quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ontem, descobri o “Kiss de Cook”



E fiquei rendida. É um espaço, na LX Factory, em Lisboa, Alcântara, que nos abre as portas à cozinha. Ali, quem chega é convidado a tomar um copo, a pôr um avental e encostar-se ao fogão. Ali aprende-se a fazer pratos maravilhosos que depois todos levam para a mesa para jantar ou almoçar. Qualquer um de nós pode reservar o espaço para fazer um evento privado: uma festa de anos, por exemplo. Quem não gosta de receber os amigos na cozinha? Ali há mais
do que espaço. Há materiais e um excelente ambiente, acolhedor, como se estivéssemos efectivamente em casa. Podem estar todos a cozinhar ao mesmo tempo. Ao todo
existem 12 bancadas, totalmente equipadas, o que equivale a 12 cozinhas. Cada bancada dá para duas pessoas partilharem o trabalho harmoniosamente, o que faz com que possam juntar-se 24 amigos à volta dos tachos. Estive lá ontem em
trabalho e fiquei maravilhada. O “Kiss de Cook” faz regularmente workshops temáticos e eu prometi já que levava a pequenada a experimentar meter as mãos na massa! Ai vamos, vamos!

Bom dia, pequena Alice!


Hoje, houve cá em casa quem acordasse no País das Maravilhas.
(E sim, tirei fotografias bem melhores, a contra-luz foi propositada e gosto deste mostro-não-mostro)
Em contrapartida, os irmãos acordaram no Reino dos Ranhos que nunca mais acabam, amigos da febre e colados à tosse.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Gangster Português




Dos livros que tenho aqui na minha mesa de trabalhos, destaco hoje o primeiro do jornalista freelancer André Rito “Diário de um Gangster Português”. Um livro que nos conta mais sobre Vitorino da Piedade Nunes, um dos mais célebres cadastrados portugueses. Aos quinze anos já tinha sido preso mais de vinte vezes e foi na infância que começou a sua vida de malfeitor, instigado pelo pai, o qual seria acusado da morte do avô. Depois de trinta anos a entrar e sair de prisões, voltou finalmente à terra natal, onde roubara os primeiros animais e fizera as primeiras patifarias, mas não para se redimir: o seu nome foi então envolvido em duas mortes. Antes de morrer, em 2003, Vitorino deixou centenas de páginas onde contou episódios da sua longa carreira de marginal, descreveu conversas com quem o quis contratar para matar, anotou reflexões sobre a vida e elaborou uma infindável lista de truques que adoptava nos crimes para ser mais eficaz. Baseado nesses escritos e narrado com o ritmo absorvente de um romance, “Diários de um Gangster Português” reconstitui a vida de um bandido implacável mas fiel a uma certa ética. Um homem que, no fim, conseguiu cumprir o seu maior desejo: morrer em liberdade.
Como sabem, sou completamente fã de histórias verídicas e do que mais gosto de ler são diários, por isso, parece que eu e este livro que me acaba de chegar às mãos, pela Oficina do Livro, nos vamos dar bem...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Valentim


Afinal temos um post romântico! A minha maravilhosa filha de 5 anos decidiu fazer um desenho para os pais por ser Dia dos Namorados. Coloquei numa moldura para o pai ver. O pai que foi trabalhar e chegou a casa com 40,1º de febre. Mas mesmo assim com um ramo de flores para a esposa. E eu gostei muito. Das flores, claro, mas muito, muito do desenho. Isto sim, é amor... Amor a cinco!!!

Do dia de hoje

Agora, é que olhei para a data e vi que hoje é Dia de S. Valentim. E eu que há uns dias tinha idealizado vir para aqui escrever qualquer coisa romântica, afinal chego e falo de quê? De Ranhos... que bonito! Tá bonito, tá!

Uma dor de cabeça do tamanho do mundo

É isto que tenho para vos contar hoje. E os petizes? Pois que os petizes estão com uma valente gripe. Aliás, nem foi preciso passar da porta do gabinete da pediatra para ela levantar o rosto da secretária, olhar para eles e olhar para mim e dizer: "sabe que Portugal está a atravessa uma epidemia de gripe, não sabe?" E depois foi o banal: auscultar 1, 2 e 3. Ver os ouvidos de 1, 2 e 3. Espreitar para a gargaranta de 1, 2 e 3. Apalpar a barriga de 1,2 e 3... e por aí fora. Quando já todos tinhamos o casaco vestido e nos preparávamos para sair, diz de novo a doutora: "Olhe, que há casos assim que são 10 dias de febre e tosse". E eu repeti vezes sem conta: 10? Dez? 10? Dez? SIM. Parece que a gripe gosta de andar por cá. Pois, e entretanto, já deixaram de ser só os 3 com gripe, pois claro. Na verdade somos 5. 5 com febre, dores de cabeça, ranhos para dar e vender, frio, muito frio, mãos e pés gelados e tudo e tudo e tudo. Cenário engraçado, não?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Peixe do Rio volta ao Alandroal



Ora aí está mais uma desculpa para regressar ao Alentejo, mais concretamente ao Alandroal. Com bons alojamentos (eu fiquei há um ano no Nave Terra e recomendo vivamente) e
com restaurantes de excelência (na altura disse aqui que “A Maria” tinha entrada para o topo da minha lista dos melhores restaurantes nacionais e mantenho o que disse), o Alandroal volta a receber a Mostra Gastronómica do Peixe do Rio, evento que vai na terceira edição. Durante dez dias consecutivos,
de 2 a 11 de Março, quem passar por lá pode provar os pratos mais tradicionais mas também algumas novidades. Para além da “Caldeta de Peixe do Rio”, do “Peixe Frito” ou da “Carpa Assada no Forno” podem também ser apreciados o “Lúcio-Perca Grelhado com Molho de Poejos”, “Açorda de Sável”, “Lúcio Perca Recheado”, “Achigã em Molho de Tomate” ou “Peixe do Rio Grelhado na Brasa com Molho de Coentros”. Fica a dica: se alguém está a precisar de respirar aquele ar bom do Alentejo, o Alandroal é um destino a ter em conta na primeira quinzena de Março.