A vida é uma maravilha. É mesmo, de verdade! E é por ser assim, tão preciosa e única que é tão fugaz. Nós por aqui somos 5 e somos muitos diferentes! 5 mais um cão e adoramos viver e todos os dias fazemos mais qualquer coisa para sermos mesmo felizes!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Vila Viçosa, Elvas e Estremoz: foi por aqui que fechámos 2016
Tal como fizemos no ano passado, também este ano fugimos para o Alentejo logo depois do Natal para uns dias de pausa. Se há férias das quais não quero abdicar é das férias do Natal: sabe tão bem parar para respirar e viver intensamente esta época. Para contrastar com o stress anterior aos dias de Natal, com compras para fazer e tudo para tratar, rumar ao Alentejo significa não fazer nada, apenas usufruir do tempo e este ano o São Pedro foi especialmente generoso.
Quando me perguntavam o que queria de presente este ano, repetia sempre, embora em tom de brincadeira, mas a falar muito a sério, que apenas queria tempo. A vida é demasiado veloz, frenética e sem hipótese de respirar fundo muitas vezes. Ter tempo para descansar é um luxo e respirar o ar do Alentejo nesta altura do ano, um luxo maior.
A Herdade da Ribeira de Borba foi o nosso quartel general durante uns dias imensos e Vila Viçosa, Elvas e Estremoz foram os pontos chave deste passeio. Incrível como parece que o tempo estica nas férias. Os miúdos deixaram-se maravilhar pelo campo, pelas vacas, cavalos e burros. Eu, se pudesse, tinha trazido toda a casa, cheia de pormenores de bom gosto.
Houve tempo para apanhar laranjas, alimentar a vaca Alice (assim batizada pelos donos da Quinta), andar de bicicleta, jogar muito ao Monopólio. Houve tempo para ser turista dentro do nosso país, subir às torres dos castelos, conhecer o Palácio Real de Vila Viçosa, tirar fotografias e saborear a comida maravilhosa que o Alentejo tem. Houve tempo para estar, escutar e ver.
Ficam pequenas fotos daqueles que foram os últimos dias de 2016, mesmo antes de regressarmos a casa para a nossa passagem de ano junto ao mar!
Chá verde vai bem com…
Hortelã...
Sumo de limão...
Gengibre ralado...
Tudo isto junto. Tudo em separado!
Não é uma resolução de ano novo, mas um hábito que insisti
por enraizar assim que iniciou Dezembro e começaram os abusos dos jantares de
Natal. Se vocês também gostam de chá, mas não eram nada amigos de chá verde,
então este post é para vocês.
Todos os dias bebo duas canecas de chá verde. Sim, eu que odiava chá verde, agora bebo
todos os dias, duas vezes por dia e sem qualquer sacrifício e porquê? Porque
misturo hortelã ou sumo de limão e gengibre. Foi a descoberta milagrosa deste
Inverno!
Aos e anos a ouvir dizer que o chá verde era bom para limpar
o organismo, que fazia bem a isto e aquilo e a outro tanto. Nunca consegui
beber, mas este ano vai que por acaso encontrei um chá verde Detox com folhas
de hortelã e tornou-se no meu melhor amigo.
Agora vou intervalando: uns dias bebo infusões já prontas, com
a tal hortelã, ou com laranja e gengibre, outros dias acrescento eu sumo de
limão ao chá verde simples e raspo um pouco de gengibre. Fica maravilhoso.
Janeiro começa com muita chuva e frio e por isso e enquanto
vou bebendo a caneca que tenho na minha mesa de trabalho, partilho convosco
esta receita simples para aquecer!
4 raminhos de hortelã fresca;
1 colher de sopa de sumo de limão;
1 saquinho de chá verde;
E água quente… pois claro!
Amanhã substituam a hortelã pelo gengibre ralado e vão
variando!
Entretanto e só aqui para nós, aqui ficam os benefícios do
chá verde:
o Inibe
a atuação de bactérias e vírus
o Neutraliza
os efeitos negativos dos óleos e gorduras de má qualidade no corpo
o Melhora
a digestão
o Protege
contra a oxidação (envelhecimento) do cérebro e fígado
o Reduz
a degeneração das células cerebrais
o Reduz
os níveis de triglicérides e colesterol sanguíneo
o Reduz
a pressão arterial
o Reduz
o risco de câncer de mama, câncer de próstata e câncer de cólon
o Protege
contra diabetes tipo 2
o Reduz
o risco de ataque cardíaco
o Prevenção
do Mal de Alzheimer
o Atua
como protetor solar, evitando câncer de pele
Se calhar já iam
bebendo, não?!
domingo, 1 de janeiro de 2017
Olá 2017
Gosto da primeira página e das folhas em branco.
Gosto de fazer planos e desenhar projetos em listas várias.
Gosto de pensar que podemos fazer mais (por nós e pelos outros) e melhor (por todos).
Gosto de começos e da gratidão que sinto sempre em cada virar de ciclo.
Gosto do número 17 e gosto de pensar de que podemos todos fazer deste ano um ano bom. Verdadeiramente bom.
Que este ano nos traga muitos sorrisos e brilho no olhar.
E sim, que 2017 me permita passar por aqui muitas mais vezes. Faz-me sempre bem andar por aqui.
Feliz Ano Novo!
sábado, 31 de dezembro de 2016
2016 foi...
Um ano muito exigente. Muito exigente a nível profissional. Talvez o ano mais complicado de gerir, mas também o mais gratificante. Foi sem dúvida o ano em que aprendi mais. Foi incrível. Investi muito, estudei muito, mantive o foco.
Foi também o ano da minha casa: algumas melhorias, algum investimento, mais conforto, mais nossa, mais bonita, sem dúvida. Há muito que precisava e há muito que tínhamos estas mudaças em mente. Foi desta! E isso é sempre bom!
Foi um ano de mudanças: outra escola para a filha mais crescida, muitos outros desafios, algumas dores de cabeça e um orgulho enorme nela e em todos os três. Não só pelas extraordinárias notas que tiveram neste primeiro período, mas sobretudo pelo trabalho feito, pela entrega, pelas conquistas suadas. Não foi fácil a adaptação, mas ninguém nos tinha prometido facilidades!
Conheci sítios novos e tive a oportunidade de fazer as malas para uns fins-de-semana fora e umas férias de verão inesquecíveis.
E mais importante que tudo o resto, 2016 foi um ano em que nos mantivemos unidos e únicos, fiéis a nós próprios, de bem connosco e com os nossos. Foi um ano de saúde, alegria e muito amor. E só por isso, foi um ano muito bom! Para 2017 tenho já muitos planos traçados ou não fosse eu viciada em listas! São desejos muito simples, mas que por vezes é necessário escrever para não esquecer! Entre todos os desejos está o meu mais profundo querer que tudo se mantenha como até aqui. Que esta casa continue cheia de barulho e o meu coração cheio de gratidão por tudo o que tenho. E tenho tanto...
Que venha 2017!
Foi também o ano da minha casa: algumas melhorias, algum investimento, mais conforto, mais nossa, mais bonita, sem dúvida. Há muito que precisava e há muito que tínhamos estas mudaças em mente. Foi desta! E isso é sempre bom!
Foi um ano de mudanças: outra escola para a filha mais crescida, muitos outros desafios, algumas dores de cabeça e um orgulho enorme nela e em todos os três. Não só pelas extraordinárias notas que tiveram neste primeiro período, mas sobretudo pelo trabalho feito, pela entrega, pelas conquistas suadas. Não foi fácil a adaptação, mas ninguém nos tinha prometido facilidades!
Conheci sítios novos e tive a oportunidade de fazer as malas para uns fins-de-semana fora e umas férias de verão inesquecíveis.
E mais importante que tudo o resto, 2016 foi um ano em que nos mantivemos unidos e únicos, fiéis a nós próprios, de bem connosco e com os nossos. Foi um ano de saúde, alegria e muito amor. E só por isso, foi um ano muito bom! Para 2017 tenho já muitos planos traçados ou não fosse eu viciada em listas! São desejos muito simples, mas que por vezes é necessário escrever para não esquecer! Entre todos os desejos está o meu mais profundo querer que tudo se mantenha como até aqui. Que esta casa continue cheia de barulho e o meu coração cheio de gratidão por tudo o que tenho. E tenho tanto...
Que venha 2017!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Gosto tanto do dia 26 de Dezembro!
Quando era criança lembro-me que ficava sempre meia nostálgica no dia 26 de Dezembro. O Natal que eu tanto adorava já tinha passado e era preciso esperar um ano para voltar a ter toda a família reunida em casa e embrulhos debaixo da árvore. Hoje, não que queira ver o Natal passado até porque continuo a gostar imenso desta época, mas começo a gostar cada vez mais da calmaria do dia 26 de Dezembro. De estar em casa (felizmente tenho conseguido sempre tirar férias depois do Natal) e ver os miúdos a usufruir dos brinquedos novos um dia inteiro de pijama vestido. A mesa ainda está cheia de doces e o cheiro a forno continua pela casa. Tudo como no dia de Natal, mas sem o stress com que agora vivemos estas festas.
No inicio de Dezembro, o Natal é sempre perfeito, começa-se a fazer as primeiras compras, faz-se a árvore de Natal ao som das músicas de que temos saudades, combinam-se jantares entre amigos e pensa-se numa sobremesa especial para fazer na noite da consoada. Mas depois os dias passam a uma velocidade tão grande que deixa-se de conseguir fazer tudo como havíamos sonhado e começamos a correr sem usufruir do espírito. É preciso fazer compras de presentes para os quais não temos qualquer ideia, é preciso encher o frigorifico, ter a casa limpa e roupa escolhida a preceito. Andamos a correr para conseguir fazer tudo e ficamos parados em filas intermináveis de trânsito e dentro de lojas onde estão mais de 30 graus. Este ano não tive nenhum dia só para mim antes do Natal para poder ir às lojas que mais gosto para comprar aquele presente especial para quem mais merece. Todos os anos consigo dedicar um dia a compras, mas este ano, com o Natal a ocupar um fim-de-semana foi tudo muito mais difícil. O Natal foi cá em casa e eu adoro receber. Dou valor a pormenores e dedico tempo a pensar em coisas pequenas, mas fico sempre com a sensação que não cheguei a servir algo que tinha preparado nem a ver certos presentes que os outros receberam porque há sempre mais alguma coisa a fazer. Este ano, fizemos para centro de mesa uma árvore de natal de bombons coloridos. Fazemos sempre algo de diferente para a mesa enquanto o bacalhau está ao lume: marcadores de lugar, fotografias para enviar, postais personalizados... Eu gosto sempre de os envolver nos preparativos. Os miúdos adoraram fazer este trabalho e a nossa mesa ficou muito especial.
Chega então o dia 26 de Dezembro e a casa volta a sossegar um pouco mais. Não há horário para acordar nem para as refeições. Estamos todos cansados, mas felizes e descontraídos. Voltamos a conseguir conversar e agora sim a usufruir do Natal em pleno! Pena o centro de mesa estar praticamente comido!!!
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