Faz amanhã dois anos que o fado foi elevado à categoria de
Património Imaterial da Humanidade. Para assinalar a data, o Museu do Fado, que
eu gosto particularmente e sobre o qual já falei aqui neste blogue inúmeras
vezes, abre as portas para um dia de visitas gratuitas e ainda um concerto de
Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro, também de entrada gratuita, a partir das
21h30. Se para entrar no Museu não é preciso mais nada senão aparecer, para
assistir ao concerto é necessária marcação prévia, pelo telefone 21 882 34 70,
dada a lotação da sala. Se estão por Lisboa, se estão de férias ou mesmo desempregados,
ou se estão a trabalhar mas têm igualmente tempo, tirem umas horas e visitem o
Museu do Fado. Vale a pena… ainda para mais, quando a entrada é gratuita! Vamos
celebrar o fado? Fica a dica para aproveitar melhor uma simples quarta-feira… A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa que é tão fugaz. Nós por aqui adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Celebrar o fado!
Faz amanhã dois anos que o fado foi elevado à categoria de
Património Imaterial da Humanidade. Para assinalar a data, o Museu do Fado, que
eu gosto particularmente e sobre o qual já falei aqui neste blogue inúmeras
vezes, abre as portas para um dia de visitas gratuitas e ainda um concerto de
Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro, também de entrada gratuita, a partir das
21h30. Se para entrar no Museu não é preciso mais nada senão aparecer, para
assistir ao concerto é necessária marcação prévia, pelo telefone 21 882 34 70,
dada a lotação da sala. Se estão por Lisboa, se estão de férias ou mesmo desempregados,
ou se estão a trabalhar mas têm igualmente tempo, tirem umas horas e visitem o
Museu do Fado. Vale a pena… ainda para mais, quando a entrada é gratuita! Vamos
celebrar o fado? Fica a dica para aproveitar melhor uma simples quarta-feira… Ajuda de Mãe
Enquanto blogger e jornalista, fui convidada na semana
passada a conhecer a Ajuda de Mãe. A fazer uma visita à casa, a ver os rostos,
perceber a dinâmica. Foi um convite inesperado, mas ao qual disse imediatamente
SIM. Não podia dizer outra coisa. Há muito que conheço a ajuda de mãe, mas convenhamos:
uma coisa é conhecer de ouvir falar, de ler, de ajudar contribuindo com
qualquer coisa para uma causa que sabemos ser maior. Mas outra completamente
diferente é ir lá. Pisar aquele chão e olhar o rosto de quem precisa de ajuda e
de quem a dá, de coração. Não estive lá mais do que um par de horas. Foi o
quanto bastou para perceber toda aquela dinâmica. Não imaginava que houvesse
tanta gente ali a trabalhar. Não imaginava que eles prestassem tantos e tão
bons serviços. Como o projecto da amamentação. Eu tive muita dificuldade em dar
de mamar. As coisas não me correram propriamente bem com nenhum dos três, e
para além da pediatra poucas mais ajudas tive. Se fosse hoje não tinha dúvidas
em ligar para ali para contar que a miúda não engordava nem por nada. Que me
doía dar de mamar e que em vez de prazer, já tinha lágrimas a saltarem-me da
cara só de pensar que estava a chegar mais um momento. Com o projecto
amamentar, a Ajuda de Mãe presta apoio a qualquer mãe. Mesmo às que não
pertencem à associação ou não estão identificadas como alguém que precisa de
ajuda. Com este projecto, ajuda-se qualquer mãe. Qualquer uma, por mais
possibilidades económicas que tenha. E tal como qualquer outra, não tem que
pagar nada pelo serviço (ainda que qualquer donativo é sempre bem vindo). O
serviço já respondeu a centenas de perguntas, já esperou por centenas de
mulheres e já foi a casa de centenas de mães que precisam de ajuda. As pessoas
ligam, falam, perguntam e se assim entenderem ainda solicitam uma visita ao
domicilio e… mais uma vez, não pagam nada. Só têm um carro para este serviços e
todos os dias fazem mais de duas visitas domiciliárias que tanto pode ser no
bairro do lado, como na margem sul, ou nas Caldas da Rainha.
Mas para além da amamentação, há outros projectos,
igualmente importantes, para as mães e para os bebés. Há a escola. Há o
trabalho. Ter um filho na adolescência não implica ficar sem estudar. Há
escolas próprias, onde qualquer menina feita mulher à força se vai sentir
integrada e acompanhada. Ter um filho não implica deixar de conseguir
trabalhar. Aliás trabalha-se, por vezes com os filhos ao lado, ou deixando-os
bem entregues na creche, outra valência da associação. Ali, na casa mãe da
Ajuda de Mãe, as mães são convidadas a fazer trabalhos de costura, a descascar
fruta para as compotas, a limpar, a arrumar. Há espaço para todos os talentos…
porque há tanta coisa que é precisa fazer.
Se quiserem conhecer melhor a associação passem na página
oficial do facebook e vejam as inúmeras campanhas que eles têm ou fiquem um
pouco à conversa num próxima venda de Natal solidária onde estão sempre
presentes, entre outras coisas com o apetitoso Doce de Abóbora, que eu trouxe
para casa! Porque amigos nunca são demais, tornem-se amigos da Ajuda de Mãe
aqui https://www.facebook.com/profile.php?id=100000220408990&fref=ts
Gosto!
Ontem passei por este vidrão e foi-me impossível não tirar uma fotografia. O Parque das Nações está cheio de casos destes: vidrões transformados em obras de artista, pela arte pública. É de facto um bom exemplo em como a arte de rua pode melhorar, em muito, uma paisagem, uma parede, ou neste caso, um objecto tão comum como um vidrão. Gosto, gosto, gosto!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Abastecer e não pagar!
Venho na autoestrada de caminho para casa e o carro entra na
reserva. Saio para abastecer. Ainda penso em atestar (odeio pôr gasóleo, por
isso quando tenho que ir à bomba, quase sempre abasteço para não ter que andar
sempre a caminho de lá), mas às tantas pensei que não me estava a apetecer
gastar assim 90 euros. Vai daí, ponho 60. 60 euros de gasóleo. Vou pagar e eis
que o multibanco dá anomalia. Dá uma, duas, três, dez vezes. Mudo de cartão. Não
tem a ver comigo, mas com o multibanco. O sistema central. O funcionário
procura o gerente, o gerente pergunta se posso passar noutro dia para pagar?
Oi? Como? Assim? Por mim… tudo bem! Fica lá a factura com o meu nome e número
de telemóvel, mais matricula do carro e uma chamada a dizer que passo lá daqui
a dias. O senhor ainda me pede desculpas pelo incómodo e diz-me que não tenho
culpa do multibanco não funcionar. Pois não, não tenho, mas não sabia que ainda
se confiava assim nas pessoas, nos desconhecidos. Venho o caminho todo a pensar
nisto e vou a um supermercado perto de
casa que também está sem multibanco. Pago com dinheiro, porque eram compras
básicas, para o dia. Vou ao multibanco e eis que também não funciona. Impressão
minha ou hoje está um caos para fazer pagamentos multibanco? Quantas pessoas
passarão hoje por terminais de pagamento sem conseguir pagar? E quantas terão a
sorte que eu tive?
sábado, 23 de novembro de 2013
Optimus - Neste Natal, liga-te a todos
Adoro este anúncio. Adoro. Já no ano passado, a Optimus fez um excelente trabalho com o anúncio que juntava Rui Reininho, Roberto Leal, Moonspell e Carminho, com a música "All together now". E agora temos mais um clássico tão bem reinventado. Tão quente... tão Natal! Um excelente trabalho daquela de que deve com toda a certeza ser uma equipa de marketing e publicidade verdadeiramente excepcional. Adoro, como sempre.
Livro do fim-de-semana – 5
Queria ter sugerido este livro na semana passada, calhava
que nem gingas no dia de aniversário da minha filha mais nova, mas a azáfama
típica de fazer uma festa de anos (que com toda a certeza tão bem conhecem e
reconhecem) não me deu tempo para vir aqui. Apresento, então hoje, “Quando eu
Nasci” um livro que eu gosto muito. Não é o preferido dos meus filhos mais
pequenos, acho que ainda são pequenos para se prenderem a ele, mas é um dos
livros que eu e a mais crescida gostamos de ler, em conjunto.
Sou fã dos livros do Planeta Tangerina e em particular dos
que são assinados por Isabel Minhós Martins, a autora dos muito conhecidos
“Coração de mãe” e “Pê de Pai”, entre tantos e tantos. Em comum, a autora
brinda-nos sempre com livros cheios de sentimentos, de amor, sobretudo. “Quando
eu nasci” é também assim, depositário de sentimentos fortes e no fundo
transporta-nos para aquele universo único e mágico de um recém nascido. Um
recém nascido que não sabe ainda ver e se espanta com o barulho que faz ao
chorar. Porque tudo é novo. O cheiro da casa da avó é novo, a luz do sol está a
estrear, o sabor do pão é de surpreender. Aconselhado pelo Plano Nacional de
Leitura, “Quando eu Nasci” ganhou o Prémio Nacional de Ilustração: Menção
Especial do Júri (2007). É este o livro
deste nosso fim-de-semana. Boas leituras!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Alguém resiste a presentes feitos pelas crianças?
Desde que me lembro de mim que adoro oferecer presentes de
Natal. Quando era criança, lembro-me de embrulhar bonecos meus para pôr no
sapatinho de cada um dos meus: pais, avós, tios. Todos tinham alguma coisa
minha. Lembro-me de pegar nos brindes que saíam no Bolo Rei e colar num pedaço
de esferovite acabado de arrancar de uma caixa de brinquedos qualquer e
oferecer embrulhado num pedaço de papel há minutos rasgado. Ora, eu recebia
inúmeros presentes de Natal, caixas e caixas empilhadas no chão da cozinha onde
invariavelmente abríamos os presentes e também queria dar algo a quem tanto me
dava.
E nestas buscas que tenho feito e tenho mostrado aqui de
forma a podermos ter todos um Natal muito mais personalizado e genuíno,
lembrei-me de fazer um apanhado de ideias que vejo aqui e ali de presentes que
os miúdos podem muito bem fazer em casa. Porque a verdade é que as férias de
Natal estão à porta e é preciso entretê-los da melhor maneira. Transformar o
tempo livre em tempo útil e integrar assim os miúdos no verdadeiro espírito de
Natal: oferecer com todo o coração. E alguém resiste a coisas feitas pelos
miúdos?
Ficam as ideias…
Acho estes marcadores de livros mesmo fofinhos... literalmente!
Este quadro com o Monograma fica bem em qualquer lugar!
Adoro fita cola colorida e sobretudo com padrões. É um material super versátil e dá para fazer inúmeras coisas, como estes postais, por exemplo!
As fotografias são um clássico. Não há Natal que não se ofereça uma moldura com uma fotografia especial de quem se gosta muito. Mas há sempre maneira se as tornar ainda mais fantásticas e especiais.
E porque não fazer uma silhueta? Tirar uma fotografia de perfil, passar a papel vegetal só a linha de perfil e transportá-lo para uma cartolina preta. Recortar e colocar num fundo diferente. Eu, adoro!

Para o pai que não sai do escritório ou para o avô de gosta de desenhar e pintar, que tal pegar numa das tantas latas que se abrem na cozinha e reciclar com tecidos e fitinhas de forma a fazer um pote para lápis ou pincéis bem personalizado?
E, por último, uma sugestão para uma decoração da árvore. A minha árvore está cheia de coisas feitas pelos meus filhos, o que a torna verdadeiramente única! Estas renas feitas de peças de puzzle, que os miúdos podem facilmente copiar para um cartão para depois recortar e colar, vão fazer as delícias de qualquer familia!
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