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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Ainda ficam vegetarianos...


No dia 26 fomos ao cinema ver o "Ferdinando". Tinhamos visto a apresentação várias vezes nos últimos filmes que tínhamos visto e todos queríamos conhecer a história do Touro gigante com um coração ainda maior que não tem vaidade nenhuma, nem quer receber aplausos na ingrata arena das Touradas.
"Na vida, ou lutas ou vais para bifes". Foi uma máxima que os miúdos retiveram quando um dos Touros por não prestar para a Tourada é enviado para o matadouro. Matadouro? O que é o Matadouro? Perguntavam eles e nós sem sabermos muito bem como lhes explicar que era meio caminho para o Talho...
Saimos de lá apaixonados pelo Ferdinando e por todos os seus amigos de quatro patas e eu temi que a criançada me dissesse que nunca mais na vida comiam carne. Não disseram... até hoje.
Fui com eles ao supermercado e, claro, parei no talho. Azar dos azares estava lá um leitão inteiro que muita confusão vez à cabeça dos miúdos. Mas quem é que mata um porquinho bebé? Tentei desviar a atenção para outros lados, mas o que não faltavam era "ferdinandos" pendurados do outro lado da montra, mais à frente, coelhos empilhados, frangos inteiros. Às tantas só vejo a miúda mais nova com as lágrimas nos olhos a perguntar porque tinham morto tantos animais. Tantos...
Resultado, sai do supermercado sem um bife ou costeleta, tal a pressão dos miúdos todos para sairmos dali e não comprar nada.
Agora quero ver o que dirão ao jantar quando olharem para um prato de sopa e uma omeleta de espargos...

segunda-feira, 1 de maio de 2017

The Boss Baby


Os miúdos são cada vez mais fãs de cinema. Sempre foram muito mais de brincar na rua, andar de bicicleta, skate, correr e saltar. Estarem parados em frente a um grande ecrã nunca foi algo que lhes fosse muito natural, mas há um ano e qualquer coisa que pedem cada vez mais para ir ao cinema. De cada vez que vão, vêm novas apresentações e lá pedem para voltar a cada estreia. Há muito que andavam a pedir para ir ver o Boss Baby e eu que já tinha lido sobre a temática do filme, achei que não o devíamos perder. Ontem lá fomos ao cinema e ainda bem. Gostámos todos. Rimos a valer, tem algumas tiradas geniais, e a mensagem não podia ser adequada e forte para quem luta por construir uma família: ter irmãos é o melhor que podemos dar aos nossos filhos. É um presente para toda a vida.
Sempre quis ter mais do que um filho. Tenho a enorme felicidade de ter três. Se pudesse gostaria de ter uma família ainda maior, ainda que eu ache mesmo que tenho a família perfeita. Consigo dar atenção a todos. Consigo estar presente. Consigo estar cá para todos. O amor multiplica-se. Cresce sem parar. E mesmo quando andam os três engalfinhados e às aranhas, aos gritos uns com os outros, sabem que a vida deles é muito melhor por se terem uns aos outros. A nossa vida é muito melhor por sermos cinco. E ontem, quando o filme a acabou a minha filha mais nova ainda me disse: estás a ver porque é que eu gostava de ter mais um mano... um bebé?
Prova de que a mensagem do filme chegou lá!
Não importa se são dois, três, cinco ou seis. O que importa é dar aos miúdos uma família. Foi isso que trouxemos da sala de cinema e só por isso, valeu muito a pena.
Já foram ver?

sábado, 4 de abril de 2015

Tão bom!

Nesta páscoa fomos ao cinema ver o "Home - a minha casa" e gostámos taaanto! Um filme de extraterrestres que acaba por enaltecer uma das grandes qualidades do ser humano: a capacidade de acreditar! Eu não consigo desistir de um sonho, não consigo deixar para trás um desejo, não aceito bem a perda. Eu luto, luto e luto até ao fim por aquilo que acredito e neste filme, o segredo da história está aí: em acreditar sempre que é possível, por mais que as probabilidades sejam baixas!
Se houve filme que marcou a minha infância foi o famoso "E.T.". Lembro-me sobretudo de chorar quando ele voltou para casa. Neste filme animado que agora chegou às salas ouvi uma criança a chorar na sala quando o encantador Boov, o mais querido extraterrestre da história, também decide partir. Mas neste filme, ele volta e todos vivem para sempre num Planeta Terra muito mais enriquecido e colorido. Claro que este filme não vai ter o peso para os meus filhos que a o "E.T." teve para mim, mas que nos arrancou uma belas gargalhadas, lá isso arrancou. E mais importante que tudo: provou que a amizade é um bem precioso e que em tudo, mas mesmo em tudo, o mais importante é acreditar!

sábado, 26 de abril de 2014

Tenho um fraquinho pela Miss Piggy


E queria muito levar os miúdos ao cinema para vermos "Marretas Procuram-se".
Será que consigo?

quarta-feira, 26 de março de 2014

Vem aí o Indie Lisboa e com ele o Indie Junior

Com mais uma sala de cinema no programa, com muitas novidades e nomes novos na agenda, e mil e um motivos para abraçarmos o cinema em geral, e o cinema de autor em particular, vem aí mais uma edição do Indie Lisboa - Festival Internacional de Cinema Independente. E com ela, claro, o Indie Júnior (foto) que este ano celebra o redondo 10º aniversário, o que se traduz em festa para toda a família.
O Indie Lisboa acontece de 24 de Abril a 4 de Maio, na Culturgest (palco principal), Cinema S. Jorge, Cinemateca Portuguesa e no Cinema City Campo Pequeno. Com um programa verdadeiramente atrativo, onde não faltam longas e curtas-metragens feitas em português e para Portugal mostrar ao mundo, esta edição até recupera os velhinhos óculos 3D. Lembram-se daqueles de papel, com uma lente azul e outra encarnada? Ontem trouxe uns para casa, dados na conferência de imprensa, e foi superdivertido ver os meus filhos a brincar com eles! Depois de algumas fotografias da praxe, todos quiseram saber quando os podem levar ao cinema. Haveria melhor maneira de lhes dar a conhecer o Indie? É que para além de bons filmes, e bons filmes para todas as idades, há muitas conversas, muitos workshops (com corte e cola como eles tanto gostam!), muita coisa para fazer à volta do cinema. E sobretudo dez velas para apagar! E quando vai ser essa festa? No dia 27 de Abril, com uma grande sessão para crianças a partir dos três anos e uma festa ao ar livre e cheia de atividades, no Palácio Galveias, onde não vai faltar o sempre desejado bolo de parabéns! Eu sou fã do Indie Lisboa e muito em particular do Indie Júnior, porque ajuda os miúdos a perceber o dia-a-dia, fora da estrutura mais ou menos rígida de uma sala de aulas e do núcleo cómodo que é a nossa casa. Para este ano já estão inscritos mais de 5 mil alunos de escolas de todo o país e eu tenho a certeza que vai valer a pena. Até porque, a título apenas de exemplo, um dos temas centrais desta edição redonda é a recomposição familiar, ou seja as novas famílias que todos sabemos estarem a nascer. É importante que os miúdos saibam lidar com isto, que compreendam a família para além do modelo tradicional. Há mais formas para além dessa: só com pai, só com mãe, com avós, com dois pais, com duas mães... É importante sobretudo que os miúdos cresçam e saibam crescer e, eu acho, o Indie Júnior ajuda! Eu já tenho o meu programa e até já está todo sublinhado... para não perder pitada! Até porque ouvi dizer que quem vai ao Indie Lisboa sai de lá com a sensação de tempo ganho, com algo novo que nos enriquece. E isso vale sempre a pena!
Tomem nota: de 24 de Abril a 4 de Maio.
Mais informações em www.indielisboa.com

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Frozen

Eu e a filha mais crescida adorámos, o pai e o filho do meio, mais ou menos, e a filha pequena não gostou! No sábado fomos ao cinema, finalmente (!) ver o Frozen. Fazia parte da nossa lista de afazeres (ou será melhor dizer: desejos?) das férias de Natal, mas acabámos por não conseguir ir. Foi a primeira vez do Francisco e da Matilde no cinema. A Carolina só foi ao cinema, pela primeira vez, com cinco anos, e os irmãos haviam de lhe seguir os passos que cá em casa não temos crianças muito apegadas ao ecrã. Mas o facto de terem uma irmã mais crescida que se fartou de pedir para ir ver o filme ao cinema, fez com que se estreassem mais cedo. Ainda pensámos deixar a Matilde, mas ainda que seja um ano mais nova que o Francisco, a verdade é que estão os dois iguais no que toca à paciência de ver um filme. Não foi uma aposta perdida, muito pelo contrário. Foi muito giro ir ao cinema a cinco (o que não foi giro foi pagarmos quase 30 euro de bilhetes... a brincadeira sai cara!) e todos se portaram incrivelmente bem. Ninguém pediu para fazer chichi, ninguém quis sair da sala, todos seguiram a história e partilharam devidamente as pipocas. Se calhar, o filme é que não foi o mais adequado. O Francisco adorou a experiência de ir ao cinema, mas durante o filme foi mostrando que não estava a gostar muito da história e a Matilde que, ora estava no lugar dela ora estava ao meu colo, dizia sem cerimónias que o filme era feio! A verdade é que o "Frozen" é mais dramático que cómico. Tem muitas canções ao melhor jeito de um musical e uma história para crianças mais crescidas. Quase que me atrevo a dizer que é um filme mais para miúdas... e miúdas mais crescidas! Eu gostei, tal como gostei há uns anos do "Up", mas eu tenho 34 anos, verdade? Os desenhos em si são muito bonitos, o boneco de neve é o elo mais cómico ao longo da história e o preferido dos pequenos, mas a trama envolvente é assim, como dizer... um pouco mais pesada. Mas atenção, tem uma bela história de amor: curiosamente de amor de irmãos, ou neste caso concreto, irmãs. A filha crescida veio o caminho de regresso a casa a cantar ininterruptamente as canções do filme, que se farta de ouvir no canal Disney e ainda hoje ao pequeno-almoço falámos deste grande feito para os manos de 3 e 4 anos que foi ir ao cinema. Um pequeno nada que adoçou o nosso fim-de-semana!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Cinema ao ar livre e à borla


Esta é daquelas boas notícias que agrada a todos: aos que adoram cinema seja no verão, seja no inverno, e aos que não trocam o ar livre nem por nada nas noites quentes! Pois que a Fábrica da Pólvora, em Barcarena, já de si um espaço de visita obrigatória, está com um programa de cinema ao ar livre, todos os sábados até 17 de Agosto, e de entrada gratuita. Uma boa conjugação, não?!! O ciclo de cinema junta alguns dos mais emblemáticos realizadores, como Ben Affleck ou Steven Spielberg, e enormes actores como Leonardo DiCaprio, Michael Caine ou Christian Bale e Anne Hathaway, em personagens verdadeiramente míticas… como o Sherlock Holmes, Tintin, Batman ou Homem Aranha.
O ciclo começou na semana passada com “A Origem” e prossegue desta forma:
13 de Julho – A Cidade
20 de Julho – As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne
27 de Julho – O Turista
3 de Agosto – Sherlock Holmes: Jogo de Sombras
10 de Agosto – O Fantástico Homem Aranha
17 de Agosto – Batman – O Cavaleiro das Trevas Renasce 

Apontaram tudo na agenda?
Os filmes começam sempre às 22 horas. A entrada é gratuita, limitada aos lugares disponíveis.
Fica a dica para aproveitarem da melhor maneira este verão…

segunda-feira, 1 de julho de 2013

É possível levar os miúdos ao cinema e não pagar?


É. É, mesmo! Acabo de receber esta informação e tenho que partilhá-la com vocês. Até Dezembro, alguns shoppings da Mundicenter têm em vigor uma campanha de cinema gratuito para famílias. A cada semana, as compras superiores a 25 euros podem ser trocadas por bilhetes para a sétima arte. Ao fazer compras no Amoreiras Shopping Center, Arena Shopping e Oeiras parque, as famílias poderão trocar os talões de compra, nos Balcões de Informação, por bilhetes de cinema para as sessões infantis das 11 horas do domingo seguinte (até um máximo de 4 bilhetes por família, equivalente a 50 euros em compras).
Ora quem tem gente pequena em casa sabe que é tão fácil atingir estes valores, numa ida às compras. Com eles sempre a crescer, o que não faltam são camisolas, meias e sapatilhas para comprar, agora ou na altura do regresso às aulas. E depois é aproveitar os talões e levar os pequenos ao cinema.
É de aproveitar…

segunda-feira, 11 de março de 2013

Querem rir?


Então vejam este filme. A sério, muito divertido. O Colin Firth é há muito um dos meus actores preferidos e a Cameron Diaz nunca desilude. É um filme verdadeiramente bem disposto.
Chega a Portugal a 4 de Abril e acredito que seja uma das melhores comédias a apresentar neste ano. A história gira em torno de um curador de arte completamente subjugado e mal tratado pelo patrão. O patrão, tão bem interpretado por Alan Rickman, é um dos homens mais ricos de Inglaterra, mais ricos do mundo, e por isso acha que pode usar e abusar de tudo e todos. Mas o curador tem um plano, convencê-lo a comprar um falso Monet. Para isso precisa da ajuda de uma mulher tão simples e disparatada que é a rainha do rodeo no Texas. Os planos saem todos furados. Verdade que saem. Ou não…
O filme faz mesmo rir, sem precisar de ser idiota e perfeitamente disparatado como acontece em certas comédias. É um filme giro, que nos faz desanuviar. E isso também é preciso.
Meia dúzia de boas gargalhadas por dia e temos o dia ganho, certo?
A realização é de Michael Hoffman.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Um filme para alegrar os dias cinzentos


Andava a precisar de um bom filme para rir. Assim mesmo: gargalhar até não aguentar. Mas a verdade é que eu nem sou muito de comédias tolas, cansam-me. Olhei os cartazes e optei por este “Fintar o Amor” e pensei: ora aqui deve estar uma boa comédia romântica para alegrar um pouco esta semana de dias cinzentos, chuva e vento sem fim. Não acho que seja uma verdadeira comédia romântica. Faz esboçar sorrisos, mas nenhuma vez me arrancou uma gargalhada. O facto de ter no elenco Uma Thurman e Catherine Zeta-Jones, para além de Jessica Biel e Gerard Butler, nos papéis principais, agradou-me. São quatro actores bonitos e eu cá gosto de coisas bonitas, já o disse. E o filme? Ora, o filme, apesar de não me ter feito gargalhar, foi-me conquistando. É levezinho, mas vai ganhando peso, sobretudo para quem é pai e mãe. É um filme que fala de um pai e uma mãe separados. Ele tenta crescer e reconquistar a família que deixou escapar. Ela já reorganizou a vida dela. O filho, como qualquer filho só quer partilhar a vida com os dois: com o pai e com a mãe e não ter que viver duas vidas paralelas. É um filme de amor. Eu gostei e por isso recomendo-o para os dias de neura com o mau tempo!
A  estreia oficial em Portugal acontece no fim de Abril.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Fenomenal

 

Vi ontem "O Impossível" e certas imagens não me saem da cabeça. Parece que estiveram sempre a martelar no meu sono, a noite inteira.
Estava a ver o filme e pensei: "se eu não soubesse que tudo isto aconteceu, se eu não tivesse visto aqueles imagens reais no 26 de Dezembro de 2004, quando ainda tomava um pequeno almoço cheio de doces de Natal, punha-me aqui a dizer que isto é um exagero, que isto é impossível".
Mas não é. Não foi. Tudo aquilo aconteceu.Aa força daquela água, as vidas destruídas, as árvores que pareciam papel, a ajuda de estranhos que devolvem esperança e sorrisos.
Adorei o filme. Tudo. O som, as imagens e a história. Uma história de facto incrivel de uma família de cinco, tal como é a minha, que apenas queria ter umas férias de sonho. Uma família que conseguiu escapar, toda, a uma das maiores catastrofes naturais de sempre.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Gostámos taanto!


 
No último dia do ano fomos ao cinema com a filha crescida. Pensámos levar pela primeira vez o filho do meio, com três anos, apesar de eu achar que ele não tem o mínimo perfil para ficar sentado numa sala de cinema (A Carolina é muito, mas mesmo muito, mais calma que ele e só foi ao cinema com quatro anos e mesmo assim, notámos que estava fartinha de lá estar), mas ele disse prontamente que não queria ir e queria ficar em casa da avó, com a mana mais pequena, e por isso não o levámos nem ficámos com a consciência pesada. Fomos ver “A Origem dos Guardiões” e gostámos tanto, tanto. Desde da primeira vez que ouvi falar no filme que o tinha arrumado na gaveta cerebral “Obrigatório ver com os miúdos”, mas digamos que uma ida ao cinema não é assim tão fácil de planear como isso. Primeiro que tudo: é caro ir ao cinema. Bilhete para três e respectivas pipocas e a brincadeira ficou em 30 euros. Fomos a uma segunda-feira, mas o facto de ser em 3D fez esquecer logo o desconto. Depois, da minha parte há que contar com alguém para deixar os outros dois filhotes e por isso, o último dia do ano mostrou ser perfeito, sobretudo porque íamos passar o fim de ano em família e não precisei de pensar em vestidos nem cabeleireiros.
Voltando ao filme: é muito bonito, muito divertido e, acima de tudo, uma lição para os pais. Noto que por vezes, algumas pessoas me olham de lado quando conto que a minha filha de seis anos ainda acredita no Pai Natal. E na fada dos dentes que já lhe trouxe 8 mimos para compensar as 8 perdas. É claro que ela já me veio com a tal história de “A xpto diz que quem dá as prendas são os pais”. Mas eu tento sempre dar-lhe a volta por cima. Porque acho, tal como diz o filme, logo no início, é preciso deixar as crianças sonhar, serem felizes, acreditar na magia. Há quem veja nisso uma perda de tempo: eu vejo como um fomento à imaginação. Para mim não foi nenhum drama saber que não existe o pai natal, foi algo natural, gradual e acho que é isso que vai acontecer com os meus. Vão acreditar, mas não achar que todos lhes mentimos. É uma história, uma ilusão, uma fantasia, uma magia. E quem não gosta de acreditar em coisas boas e mágicas?
O filme junta o pai natal ao coelho da Páscoa e à fada dos dentes. Eles e o guardião dos sonhos, no original Sandman, mas possivelmente chamado por cá de João Pestana, já que é ele que embala os nossos meninos, têm a função de combater o bicho papão sempre pronto a meter medo à criançada. Eles têm ainda a ajuda do Jack Gelado, personagem que eu aliás ainda não tinha ouvido falar: um menino que salvou a irmã de morrer afogada num lago gelado. Todos juntos querem manter as crianças do mundo inteiro felizes, a sonhar com um mundo melhor e vão conseguir combater o mal.
Nós gostámos mesmo muito. A miúda também, percebeu todas as piadas e vibrou mais uma vez a cada movimento 3D. O filme já não está em todas as salas e a versão 3D começa a ser rara, mas se ainda não viram, eu aconselho a correrem para uma bilheteira. Vale mesmo a pena.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Um mês com Woody Allen


A partir de hoje e até 19 de Agosto, o Espaço Nimas (Av. 5 Outubro, Lisboa) recebe um ciclo dedicado a um dos maiores e mais peculiares realizadores do mundo: Woody Allen, por sinal um dos meus preferidos. Ao longo de cinco fins de semana, o público pode ver filmes como “Balas sobre a Broadway”, “Celebridades”, “Vicky Cristina Barcelona” ou “Meia Noite em Paris”, destacado na última edição dos Óscares. Ao todo vão ser exibidas 14 longas-metragens do cineasta e o documentário “Wild Man Blues – Um Retrato de Woody Allen”, de Barbara Kopple, que acompanha uma digressão europeia de Woody Allen e da sua banda de jazz. Os filmes são exibidos às 21h30, às sextas-feiras, e 18h e 21h30 aos sábados e domingos, e os bilhetes custam 4 euros.
Não sabiam bem como aproveitar as noites em Lisboa? Fica a sugestão.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

De propósito para o meu filho...

... o Homem Aranha já chegou a Lisboa. Tivesse ele idade e lá iamos nós à estreia, hoje, do Fantástico Homem Aranha 3D.


Mas temos tempo, temos tempo. Lá chegaremos. Agora é mais uma de pontapés numa bola qualquer na companhia das irmãs, skate com o pai e miminhos da mãe. E é tão BOM!! Mas fica a promessa, filho, quando quiseres vamos ver isto! O mais provável, é ser num sofá bem perto de nós!

terça-feira, 3 de julho de 2012

70???

Parece que Harrison Ford está a celebrar 70 anos. 70??? É o que acaba de me contar o canal Bio, perito em dar a conhecer a vida de pessoas normais, que de tão normais, são absolutamente extraordinárias. Assim, nos dias 13 e 20 deste mês de Julho, o canal estreia em exclusivo dois episódios que retratam a vida e a carreira de Harrison Ford um homem que passou de carpinteiro a actor.
O documentário, exibido nos dois dias, pelas 21h30, inclui gravações excepcionais nos bastidores e emocionantes videoclips dos seus filmes, como “A Nova Geração”, “Star Wars” e “Os Salteadores da Arca Perdida”. Os realizadores George Lucas e Steven Spielberg partilham as suas histórias acerca de como é trabalhar com ele.
É verdade que estes filmes já têm anos e anos. É verdade que sempre me lembro deste actor e não propriamente miúdo, mas daí a já ter 70 anos... até dói!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Estreia amanhã e eu quero ver


Primeiro foram os cartazes que me conquistaram a cada passagem de carro por um qualquer outdoor por esta cidade espalhado. As cores, a pose, o olhar. Sempre ali qualquer coisa que me deixa ficar presa à imagem do novo filme do Tim Burton, como sempre com Johnny Depp e Helena Bonham Carter (ambos com uma caracterização de se tirar o chapéu), mas também Michelle Pfeiffer, outra das minhas actrizes de eleição. Ainda li muito pouco acerca do filme, duas criticas apenas, mas quero muito ir vê-lo. Apesar de não gostar muito de cinema fantástico e prefira bem mais uma história baseada em factos reais, a verdade é que este universo sempre tão excêntrico de Tim Burton, conquistou-me há muito. Desde o emblemático “Edward Mãos de Tesoura” aos mais recentes “Sweeney Tood – O Barbeiro de Fleet Street” ou “Alice no País das Maravilhas”, tenho visto e gostado de mais ou menos tudo. Acho que é pela exploração da cor. Pelo ambiente criado, são sempre filmes encantadores. “Sombras da Escuridão”, pelo trailer que já espreitei parece-me deveras divertido. E quero ver.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Pode o cinema transformar-nos?




Partilhei vários visionamentos de imprensa com o Rui Pedro Tendinha. Nunca trocámos mais do que o banal, bom dia ou boa tarde, mas fiquei vezes sem conta a ouvi-lo falar com outros jornalistas sobre os filmes que tinha visto, quem tinha entrevistado lá para os lados de Hollywood e, confesso, sempre fiquei algo fascinada com o que dizia. Sobretudo porque se percebe à distância o quanto Rui Pedro Tendinha é apaixonado pelo cinema. E eu, acredito mesmo, que só somos bons profissionais se tivermos realmente paixão pelo que fazemos. Não basta ter estudado para, não basta apreciar. Tem que se amar. E é por isso que não me espantei quando há minutos recebo o press sobre o novo livro da “Oficina do Livro”: “100 filmes que podem mudar a sua vida” de Rui Pedro Tendinha. Aqui, o jornalista e critico de cinema faz alguns paralelismos do que vemos na grande tela e no que vivemos na realidade. E de facto, quantos de nós não somos inspirados por grandes histórias do cinema para darmos mais um passo na nossa vida? Se eu adoro ver filmes e ler livros baseados em histórias reais, também gosto muito de perceber como uma boa história do cinema pode transformar o nosso dia e levar-nos a tomar decisões inspiradas pela sétima arte. Eu fiquei curiosa!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

John Malkovich no Chiado



O grande actor norte-americano John Malkovich vai estar em Lisboa na próxima segunda-feira, para uma conversa aberta ao público. O actor vai
participar num encontro, moderado pelo realizador português Paulo Branco, sobre
a obra do realizador Raul Ruiz. Malkovich participou em três obras do cineasta
chileno: As Almas Fortes”, “O Tempo Reencontrado” e “Klimt”, e neste momento
encontra-se a gravar “As Linhas de Torres Vedras”. A conversa, acontece na Fnac do Chiado, na segunda-feira próxima, dia 20, pelas 17 horas. Fica a dica para os fãs!
(e agora uma pergunta muito pateta: será que por estar no Chiado, Malkovich vai aproveitar para ir à loja da Nespresso? E será que encontra lá o Clooney?!! Isso é que era uma notícia grande...!)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Este fim-de-semana não me escapas



E o frio é bom para colocar o cinema em dia...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Estreia hoje



No outro dia enquanto dava um anuncio do filme na tv, dei com a minha cria mais crescida a olhar pelo canto do olho para a bonecada e disse-lhe:



- E se nas férias do carnaval fossemos ver este filme ao cinema?

- Isto? Eu não vou. Não gosto disto.

Respondeu pronta, seca e sem margem para grandes dúvidas.

E pronto, lá fiquei eu de orelha caída porque andava a contar os dias para a estreia de "Os Marretas" e afinal não tenho companhia de meio metro para ir comigo a uma sessão infantil...

Se ela soubesse o quanto os Marretas me faziam feliz quando era gaiata. E ainda hoje adoro a Miss Piggy!