quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Este fim-de-semana vou à livraria!


Ainda estou a dever alguns presentes de Natal. Para mim e para eles. (Qualquer desculpa é boa para ir a uma livraria!)
Se bem que a Biblioteca deles está muito mais actualizada que  a minha, a verdade é que sou viciada em histórias infantis e não consigo resistir a alguns livros.
Ainda bem que é fim do mês. Tenho uma lista em espera que não acaba. Esta é apenas uma amostra. Vamos ver quem vem primeiro para casa. 





O que o chá preto me faz...


Tenho andado em modo urso, cheia de vontade de hibernar.

É certo que a virose que nos atacou na semana passada muito contribuiu para isto de só querer sopas e descanso. Mais descanso que sopas, que na semana passada não entrava nada a não ser chá. Mas a verdade é que o Inverno deixa-me assim meio inerte. Durante o dia a loucura do costume, mas chega a noite e toca de ir buscar a mantinha e competir com os miúdos a ver quem adormece mais depressa no sofá, após o jantar. Uma vergonha, digo-vos eu!

Pois que hoje, acompanhei a minha manhã de trabalho, e a tarde também,  com uma bela caneca de chá preto e parece que acordei para a vida. Tenho andado a beber chá verde há dois meses. Será que me acostumei de tal forma à cafeina do chá verde que já não me fazia nada? Ando a fazer pesquisas de tudo aquilo que trago nos plano para 2017. Ando a impor datas. Estou acordada e cheia de genica para afastar a inércia do Inverno. 

Preciso de pôr a casa em dia, de destralhar o quartos dos miúdos e o meu. De dar aquilo que está encaixotado há anos e se assim está é porque não precisamos disso.  De voltar às leituras e espreitar as novidades do cinema nesta altura de nomeação para os óscares em que há sempre tanta coisa boa para ver. Quero levar os miúdos a uma exposição, a visitar um novo museu, ao teatro.  Tenho muito para fotografar e ainda mais para escrever.

O relógio não para e o inverno não me pode parar! Se tiver que beber todos os dias uma boa caneca de chá preto, então venha ela. E viroses, queridas viroses, já tivemos a nossa dose, agora qui em casa já não entram mais!

Voltei!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Livro do fim-de-semana #40


Não há história que não meta as palavras puns, rabo, chichi ou cocó que que não tenha passaporte garantido para as gargalhadas dos miúdos. É êxito garantido, já se sabe. Eu própria também não resisti a este livro assim que o encontrei por acaso numa das minhas muitas idas a livrarias. "Até as Princesas dão Puns" foi um presente de Natal para a miúda mais nova cá de casa e claro que fez sucesso na noite de Natal, com todos a repetirem o título vezes sem conta, entre risinhos tontos, e a quererem folhear as páginas cheias de ilustrações bem giras. A história é engraçada e acaba por desconstruir os grandes clássicos que todos conhecemos. Ficamos a saber que a Cinderela deu um pum em pleno baile e que a própria Branca de Neve também teve grandes dores de barriga por causa da comida apetitosa cozinhada pelos anões. Afinal, parece que todas, mas mesmo todas as princesas dão puns e nas alturas mais impróprias por vezes. A história é de Ilan Brenman que tem outros títulos que tenho debaixo de olho.
Já conheciam?
Nós já o lemos num deste fins-de-semana e deixo aqui a sugestão para este fim-de-semana que já está mesmo a chegar!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Lema de vida

Com um olhar.
Com um sorriso.
Um prato especial.
Um jantar inesperado de tabuleiro no colo.
Desligar o telemóvel.
Com uma ida ao parque.
Com um beijo. Um abraço. A mão dada.
Um bolo acabado de fazer no forno.
Um telefonema.
Uma mensagem inesperada.
Um presente.
Um passeio de bicicleta.
Um sessão de cinema.
Um chá quente.
Ao sentar no chão a brincar.
Fazer um desenho. Pendurá-lo na parede.
Fazer um jogo.
Parar. Estar. Sem pressas.

Todos os dias são bons dias para sermos mais felizes e para fazermos os outros mais felizes. Se todos fizermos uma coisa, uma única coisa para gerar um sorriso nos outros, tudo vale a pena. E a maior parte das vezes, essas pequenas coisas não custam nada. Só basta querer.

Já fizeram alguém feliz hoje?




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Vila Viçosa, Elvas e Estremoz: foi por aqui que fechámos 2016




Tal como fizemos no ano passado, também este ano fugimos para o Alentejo logo depois do Natal para uns dias de pausa. Se há férias das quais não quero abdicar é das férias do Natal: sabe tão bem parar para respirar e viver intensamente esta época. Para contrastar com o stress anterior aos dias de Natal, com compras para fazer e tudo para tratar, rumar ao Alentejo significa não fazer nada, apenas usufruir do tempo e este ano o São Pedro foi especialmente generoso.
Quando me perguntavam o que queria de presente este ano, repetia sempre, embora em tom de brincadeira, mas a falar muito a sério, que apenas queria tempo. A vida é demasiado veloz, frenética e sem hipótese de respirar fundo muitas vezes. Ter tempo para descansar é um luxo e respirar o ar do Alentejo nesta altura do ano, um luxo maior.
A Herdade da Ribeira de Borba foi o nosso quartel general durante uns dias imensos e Vila Viçosa, Elvas e Estremoz foram os pontos chave deste passeio. Incrível como parece que o tempo estica nas férias. Os miúdos deixaram-se maravilhar pelo campo, pelas vacas, cavalos e burros. Eu, se pudesse, tinha trazido toda a casa, cheia de pormenores de bom gosto.
Houve tempo para apanhar laranjas, alimentar a vaca Alice (assim batizada pelos donos da Quinta), andar de bicicleta, jogar muito ao Monopólio. Houve tempo para ser turista dentro do nosso país, subir às torres dos castelos, conhecer o Palácio Real de Vila Viçosa, tirar fotografias e saborear a comida maravilhosa que o Alentejo tem. Houve tempo para estar, escutar e ver.
Ficam pequenas fotos daqueles que foram os últimos dias de 2016, mesmo antes de regressarmos a casa para a nossa passagem de ano junto ao mar!