo. Correu tudo pelo melhor e regressámos mais cedo que estávamos à espera e por isso decidi pôr um apontamento de São Martinho diferente na nossa mesa de jantar de todos os dias. Folhas, castanhas e velas, foi o que bastou para os miúdos perceberem que o jantar era especial, não propriamente pelo magusto em si, mas por estarmos todos. Todos juntos e bem.  

sábado, 9 de novembro de 2013

Livro do fim-de-semana - 4


Este é daqueles livros que sabe mesmo bem ler numa noite fria de outono ou inverno. Mesmo quando só nos apetece aquecer e ficar no quentinho! “Ovelhinha dá-me lá” é um livro que mostra como o pelo da ovelha nos pode ajudar, permitindo fazer cachecóis, camisolas, meias e luvas, mas, para além disso e acima de tudo, é um livro sobre a amizade e a partilha. Pelo menos é assim que o interpretamos cá por casa. Ao longo desta história da Isabel Minhós Martins, recomendada pelo Plano Nacional de Leitura e que já conquistou prémios, vamos pedindo à Ovelhinha lã para fazer um casaquinho, um gorro, umas luvas, camisolas e meias. A ovelha dá, dá sempre. Até que quem pede se lembra de tricotar também para a ovelhinha. Porque se temos frio, há mais quem tenha! A edição é da Kalandraka e parece-me que é uma boa sugestão para mais um fim-de-semana frio de Novembro...

Bom dia fim-de-semana!

 
Gosto tanto dos dias que começam assim...
Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Personalizar o Natal


Ontem uma amiga partilhou no facebook esta ideia giríssima para fazer para o Natal. Eu, que adoro estas coisas, fiquei logo encantada e guardei logo a imagem na minha pasta de "coisas a fazer". Mais do que encontrar o presente certo para cada pessoa, eu gosto mesmo é de meter mãos à obra e fazer uma coisa especial para alguém, uma coisa que não há à venda em nenhuma loja e que sai directamente da nossa cabeça e coração. Todos os anos gosto de fazer postais, decorações de Natal e mesmo presentes, pequenas lembranças que no fundo marcam quem somos.
E foi assim que decidi fazer uma breve pesquisa sobre este tema, deixando-vos uma pequena amostra do que podem fazer para personalizar o vosso Natal. Não têm que fazer tudo exactamente igual, aliás, o grande gozo é apenas tirar ideias e fazer uma coisa só nossa!
Espero que gostem!
Acho deliciosos estes pinguins para colocar na árvore de Natal. Ainda para mais dão outro fim a lâmpadas que seguiam caminho para o lixo. Palavra de ordem: reciclar!

Natal só cheira a Natal com o forno ligado na cozinha e velas a iluminar a casa toda. E há tanto frasco que podemos aproveitar!

Fiquei apaixonada por estas renas feitas de casca de amendoins. Acho que fazem umas etiquetas mesmo originais para os nossos embrulhos!

Para quem não tem muito espaço para fazer a árvore de Natal, esta parece-me uma ideia muito elegante, até porque o importante e caber toda a família em casa!

Para enviar por correio, ou para colocar junto a um presente, os cartões feitos à mão são muitas vezes o que marca a diferença!
 
Por fim, deixo uma ideia muito original para um presente, sobretudo para oferecer a quem teve que sair de Portugal em busca de emprego...