domingo, 9 de fevereiro de 2014

Livro do fim-de-semana - 12

Foi o livro que o Francisco escolheu na sexta-feira para trazer da escola para casa. Já o tinha trazido e entre ele e as irmãs que também já o trouxeram noutras alturas, já o li uma boa dúzia de vezes. Porque na semana em que os livros cá param em casa pedem sempre para ler mais uma vez! "Papá, por favor apanha-me a Lua" é o nosso livro deste fim-de-semana!
Quem é que nunca disse aos filhos que os ama daqui até à lua? Qual a criança que não sonha um dia (ou uma noite!) poder agarrar a lua e trazê-la para junto de si? Acho que é destas duas questões que nasce este livro  de Eric Carle, com edição em Portugal da Kalandraka. A história, eleita pelo Plano Nacional de Leitura, Ler+, é tão simples quanto isto: uma filha que sonha agarrar a lua e um pai que tudo faz para a ir buscar! Os miúdos adoram desdobrar folhas para descobrir escadas gigantes capazes de chegar lá bem no alto! Cada página, uma só linha escrita, uma ideia e no fim de contas conseguimos até explicar às crianças as diferentes faces da Lua, da forma mais fácil que há: a sonhar de olhos abertos!
Boas leituras e bom domingo!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Receita para um sorriso!

 
Encontrar no supermercado ao lado de casa, o mais básico de todos, aquela forma que nos garante que até o mais banal bolo de iogurte ganha uma outra dimensão. Acordar meia hora mais cedo que o resto da casa, pôr um bolo a fazer e permitir a quem ainda dorme levantar-se já com aquele cheio maravilhoso de bolo acabado de sair do forno. Preparar um chá e pôr uma mesa bonita, simples e bonita. E os dias começam com um sorriso maior!
Bom dia e bom fim-de-semana!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Brinquedos - eu gosto de brinquedos!

 
Eu gosto muito de brinquedos. Dos mais modernos, aos mais antigos, gosto deles enquanto objectos em si. Brinquei até muito tarde, lembro-me de receber brinquedos já crescida, e nunca, mas nunca os estragava. Não fui de riscar bonecas, nem cortar o cabelo a barbies. Sempre gostei de os ter organizados e ainda hoje sinto-me mesmo feliz quando entro numa loja de brinquedos. Sou daquelas mães que compra brinquedos aos filhos, no Natal, nos aniversários, quando posso. Há quem opte por oferecer roupa, por ser mais útil, eu ofereço sempre brinquedos, precisamente por achar também que é útil e porque sei que isso os faz mais felizes. Têm tempo de deixar de querer brincar e preferir outras coisas! É a brincar que eles mais aprendem, que nos imitam, que evoluem. Eu adoro ver os meus filhos brincar e farto-me de rir com os diálogos imaginários que têm. Têm tanto de nós...!
No fim-de-semana passado a minha mãe encontrou estes carros lá por causa quando andava em arrumações. São lindos, não são?! São super antigos, eram do meu tio! À sua maneira, são carros telecomandados dos anos 60, 70! O comando está preso por um fio e tem um volante delicioso. Não trabalham, evidentemente. Mas depois de uma boa limpeza, estão óptimos e o Francisco delirou com a herança! Sobretudo com a moto e o carro da polícia, assim como este amarelo, em primeiro plano que faz as minhas delícias. Queremos mantê-los assim, com o comando, apesar de não funcionar. Vamos colocar numa prateleira estratégica no quarto do Francisco, mas vamos deixá-lo brincar com eles, caso contrário não teriam utilidade nenhuma!
E cheira-me que as corridas vintage vão começar já este fim-de-semana cá por casa. Não vos parece?

Há Bichos no Museu!

Não é preciso um motivo especial para ir ao Museu do Brinquedo em Sintra. O Museu é giro, giro, giro e merece sempre uma visita, mas já que há um livro para apresentar à mistura, então, o convite parece mesmo irrecusável! Amanhã, o Museu do Brinquedo é assim palco da apresentação da terceira edição do livro "Bichos, Bichinhos e Bicharocos". Um livro que alguns pais e avós se poderão lembrar já que a primeira edição data de 1949!!! Nesta nova versão, que junta livro e CD, encontramos o prefácio de João Lobo Antunes, os poemas de Sidónio Muralha, as (magnificas) ilustrações de Júlio Pomar e a música de Francine Benoit.
A apresentação do livro está marcada para as 16h e conta com a actuação do Coro Infantil da Academia de Música de Santa Cecília.
Se ainda não sabiam muito bem o que fazer na tarde de sábado... já têm uma bela ideia!
Vamos lá?

Chapéus para lá da chuva!!!

Acabei de comprar um fato palaciano para a minha filha mais crescida. Este ano, o tema da sala dela para o Carnaval é a corte palaciana de Mafra. Claro que ela disse logo que seria uma princesa, mas o que encontrei de princesas deixava tanto a desejar, com aquele tecido feio cor-de-rosa brilhante e montes de folhos, que optei por um estilo mais medieval, mais rainha, com um porte mais antigo, que aliás, parece ir mais ao encontro do tema pedido. Eu acho que ela vai gostar, como também sei que ia adorar uma sombrinha que lá havia, mas o raio do chapéu custava quase tanto como o fato e por isso não comprei! Cheguei a casa e mergulhei na net à procura de soluções para transformar um mero chapéu de chuva numa simpática sombrinha à moda antiga. Encontrei algumas soluções, com a aplicação de umas plumas, uns botões, umas rendas. Acho que vou conseguir adaptar... vamos lá ver.
Mas o que me impressionou mesmo foi a quantidade de soluções que encontrei para dar outro uso, completamente diferente, a um chapéu de chuva que não o de proteger da água. Podemos pegar em todos os chapéus que o vento nos estragou e transformar parte em cabide de parede e outra parte em jarra de flores, por exemplo. Comprar novos e baratos e transformá-los em deliciosos candeeiros. Podiam imaginar?
Eu fiquei fascinada e partilho aqui algumas dessas soluções encontradas por gente criativa do mundo inteiro.
Ora vejam:

 
 
 
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Este não é um blog de cozinha!

 
E por isso não vos vou dar uma receita!
Serve apenas este post para mostrar como há momentos que fazem toda a diferença na nossa vida. O chef Pedro Soudo, Chef do Refúgio da Vila Hotel Rural, que tive oportunidade de conhecer no fim-de-semana, contou-me na aula de cozinha de sábado que a gastronomia alentejana prima pelo exagero: muito azeite, muitos coentros, muito tempero. E, como já vos disse no post que falei sobre ele, na cozinha deve seguir-se a intuição e improvisar. Acho que o chef nunca pensou como as palavras dele iriam ter, de facto, influência em mim! Eu pelo menos, não imaginava que sairia dali tão inspirada!
Hoje, para o jantar estou a preparar salmão, mas para fugir ao básico, grelhado, segui a minha intuição, improvisei e exagerei! Daqui a pouco, terei
pronto um salmão no formo com coentros e alho.
Vai uma aposta como vai ficar bom?!
Este não é um blog de cozinha, mas se não tinham ideias para o jantar, sirvam-se à vontade desta ideia!

Já conhecem a Oxidos Kito? Pois vão adorar conhecer!!!

 
Há coisas, em jornalismo, das quais não abdico: dar a conhecer novos projectos, feitos de coração por quem arriscou tudo e mudou de vida em nome do talento. Acho que só por aqui já conseguimos definir o trabalho da Raquel Fonseca, alguém que depois de ser mãe viu que a vida era rápida demais para adiar sonhos! Foi assim que nasceu a marca de joalharia Oxidos Kito. Mas não é uma marca qualquer, aqui tudo é feito em sintonia com o cliente. As peças não se repetem e só encaixam na perfeição nos dedos, pulsos ou pescoço de quem as encomenda! Já foi há uns bons anos que conheci o talento da Raquel, precisamente nos dedos de uma amiga do coração. Era impossível não dizer "que anéis tão giros". Depois vi as pulseiras, depois apaixonei-me pelos brincos e depois fui acompanhando tudo via facebook. Há dias decidi fazer-lhe uma entrevista, só porque sim, só porque eu gosto e tenho esta mania de querer que todos conheçam o que é bom e bonito! A Raquel disse que sim, no segundo seguinte e eu fiquei feliz!
Espero que gostem!
 
 
Oxidos Kito é um nome peculiar... de onde vem?
O nome kito é uma alcunha. O meu tio , irmão da minha mãe, quando eu nasci começou-me a chamar Kito,em vez de Raquel.Quando tinha um ano e meio o meu tio foi assassinado em Moçambique, e desde ai nunca mais ninguem me chamou kito .Quando começei a estudar artes e tive que assinar os meus trabalhos,voltei a usar o Kito em homenagem a ele.

Como nasceu este projecto?
O projecto Oxidos kito existe há 8 anos,quando engravidei, achei que algo tinho mudado em mim, e que era a altura certa para fazer joias para as mães, com muito amor.
 
Em que se diferencia esta marca de outras de joalharia?
A diferença dos meus trabalhos em relação às outras marcas, é que todas as peças são feitas à mão e personalizadas. O acabamento também é diferente o que torna a prata com um aspecto mais rústico e artesanal. São peças feitas com carinho e o design é sempre meu e diferente.
 
Em que se inspira para criar novas peças?
O que me inspira é o meu filho, o amor, a família, tudo aquilo que amamos de todo o coração.
 
Para além das diferentes peças que faz, anéis, pulseiras, relógios, também dá workshops, certo?
Sim dou workshops. Gosto de ensinar e de desvendar os segredos de que como se faz uma joia. Antigamente os joalheiros eram considerados feiticeiros, da forma como transformavam o metal em joias! Eu gosto um bocadinho de tudo, de comunicar, de ensinar, de conviver, de conhecer pessoas novas...
 
Como funcionam essas aulas e como são feitas as inscrições? Tem algum calendário pré-definido?
As aulas dependem do nivel de formação dos alunos na área. Temos workshops de fundição, escultora de ceras, iniciação à joalharia...
Agendados para já não tenho nenhum workshop, mas a divulgação é feita pelo facebook neste momento, ou para profissionais nas lojas em que compramos material para a nossa área. Geralmente os workshops são feitos quando um grupo de pessoas me contacta e que está interessado. Aí marca-se uma data de acordo com todos.
 
 
Para não perderem pitada deste projecto, façam like na página https://www.facebook.com/oxidos.kito
O problema vai ser conseguir resistir!