Mostrando postagens com marcador Passeios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Passeios. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Natal no Porto


A pretexto do jantar de Natal da "minha" empresa ter sido este ano no Porto, fizemos as malas e fomos passar o fim-de-semana a norte. Foram apenas dois dias, mas tão intensos e bons que quando regressámos a casa, mais parecia que tínhamos estado longe vários dias. Tivemos uma sorte danada com o tempo que mais parecia Primavera, o que ajudou e muito às caminhadas pela cidade. Fomos com os miúdos aos locais mais emblemáticos e eles deixaram-se encantar pela Ribeira e pelo Douro. À noite, depois do jantar, fomos à Av. dos Aliados ver a decoração de Natal... nós e milhares de pessoas, de cabeça no ar entre os baloiços convidativos, com palavras chave e a mega árvore luminosa. Ainda ficámos a conhecer o Sea Life, pequenino, mas acolhedor e onde nos deixámos embeiçar por uma tartaruga gigante. Para dormir, escolhemos o Ipanema Park e tenho que dizer que fiquei muito, muito satisfeita com a escolha. Foi talvez um dos melhores quartos de hotel onde já estive. Um quarto familiar (não dois quartos comunicantes como muitas vezes acontece), cheio de espaço e pormenores muito cuidados, como a decoração na parede no quarto dos miúdos. O pequeno-almoço estava maravilhoso e o staff foi sempre muito atencioso. Um local, sem dúvida a voltar.
Nunca fui de viajar muito nesta altura do Natal, sempre preferi mais a Primavera-Verão, mas esta começa a ser, sem dúvida, uma das minhas alturas favoritas para o fazer...

Ficam algumas fotos.




domingo, 30 de outubro de 2016

Subir à Pena e saber que vale a pena!

Tínhamos reservado este fim-de-semana para uma escapadinha comemorativa de 12 anos de casamento. 12! Tínhamos muitas ideias, muitos destinos, mas eis que muito em cima da data é marcado um teste à filha mais crescida para a suposta "ponte". Planos alterados, algum amuo, tenho que o confessar. Com tantos dias, julgo que não há necessidade de marcar testes em "pontes", sobretudo  quando (na escola onde anda) os professores não se poupam a faltas.

Mas enfim, com teste marcado para amanhã, mantivemos a ponte e alterámos ideias, sem sair de casa. Ainda pensámos sair só no fim-de-semana, mas para onde queríamos ir, não valeria a pena. Vai daí que, hoje, sem grandes planos, mas com um sol tão convidativo levámos os miúdos onde há muito queriam ir: ao Palácio da Pena. É talvez o meu monumento preferido e a criançada, que o avista da janela, andava em pulgas para lá meter os pés. Fomos lá hoje e claro que não desiludiu. Acho incrível aquela misturada de cores, entre paredes de azulejos e pintadas de amarelos, vermelhos e cinzentos.
Sintra pode ficar mesmo aqui ao lado, sobretudo para mim que fui lá jornalista durante alguns anos, mas parece sempre que estamos num mundo à parte. É dos sítios que mais gosto de visitar, apesar de estar completamente saturada de turistas. Tem um encanto próprio e muito romântico, sobretudo em dias assim quentes e luminosos de outono. Claro que não nos contentámos só com a mega caminhada para a Pena (na descida as pernas já acusavam!) e tivemos que ir para o centro histórico e acabar a lanchar na Piriquita, ou não seriamos nós!
Os miúdos encheram os telemóveis de fotografias e não faltaram as inúmeras selfies com caras tontas!
E, sinceramente, há palácio mais bonito que o Palácio da Pena para fazer um brinde a 12 anos de casamento?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Ainda não vos tinha contado, mas lá fomos nós no comboio da Tapada

 
Assim que soubemos do comboio de Natal da Tapada de Mafra, decidimos logo que levaríamos lá os miúdos. Se há programas que resultam sempre bem é ir a um parque com bicharada! Os meus miúdos adoram. Não pesquisámos muito, saímos de casa e lá fomos. Mas assim que lá chegámos soubemos logo que já estava esgotado. Para o dia seguinte também já havia poucos bilhetes e por isso tratamos logo de comprar as cinco entradas para não ficarmos de fora outra vez. A viagem não se perdeu porque os monitores da Tapada são de facto espetaculares e assim que avistaram um Javali perto da entrada chamaram-nos para o vermos. Estivemos a um metro do bichinho e os meus filhos deliraram. Um ou dois minutos depois apareceu uma família de gamos e aí, sim, o dia ficou completamente ganho! São tão amorosos aqueles bichos. Fazem tanto lembrar o Natal!

Voltamos então no domingo com as expectativas de adrenalina lá no alto. Finalmente íamos andar de comboio de Natal na Tapada de Mafra. O comboio de Natal faz um percurso mais curto que o passeio normal disponível todo o ano, mas em contra partida tem em cada paragem um pequeno teatro.
Ficámos desapontados com o tema do teatro em si. Achámos giro, muito giro, mas nada natalício. O tema são os quatro elementos: Terra, Ar, Água e Fogo. Achava extraordinário se estivéssemos no verão. Mas no inverno e especialmente no Natal teria sido muito melhor assistir a uma peça de natal verdadeiramente. Aproveitar o conceito de Floresta Encantada sim, mas com mais magia, mais encanto, mais fantasia.
Claro que os meus miúdos gostaram da tarde, claro que sim. Só o facto de andar por ali num simpático comboio, torna tudo giro e diferente. Mas esperávamos mais. Mais calor. Mais cheiro a Natal!
Tivemos a sorte de encontrar mais famílias de javalis, gamos e veados, e isso valeu por tudo. As crias são sempre ternurentas e fazem os olhos das crianças vibrar!
Ficámos cheios de vontade de voltar à Tapada daqui a uns meses, quando o tempo voltar a aquecer!


terça-feira, 7 de julho de 2015

E a praga (boa!) dos Tuk Tuk?

Há uns dias recebi um grupo de colegas de Madrid em Portugal e organizei um passeio por Lisboa de Tuk Tuk para que ficassem a conhecer um pouco melhor a cidade, nomeadamente a parte histórica, porque já se sabe que nestas viagens de trabalho pouco tempo há para apreciar o destino, com tantas reuniões! A ideia foi exactamente essa, trocar por uma hora (ou duas) a sala de reuniões pela nossa paisagem, sem nuca deixar de ter o trabalho em vista claro!
À hora marcada estavam a apanhar-nos no Mercado da Ribeira (ponto de encontro escolhido por nós), numa tarde incrivelmente quente por Lisboa e seguimos para a Sé. Meu Deus! Tantos Tuk Tuk em Lisboa. Uns para cá, outros para lá, a descer a subir, a acenar, parados à espera de passageiros, outros a deixá-los! Há uns anos fiz uma reportagem sobre a chegada destes pequenos veículos de turismo à nossa cidade. Uma ideia muito batida sobretudo nos países do Oriente, mas nova na altura em Portugal. Lembro-me de ter feito a reportagem logo ao inicio de aparecerem e por isso serem mesmo muito poucos os que tinhamos e só de uma empresa e de repente já são centenas, entre as várias empresas que operam nesta área. Andam por todo o lado, dentro e fora da cidade, junto ao Rio, até Cascais ou Sintra. Adaptam percursos às nossas necessidades e tentam ao máximo satisfazer o que pedimos. Com uma vantagem clara de passar em ruas estreitinhas, tão típicas da nossa Lisboa, onde um autocarro não passa, fez-me rir quando na subida para o Castelo, às tantas já havia uma fila enorme de Tuk Tuk à espera de passar um cruzamento! Os guias são do mais amoroso que há e para além de darem muitas informações úteis face aos monumentos e espaços que vamos vendo (há sempre tempo para sair e visitar também por dentro!), são divertidos e muito bem dispostos, sempre prontos a animar os turistas, prestando-se inclusivamente a tirar fotografias com eles! Foi engraçado perceber que mesmo para nós que achamos que conhecemos bem a nossa cidade, há tantos pormenores que nos escapam, nas nossas passeatas.
Eu adoro Lisboa e fiquei mesmo feliz de me deparar com tantos turistas numa tarde de segunda-feira! Que venham mais!
E vocês, há quanto tempo não são turistas na nossa cidade?

segunda-feira, 30 de março de 2015

Fomos cantar os parabéns no Zoo

 
Há muito que estava decidido não fazer um almoço de aniversário. Pelo menos um almoço mais formal, num restaurante, com horas marcadas. Há muito que deixei de ter paciência para almoços caros, na maioria das vezes a uns bons quilómetros de distância, e que dão muito mais trabalho e despesa organizar que prazer em partilhar. São os miúdos que estão inquietos e querem correr e brincar e quase derrubam não sei quantas travessas. São as conversas que acabam por não chegar a bom porto, com tanto ralhete pelo meio. São os pratos que afinal não eram assim tão espetaculares como vendiam.
Há muito que estava decidido que este ano ia passar um dia de aniversário no Jardim Zoológico de Lisboa. Eu adoro o jardim zoológico, adoro, sempre adorei desde muito miúda. Os meus filhos adoram bicharada e correr e falar alto e gritar. Todos gostamos de picnicar! Ora o Zoo tinha que ser a opção e foi de facto uma aposta ganha. Foi um dia de aniversário perfeitamente tranquilo, sem ralhetes, com muitos sorrisos, sem pressas, com muito sol e espaço para brincar. Fizemos tudo o que havia para fazer, vimos tudo o que havia para ver. Andámos de teleférico, de comboio e caminhámos muito. Vibramos com os golfinhos e os leões marinhos: fazem sempre um espetáculo tão giro! Comemos gelados e até cantámos os parabéns em Pleno Bosque Encantado. Fomos ao jardim zoológico em família no meu aniversário e foi muito bom. E tenho a certeza, ninguém vai esquecer!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

10 anos de casamento e um fim-de-semana a dois no Porto

 
 
Tínhamos tudo organizado para ir para Madrid, mas depois chegaram em catadupa as notícias sobre o ébola (que felizmente se dissiparam) e eu comecei a torcer o nariz e a andar para trás nos planos. Depois ponderámos a Madeira, mas vieram os alertas vermelhos mais a greve da TAP e sei lá o quê e eu comecei a torcer o nariz. E depois pensámos: e porque não uma ida ao Porto? Não foi nem a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que fomos ao Porto, mas foi a primeira que fomos só a dois. E era isso mesmo que eu queria: ir a uma cidade bonita, com movimento e ambiente, sem horários e com uma lista de restaurantes, lojas e demais espaços para ir. Sítios onde ir com crianças é complicado. E foi isso mesmo que fizemos. Acordámos sem pressas, andámos imenso a pé (para se conhecer uma cidade temos que andar a pé!!!) descobrimos espaços fantásticos para petiscar e fizemos dois jantares maravilhosos e curiosamente à luz das velas. Ainda tivemos tempo para umas compras e um chá num dos cantinhos mais simpáticos que conheci: a Leitaria da Baixa!
Tentámos seguir o critério do mais recente: ou seja, espaços que abriram há pouco tempo e que vale mesmo a pena conhecer. Foi por isso que decidimos ficar no já muito badalado Hotel da Música. Não desiludiu. Que espaço tão vanguardista! Eu até nem me importo de ficar em hotéis básicos e banais, no sentido de ser apenas um sítio para dormir. Mas desta vez, apetecia-me ficar num hotel diferente, com algum requinte sem ser demasiado formal. O Hotel da Música é um espaço assim: moderno, vanguardista, especial. É um hotel design e está muito bem localizado, dentro do remodelado mercado do Bom Sucesso, com música e animação non-stop das 10h à meia-noite. E isso foi de facto uma surpresa. Está na moda revitalizar os mercados antigos e de facto este do Bom Sucesso está bem vivo. Na sexta, perto da meia-noite, quando chegámos, estava cheio, no sábado estava cheio e no domingo de manhã: surpresa das surpresas: estava cheio! Nunca jantámos lá. Saímos de Lisboa com os restaurantes marcados para os jantares e sabíamos onde queríamos almoçar. 
 
É do senso comum que no norte se come muito bem. Sabemos que sim, mas aquilo que procurámos nestes dois dias a dois foi mesmo espaços vanguardistas, diferentes, que nos ficassem na memória. Não queríamos aquela comida pesada do Porto. Queríamos lugares bonitos. Levei vestidos e sapatos de salto e queria mesmo divertir-me. Marcámos os jantar em dois restaurantes que queria muito conhecer. Na sexta-feira experimentámos o mexicano “Frida” e fiquei rendida a tudo: à comida deliciosa, ao ambiente acolhedor e requintado e ao serviço. Que simpatia!! Gostei tanto, mas tanto que assim que encontrei na estrondosa livraria Lello & Irmão um livro de receitas mexicanas, onde encontrámos os dois pratos que comemos, não hesitei em comprar. Foi para mim um dos melhores restaurantes em que estive e trazer para casa um livro que não me faça esquecer aquele paladar, foi um presente caído do céu. No sábado, e depois de um dia de tanto caminhar, optámos por ir a Matosinhos conhecer o célebre “Quarenta e 4”. Entrei e pensei: “se este se torna no meu restaurante preferido, estou tramada – vivo a 300 quilómetros daqui”. Felizmente que demoraram muito tempo com o nosso pedido e que se engaram no vinho que escolhemos, porque se fosse tudo tão, mas tão perfeito como prometia ser, tornava-se um tédio. Gostámos muito do jantar. Muito. E de facto, pode ser mesmo um dos melhores lugares do Porto para comer sushi!   
 



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Querem uma proposta diferente para um fim-de-semana de Agosto?

Não é segredo para ninguém que o céu no Alentejo tem mais estrelas. Não é um mito ou slogan publicitário, a luz é mesmo outra! Se calhar é mesmo por isso que o tempo parece passar mais devagar…! Eu gosto muito do Alentejo e Monsaraz é um dos meus sítios preferidos, sem qualquer dúvida. Pois que é lá, que nos dias 22 e 23 de Agosto vai acontecer a terceira Dark Sky Party Alqueva, junto ao Convento da Orada. Com um programa vasto e diversificado, a participação na Dark Sky Party Alqueva é gratuita sendo que para as palestras, café ciência e oficina pedagógica será necessário efectuar inscrição para alqueva.darksky@gmail.com. O website do Dark Sky Alqueva www.darkskyalqueva.com disponibiliza informação sobre o programa completo e sobre os alojamentos e restaurantes integrados na Rota Dark Sky Alqueva, bem como os menus que serão servidos durante a noite de 22 e 23 de Agosto, nos restaurantes da Rota. Monsaraz vale sempre muito a pena, mas num fim-de-semana de estrelas, aposto que valerá ainda mais. E tem restaurantes tão bons…

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O Festival do Pão cresceu!

Todos os anos recomendo e este ano, em que está maior, ocupando dois fins-de-semana, nunca poderia deixar de o fazer! O Festival do Pão está de regresso ao Jardim do Cerco, em Mafra, já neste próximo fim-de-semana e é sempre um complemento giro para quem está de férias por estes lados. O Jardim do Cerco é um dos mais bonitos jardins que conheço e com este festival ganha aquela alma saloia que todos associam a Mafra. O cheiro a pão quente espalha-se entre mesas de petiscos vários. Os miúdos correm e brincam à vontade. Há filhós e arroz doce e doces das melhores pastelarias locais e são tantas e tão boas. Há pão com chouriço, com torresmos, com bacalhau. Há sopas e demais iguarias. A entrada é gratuita e os preços dos consumíveis não são proibitivos.
Fica a dica...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

O fim-de-semana

 
 
 
 
 
 
Olho as fotografias e custa-me a crer que o fim-de-semana tenha sido ainda ontem. De tal forma o meu dia de hoje foi avassalador, de tal forma foi diferente, importante, chave, que parece que me passou um camião por cima. Custa-me a lembrar as primeiras horas da manhã... quanto mais o fim-de-semana que foi maravilhoso, mas já a parecer-me longínquo.
Fomos para Tavira e foi um dos melhores fins-de-semana do ano, claro! Há muito que andávamos a pensar num fim-de-semana fora, há muito que merecíamos sair, mas por compromissos daqui e dali estava difícil encontrar o fim-de-semana ideal. Foi este e a verdade é que parece termos acertado em cheio. Tavira não é um dos nossos locais habituais do Algarve. O "nosso" sul vai mais de Odeceixe a Sagres, por causa das ondas, mas de quando em vez adoramos continuar estrada fora à procura de água mais quentinha. Foi o caso deste fim-de-semana, em que decidimos ir para onde raramente vamos para sairmos de lá completamente rendidos! Tivemos sorte, muita sorte com o tempo. Tanto calor, tão boa praia, tão boa piscina. E que saudades tínhamos todos de sair para jantar ainda de alças! Este ano não vou ter férias de verão e por isso este fim-de-semana foi ainda mais intensamente vivido. E foi maravilhoso!




segunda-feira, 31 de março de 2014

Querem uma boa desculpa para fugir até ao Alentejo?

Lembram-se do Refúgio da Vila, o hotel rural (com grandes pormenores de charme!), em Portel, que vos falei no final de Janeiro? Pois que agora há uma grande desculpa (mais uma, na verdade!) para se fazerem à estrada e irem até lá já neste primeiro fim-de-semana de Abril. Por ocasião do 8º Congresso das Açordas, o Refúgio da Vila está com promoções deliciosas... tão deliciosas como as ditas açordas alentejanas. Quem não gosta? Os visitantes tanto podem usufruir de descontos no preço no próprio quarto, por exemplo com a oferta de uma cama extra, como podem escolher antes usufruir de um belo passeio pelo Alqueva, com a Alquevaline, empresa que conheço e recomendo!
O 8º Congresso das Açordas acontece nos dias 4, 5 e 6 de Abril e pretende valorizar e divulgar um dos pratos mais característicos e ricos da gastronomia alentejana. Há concursos, há exposições, espectáculos de fado e de tradicional Cante Alentejano.
E para além disso tudo, o Hotel Refúgio da Vila, por ter também Escola de Cozinha, pode ainda desvendar-vos verdadeiros segredos das mais emblemáticas receitas.
Se estavam à espera de um motivo extra para ir até ao Alentejo, sigam o aroma e vão até ao Refúgio da Vila, descansar dos ares da cidade e encher o palato com as boas iguarias alentejanas, onde a açorda é rainha e senhora!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Ir à Quinta das Lágrimas e conhecer a Barbie Inês de Castro!

Há anos que o Hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra, está na minha wish list de hotéis para conhecer. Parece-me do mais romântico que há e não fica assim tão longe quanto isso, o que o torna perfeito para uma escapada a dois! Mas, caso não consiga deixar os miúdos, também me parece ótimo para uma pausa em família. Aliás, devia aproveitar e marcar já estadia para o segundo fim-de-semana de Março e tenho a certeza que fazia as delícias de todos cá em casa. E porquê? Porque a Mattel, associada a um grupo de colecionadores e à Fundação Inês de Castro, está a organizar, no dia 9 de Março, um encontro de colecionadores de bonecas Barbie e celebra os 55 anos da boneca mais famosa de sempre, com a apresentação da nova Barbie Inês de Castro. Cabe aos sempre inspirados estilistas portugueses Augustos, José António Tenente e Katty Xiomara vestirem a Barbie sob a inspiração de uma das histórias mais românticas que Portugal conheceu. Eu aposto que o resultado vai ser estrondoso.
Caso haja por aí leitores meus também inspirados podem participar num concurso que está a decorrer e inscreverem-se para marcar presença no encontro. Basta acederem a https://www.facebook.com/BarbieCollectorPortugal, ou a http://barbiecolletorportugal.wordpress.com/ para ficarem a saber mais pormenores. Se quiserem podem ainda enviar um e-mail a pedir informações, por aqui barbiecollectorportugal@gmail.com.
Fica a dica... afinal quem não gostaria de estar na festa de aniversário da Barbie, hum?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Inverno: se não o podes vencer... junta-te a ele!

Os miúdos andavam doidos por voltar à Serra da Estrela. Fomos lá em Abril do ano passado e foi um fim-de-semana tão bom que quase um ano depois, os três lembravam-se de pormenores das brincadeiras da neve que me deixavam verdadeiramente espantada! Tinhamos mesmo que lá voltar. Andámos a estudar bem o tempo e a adiar a ida de semana para semana, porque ir com chuva não faz qualquer sentido. Ainda que um pouco a medo, decidimos ir na sexta-feira e tivemos imensa sorte com o tempo: sol, céu azul, neve fofinha, tudo bom! A Matilde decidiu que queria levar os brinquedos da praia. Sempre que vamos de fim-de-semana para algum lado, deixo cada um deles fazer a sua própria mochila com brinquedos, livros, canetas, papéis... Desta vez a Matilde não quis levar nada a não ser mesmo as formas da areia. Às tantas também eu pensei: e porque não? E a verdade é que nos divertimos a fazer coelhinhos, elefantes, caranguejos, mãos e pés de neve. E ficaram tão giros!!! Na mala também vai sempre o nosso amigo trenó que desliza mesmo rápido e faz as delícias dos miúdos, mas dos graúdos também. Vamos sempre todos equipados com roupa e botas da neve, porque queremos mesmo ficar ali horas a brincar, sentados no chão, sem medos de ficarmos molhados ou com frio. Fomos com amigos e os miúdos tinham ainda mais companhia para partilhar brincadeiras. As crianças eram, como quase sempre são, mais que os adultos!
O ponto alto do fim-de-semana foi a descoberta do Covão d'Ametade, na estrada que liga a Torre a Manteigas. Eu adoro ir a Manteigas. Acho que a estrada do Vale Glaciar é das mais bonitas que a Serra da Estrela tem, mas ainda não tínhamos parado no Covão d'Ametade, nem sei bem porquê, já que tantas e tantas vezes lá tínhamos passado. De repente, no sábado, já ao final o dia decidimos parar lá e foi assim como entrar numa outra dimensão. Tudo tão diferente da Serra da Estrela a que estamos habituados. Gostámos tanto que queremos muito lá voltar, ainda com neve e quem sabe já no Verão, para um belo picnic... vocês sabem que eu adoro picnics!!!!
A Serra da Estrela estava cheia de gente, mas nada muito dramático. Acredito que no próximo fim-de-semana tudo se complique com as miniférias de Carnaval. Também acho que tem cada vez uma oferta melhor no que respeita a comidas e dormidas. Não faço ideia como estão as coisas na Torre porque há anos que lá não vou: não gosto e não tenho a mínima paciência para aquele amontoado de gente. E há tantos sítios maravilhosos para conhecer...
Já no ano passado fiquei muito bem impressionada com o Restaurante Santa Luzia, em Manteigas, e este ano deixei-me conquistar pelo Vale do Zêzere - Restaurante de cozinha regional e Hotel (duas estrelas). Para mim, quanto mais fugirmos do óbvio, melhor! Fica a dica se tiverem as malas prontas para aqueles lados!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Os cinco no Museu do Brinquedo!

Desde que me lembro de mim que tenho por Sintra um carinho especial e depois de lá ter trabalhado fiquei absolutamente rendida àquela Vila Património da Humanidade. Acho que há poucos sítios em Portugal tão bonitos como Sintra e a mim faz-me bem ir até lá... não sei explicar!
No sábado, saímos depois do almoço sem um plano definido. Na verdade a ideia era apenas ir beber um café e pôr a miudagem toda na rua, já que não chovia impunha-se sair fosse para onde fosse! Começámos a andar e, como sempre, como não chegávamos a acordo a que café ir (os miúdos gostam sempre de contrariar!), de repente lembrei-me e disse: "E se fossemos lanchar a Sintra?" Começou logo um rol de queixume no banco de trás. "Não quero ir a Sintra. Ai que já estou mal disposto, ai que me dói a barriga". Olhei para os três e disse com a maior serenidade possível: "Oh, que pena. Estava a pensar irmos visitar o Museu do Brinquedo..." Depois de um breve silêncio em que com toda a certeza se entreolharam a tentar encontrar uma solução, começou a ladainha: "Sim, sim, queremos ir. Queremos ir ao Museu do Brinquedo!" Ainda estive para me fazer difícil, mas depois achei que era preferível não entrar em muita excitação. Pusemo-nos a caminho e tal como prometido, assim que estacionámos seguimos para o Museu. Os miúdos histéricos, mas sem saberem muito bem ao que iam. Eu já lá tinha estado variadas vezes, mas todas elas em trabalho e nunca os tinha levado lá. Aliás, é daqueles espaços que tenho sempre na agenda para um dia de frio, mas ou por isto ou por aquilo, acabámos sempre por adiar a visita... até este sábado. No terceiro piso, o sótão das bonecas, os miúdos ficaram fascinados com uma casa de bonecas fabulosa, a "Vivenda Odete", de madeira, enorme e com luz dentro. Ainda hoje a Carolina voltou a dizer que queria a casa nº 100 como presente de aniversário. No segundo piso, o Francisco enumerou uma lista infinita dos carros que queria levar para casa e não foi fácil dizer que ali não se compravam brinquedos, bastava olharmos e perceber que muitos até temos em casa, só temos que os tratar bem e colocar nas prateleiras certas para dar aquele efeito. Eu perdi-me de amores pelos bonecos da Playmobil, o pai gosta sempre mais do lego e a Matilde ficou vidrada na vitrine que tinha barriguitas iguais às que eu ainda tenho em casa da minha mãe, com roupeiro e cadeirinha e tudo e tudo! A cada boneco gigante da Playmobil por que passavam tiravam uma fotografia e foram os três cumprimentar o Batman. No piso da entrada deliciaram-se com a réplica da Torre Eiffel e eu tenho a esperança de um dia encher o teto do quarto do Francisco de pequenos aviões!
O Museu do Brinquedo não tem entrada gratuita, nem, infelizmente, nenhum bilhete família. Cada adulto paga 4,50 euros e cada criança 2,50 euros, mas para quem como nós, que gostamos mesmo de brinquedos, vale sempre a pena a visita!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Por esse Alqueva fora...

 
Já foi há uns bons anos a minha primeira visita ao Alqueva, ainda a minha filha mais crescida era filha única! Na altura experimentámos fazer um passeio num barco casa e ficámos absolutamente rendidos àquela paisagem, àquele silêncio, às cores do Alqueva. O dia estava maravilhoso e foi memorável! Este fim-de-semana, como vos disse nuns posts atrás, voltámos lá. O dia não estava tão maravilhoso, porque este Inverno está feio, mas ainda assim, para o tempo que tem estado tivemos sorte: nada de chuva e até o sol deu um ar de sua graça. Desta vez experimentámos os serviços do Alquevaline, um operador de turismo fluvial que adapta os seus serviços às necessidades do cliente. Tanto faz passeios românticos para duas pessoas, como recebe grupos de vinte e duas! Tanto aluga barcos para pesca, como organiza uma mega festa abordo. Flexibilidade é mesmo a palavra chave desta empresa que não se limita a transportar turistas, mas a acolhê-los e a acolhê-los bem! Os passeios podem durar tanto apenas 30 minutos (não façam isso que aquilo é bonito de se ver) como até 48 horas! Nós, pela hora um pouco tardia em que acabámos por chegar estivemos no lago cerca de uma hora e meia e foi muito interessante, mais uma vez. Foi um passeio simples, mas que os miúdos, por exemplo adoraram. Não estavam lá muito interessados em saber de estávamos com uma profundidade de 90 metros ou apenas sete (eu estava!!!), se havia peixe ou não e que temperatura tinha a água (no verão chega aos fantásticos 28 graus - UAU!!!). Eles estavam doidos com toda a logística, com os coletes (obrigatórios para eles!), com os animais que víamos nas margens (cegonhas, cagados...) e, principalmente, com os bolinhos deixados em cima de uma mesa estrategicamente colocada ao centro do cruzeiro. Fomos ouvindo histórias e até ficámos a saber que entre as mais de 400 ilhas que o Alqueva tem, há uma que se chama a Ilha da Reconciliação, para onde levam os pares de namorados desavindos. Só saem de lá com as pazes feitas... demore o tempo que demorar! O pôr do sol é assim qualquer coisa de fenomenal e nós ficámos cheios de vontade de lá voltar no verão, não só para mergulhar num dia quente do nosso Alentejo, com água a 28º, mas também para fazer um picnic à sombra de uma Azinheira.
Quem é capaz de dizer não?!
Se quiserem saber mais, o Alquevaline tem site e página no facebook. Informação não falta!
Eu fiquei fã!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Refúgio da Vila, um lugar para voltar

Já passei por vários hotéis e tenho cada vez mais noção que conseguir um quarto para cinco (ou três camas extra) não é de todo uma tarefa fácil. Na grande maioria das vezes, a solução passa por alugar outro quarto, mas com uma porta comunicante entre os dois quartos. Mas eles ainda são muito pequenos e eu sou uma pieguinhas e não fico lá muito descansada! Gosto muito da comodidade de um hotel: do pequeno-almoço mais sofisticado, com ovos, cereais, chá, leite, sumos, bolos caseiros e pão fresco e mais sei lá quantas coisas boas, mas tenho noção que é uma realidade que não posso repetir muitas vezes com três filhos, porque fica mesmo dispendioso. Pois no quarto do Refúgio da Vila, o Hotel Rural de Portel que nos acolheu tão bem este fim-de-semana, senti-me em casa, porque responderam exatamente às minhas necessidades. O quarto era tão grande, mas tão grande que para além das três camas extra, tinha ainda mais três sofás onde poderiam dormir mais três crianças perfeitamente! Que espetáculo! Cada um pode esticar-se à vontade com os seus brinquedos, eu própria adotei um sofá para me deliciar na leitura quando já os três dormiam, sem sentir aquela falta de ar de um quarto apinhado e sem poder fazer o mínimo barulho. Ali estávamos cinco, mas com todas comodidade e privacidade! Se há hotel que posso recomendar para uma estadia de família é este, onde as crianças tem um relvado enorme para poder brincar e jogar à bola, andar de escorrega e de baloiço, apanhar flores e fazer ramos inesperados!
O hotel está dividido em duas partes: o edifício central, com quartos glamorosos  e requintados, e os quartos do monte que ficam junto à piscina e têm o aspeto de singelas casas rusticas alentejanas. Com quatro estrelas, o Hotel tem ainda um restaurante maravilhoso, sob o comando do chef Pedro Soudo que nos brindou, não só com uma maravilhosa aula de cozinha (que vos falarei mais à frente) como nos foi dando a provar muitos e muitos petiscos típicos da região. Situado mesmo no centro histórico de Portel, com vista privilegiada para o Castelo, o Refúgio da Vila está a dez minutos do lago Alqueva, onde também fizemos uma passeata muito agradável. Na verdade, este fim-de-semana de 48 horas, como os outros, pareceu-nos incrivelmente maior, como se as horas esticassem no Alentejo: dormimos mais, comemos (muiiiito) mais e de forma mais demorada, passeamos mais, vivemos muito mais sem sentir aquele stress do tempo a fugir entre os dedos.
Dinâmico, o Hotel caracteriza-se por permitir aos hóspedes várias atividades para além do esperado, assumindo-se também como uma "Cooking School" para adultos, mas também para crianças, o que é absolutamente fenomenal.
Para um fim-de-semana a dois, aproveitando a proximidade do Dia dos Namorados, para uma escapada em família ou mesmo um fim-de-semana entre amigos, o Refúgio da Vila é  mesmo um lugar a marcar na agenda para quem procura um ambiente acolhedor, o sossego do Alentejo e a descoberta dos sabores genuínos do nosso sul.

E aqui para nós que ninguém nos ouve (!!!), o hotel está com uma campanha irresistível: a oferta de uma aula de cozinha por cada noite de reserva em quarto duplo ou single, sempre mediante marcação com o Hotel. Já imaginou manhã mais divertida entre amigos que fazer o seu próprio almoço alentejano?!





domingo, 2 de fevereiro de 2014

Ai, o Alentejo... recebe-nos sempre tão bem!

 
E o Refúgio da Vila - Hotel Rural melhor que ninguém!
Agora devia passar uma semana a maçãs e água, era o que era. Mas que foi mesmo bom, lá isso foi.
Amanhã conto-vos tudo!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A contar os dias...!

 
E já faltam poucos para voltar a ser feliz no Alentejo, num Alentejo que gosto tanto!!! Mal posso esperar por fazer as malas e partir rumo a sul. Porque não vai ser só um fim-de-semana fora de casa, vai ser muito mais. Vou conhecer o renovado Refúgio da Vila - Hotel Rural, em Portel, onde tantas ilustres personalidades portuguesas já ficaram, vou participar num workshop de cozinha (adoro!!!) dentro do próprio hotel, cheio de dinâmica, vou ter tempo para fazer um passeio de barco no Alqueva, vou ter jantares bons, vou conhecer gente simpática (tenho a certeza) e por isso tenho as expectativas bem lá no alto.
Depois conto-vos tudo, mas por agora e se quiserem visitem a ágina deles no facebook, https://www.facebook.com/refugio.davila.5?fref=ts

Esta suite é assim... só qualquer coisa!!!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Subir ao topo da Rua Augusta

Ontem fomos para Lisboa. Todos os anos fazemos questão de mostrar a cidade vestida de Natal aos miúdos. Eu adoro Lisboa, adoro. E por não viver em Lisboa há 9 anos, ir a Lisboa passear é das melhores coisas que posso ter. Decidimos subir ao Arco Triunfal da Rua Augusta e foi um dos momentos chave do nosso passeio. É uma das novidades que a cidade apresenta aos artistas, depois de muito tempo de obras, naquela porta da baixa. Nós adorámos subir lá em cima. Não esperem encontrar nada lá, tal como não há nada quando subimos à Torre Eiffel, em Paris, ou à cúpula de São Pedro, no Vaticano. Há apenas a cidade lá em baixo. Há apenas o estar ali, a ver, a apreciar. E subir ao arco da Rua Augusta é isso mesmo: descobrir Lisboa de um outro angulo. E que angulo tão alto! Nunca me tinha apercebido que o arco era assim tão alto, nem que a Rua Augusta era assim tão comprida e longa. Acho que nunca tinha apreciado o trabalho escultório do arco por que todos passam por baixo já sem quase o olhar. E ele é tão bonito de se ver. O tempo que se está ali depende de cada um: podem ver, olhar e descer ou então deixar-se encantar pelos quatro cantos do recinto e suas diferentes vistas sobre a cidade. Nós tirámos fotografias, muitas, à cidade, a nós, ao sino que a Carolina quis logo tocar e que tem aquele som maravilhoso do antigo. A subida ao Arco tem o preço de 2,50 euros por pessoa e as crianças até aos cinco anos não pagam.
Se começarem o ano com férias e tempo para passear, passem por lá que vão gostar!


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Circo de Luz no Terreiro do Paço


 
Começa este sábado, dia 14 e eu não quero perder esta forma luminosa de celebrar o Natal e Lisboa também! De 14 a 25 de Dezembro, o Terreiro do Paço volta a receber um espectáculo multimédia da autoria de Nuno Maya e Carole Purnelle. Circo de Luz inaugura sábado, dia 14, às 19h e conta com a voz de Nuno Markl e música original dos Deolinda.
Após o enorme sucesso dos espectáculos Terreiro do Paço – a nossa praça, apresentado na Páscoa e, Arco de Luz, apresentado no Verão passado e que contou com mais de 500 mil espectadores em 10 noites, chega-nos, dos mesmos autores, um universo visual e sensorial completamente novo, cheio de cor e alegria. 
Durante 12 noites, a fachada principal do Terreiro do Paço vai transformar-se num circo virtual onde a tenda tem 125 metros de comprimento. O apresentador do Circo de Luz é um Homem-Corvo, numa homenagem à cidade anfitriã, e tem a voz de Nuno Markl, que aceitou o desfio de dar vida a esta personagem animada. Os artistas desafiaram ainda o grupo Deolinda a criar um tema musical original adaptado ao tema do Natal e deste Circo de Luz.  
Cruzando o real com o virtual, a música com os efeitos sonoros, Circo de Luz promete momentos de grande emoção, no espectáculo mais luminoso deste Natal! A entrada é livre. 

Ficam os horários, para ninguém perder:
Sábados, Domingos e dia 25: 18h, 19h, 20h, 21h, 22h
Sessão inaugural, sábado, dia 14: primeiro espectáculo às 19h  

De 2ª a 6ª: 19h, 20h, 21h, 22h
Sessão especial, terça, dia 24: espectáculo único às 18h

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Conhecer as "casas" da nossa Lisboa

O próximo fim-de-semana parece ser mesmo fértil em coisas boas para fazer... como o "Open House", o evento organizado pela Trienal de Arquitectura que vai permitir a visita a espaços normalmente fechados, mas também a bairros da cidade e a museus, em visitas bem acompanhadas. Ao todo são 60 espaços de portas abertas, dos mais variados tipos, inclusivamente até casas particulares. E eu que vou estar fechada num sítio que eu cá sei... Raios, para a má sorte!
A lista está toda aqui http://fugas.publico.pt/Noticias/325786_lisboa-abre-60-espacos-a-visitas-gratuitas-em-fim-de-semana-open-house. Confiram e vejam por onde gostariam de dar uma passeata. É que depois de uma semana como esta cheia de chuva, sabe mesmo bem mergulhar em Lisboa, sob uma outra perspectiva. Fica a dica!