domingo, 4 de dezembro de 2016

Porque o embrulho também conta!

Quem me conhece sabe o quanto gosto de presentes home made. Presentes e não só. No Natal aposto muito na decoração personalizada feita em casa e se possível que envolva toda a família. E os embrulhos não ficam de fora. Reconheço que muitas vezes o tempo não estica. Não dá para tudo e muitas vezes é muito mais prático trazer o presente embrulhado da loja, mesmo quando se limitam a colocar o presente dentro de um saco e a agrafar um laço. Mas há tanta coisa que pode melhorar um embrulho sem piada! E conta tanto receber um presente que se nota que foi embrulhado com carinho! Quando também eu não tenho tempo para mais, muitas vezes, troco o laço por um pé de azevinho, para os adultos, uma sombrinha de chocolate para os pequeninos, balões ou bengalas vermelhas e brancas. Mas e se juntarmos uma fotografia? Um pompom? Uma bolinha da árvore com a inicial? Quanto mais simples melhor!
Ainda não me estreei a sério nas compras de Natal, mas já tenho por aqui alguns miminhos a pedirem um embrulho especial. Fiz uma seleção do que gostava de fazer e tenho a certeza que a árvore cá de casa vai ficar ainda mais bonita!
Querem espreitar?








sábado, 3 de dezembro de 2016

Estudar. Estudar. Estudar.

Andamos em modo estudo. Foi assim no fim-de-semana passado, está a ser assim este fim-de-semana. Ora é português, ora matemática, inglês, história, ciências... Ora me foco na matéria do 5º ano, ora na do segundo, ora até no primeiro. São três com TPC, são três com testes, são três com dúvidas e anseios. Dá trabalho. Dá muito trabalho, mas ver a satisfação deles quando recebem os resultados e ultrapassam obstáculos é incrivelmente bom e tudo compensa. Não me lembro de os meus pais estudarem tanto comigo, sobretudo na primária. Não me lembro de lhes sentir esta constante preocupação. Hoje tenho a certeza que se não estudar com os meus filhos em casa, se não os acompanhar nos tpc, se não andar em cima com as datas dos testes, o que eles aprendem dentro da escola não chega para terem bons resultados. Provavelmente porque os programas são mais extensos. Porque os miúdos já sofrem de falta de tempo. Porque os métodos são outros. Por tudo isto misturado. A verdade é que por aqui eles estudam e estudamos todos nestes fins-de-semana que antecedem testes. E por isso, quero tanto as férias como eles!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

DIY do Dia #58

Agora que já passou o aniversário da minha filha mais pequenina e já chegou definitivamente o frio já posso começar a pensar no Natal! Gosto de viver no Natal apenas no mês de Dezembro e cá por casa só se fazem decorações natalícias nessa altura. No entanto, como gosto de presentes personalizados e de embrulhos originais e sentidos, sem ser o básico do supermercado, já começo a colecionar ideias para esta época que para mim continua a ser das mais especiais, senão mesmo a mais especial, do ano.
Fiquei rendida a estas pequeninas renas, tão fáceis de fazer e que com certeza serão capazes de gerar boas gargalhadas na hora de trocar presentes. Basta meia casca de amendoim e imaginação para fazer uma etiqueta que não se encontra em lado nenhum. E não entram aqui desculpas de não saber desenhar, porque olhos, hastes e boca todos sabemos fazer! É um bom DIY para fazer com os miúdos num final de tarde dos próximos fins-de-semana de frio!
Aposto todo o meu ouro como não se vão importar de comer uns amendoins... É um palpite!

domingo, 20 de novembro de 2016

E a Matilde já tem seis...



De cada vez que um deles faz anos percebemos como de facto o tempo voa. A uma velocidade incrível e assustadora. Demasiado assustadora, mas nada a fazer!
A Matilde fez seis anos e está uma crescida! Tem uma  personalidade fortíssima, que se sente desde que nasceu, mas que está cada vez mais assumida. Como neste último ano, o tema Frozen foi o mais escolhido por todas as amigas, há muito que tínhamos decidido cá em casa que a festa dos seis anos seria diferente e com um tema um tanto ou quanto inesperado. Não que alguém cá por casa tenha algo contra a Anna e a Elsa, muito pelo contrário. Apenas para fugir ao óbvio, nada mais!
Desde logo que tínhamos optado pelo tema de Índios para uma festa cheia de cor. Ainda pensei que mais perto da data quisesse desistir e fazer algo mais menineiro e de acordo com alguns desenhos animados que enchem a TV. Mas nem por isso.
Recortámos setas, apanhámos canas na praia, desenhámos penas e fizemos uma mesa de todas as cores. Devo dizer que foi ótimo para acabar com restinhos de formas de queques, pratos, copos, talheres e guardanapos de festas anteriores!!! O dourado e o rosa foram as cores centrais e de onde partiram todas as ideias. Cá em casa adoramos fazer a decoração das festas de aniversário e mais uma vez foi tudo feito por nós! E as miúdas já ajudam tanto...!
O bolo estava completamente minimalista, mas muito bonito: um cato, uma fogueira e uma cabana de índios feita de canudinhos de chocolate! Claro que podia ser mais elaborado, mas fazer tudo numa única manhã, não é fácil, sobretudo nesta altura que ando com trabalho até ao teto e que me obriga a "roubar" algumas horas ao tempo de família! Ela adorou (e eu também!) e isso é que importa!
E no meio de todo o caos que é organizar uma festa em verdadeiro contra relógio, ainda tivemos a sorte de encontrar uma camisola perfeita para a ocasião!
Que a vida te mantenha assim minha Matilde,  com a cabeça tão decidida e o espírito tão livre!

domingo, 13 de novembro de 2016

DIY do Dia #57


No comboio que me leva ao Porto por mais dois dias de trabalho, recebo um e-mail do meu querido Pinterest que sabe do cor que aprecio certas coisas, a alertar-me para imagens novas que devia conhecer. É incrível como ele já me conhece tão bem! Ora eu que sou mãe de três e tenho andado em contra relógio entre recortes de fitas e papéis para preparar a festa da miúda pequenina, fiquei apaixonada por estes pássaros feitos a partir de rolos de papel higiénico. Não. Não vou mudar o tema da festa por causa disto, mas com a quantidade de rolos de se gastam na nossa casa, este vai ser com toda a certeza um DIY a fazer num destes fins-de-semana de Inverno ou mesmo nas férias de Natal que já não estão assim tão longe.

Com papéis coloridos para forrar (três ou quatro cores por rolo), penas e uns olhinhos simpáticos, que tanto podemos comprar prontos, como adaptar botões ou desenhar em cartolina, podemos fazer bonecos engraçados que nos fazem lembrar papagaios que andavam ao ombro dos seus donos. Estes não andam ao ombro, mas os miúdos podem agarrá-los ao pulso para umas horas de brincadeira, um teatro improvisado ou até só para auxiliar na leitura de uma história.
Mas o que eu mais gostei foi da ideia de aproveitar os rolos gastos de papel higiénico para mudar uma parede dos quarto dos miúdos. Nesta fotografia encontramos mocho divertidos, mas se juntarmos os papagaios de cima, bem que podemos transformar o quarto dos miúdos num destino exótico sem gastar muito dinheiro!

Fiquei fã!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Livro do fim-de-semana #40

Os livros têm andado um pouco arredados daqui, mas felizmente que as leituras não! Apenas não tenho tido muito tempo para vir aqui e consequentemente, os novos livros que vamos descobrindo ficam aqui entre quatro paredes.
Neste fim-de-semana comprido li aos miúdos "Os Papagaios do Rei", um livro de 2005, de Margarida Castel-Branco e Carla Antunes e que pertence ao Plano Nacional de Leitura. Com nomes inventados à laia do universo de bruxas e feiticeiros (o que veio mesmo a calhar em época de Halloween), o livro tem uma mensagem muito positiva que nós mães não nos cansamos de transmitir à pequenada: depois dos deveres cumpridos, dos trabalhos de casa feitos, do estudo concluído, das obrigações revistas, brincar é bom e recomenda-se! Não há nada melhor do que sairmos para passear, com a cabeça descansada, depois de cumprido o trabalho árduo, verdade ou não?
A mensagem dirige-se sobretudo aos alunos da primária que tanto precisam de criar hábitos de estudo (é recomendado para leitura autónoma para alunos do 3º ano), mas as ilustrações divertidas e coloridas, atraem a atenção dos mais pequeninos.
Da mesma coleção fazem ainda parte "O Rei Cota", "A Princesa Esbrenhaxa", "O Rei Batoteiro" e "A Bruxa Esbrenhuxa". Eu avisei que tinha um vocabulário muito próprio...
Edição Verbo.

domingo, 30 de outubro de 2016

Subir à Pena e saber que vale a pena!

Tínhamos reservado este fim-de-semana para uma escapadinha comemorativa de 12 anos de casamento. 12! Tínhamos muitas ideias, muitos destinos, mas eis que muito em cima da data é marcado um teste à filha mais crescida para a suposta "ponte". Planos alterados, algum amuo, tenho que o confessar. Com tantos dias, julgo que não há necessidade de marcar testes em "pontes", sobretudo  quando (na escola onde anda) os professores não se poupam a faltas.

Mas enfim, com teste marcado para amanhã, mantivemos a ponte e alterámos ideias, sem sair de casa. Ainda pensámos sair só no fim-de-semana, mas para onde queríamos ir, não valeria a pena. Vai daí que, hoje, sem grandes planos, mas com um sol tão convidativo levámos os miúdos onde há muito queriam ir: ao Palácio da Pena. É talvez o meu monumento preferido e a criançada, que o avista da janela, andava em pulgas para lá meter os pés. Fomos lá hoje e claro que não desiludiu. Acho incrível aquela misturada de cores, entre paredes de azulejos e pintadas de amarelos, vermelhos e cinzentos.
Sintra pode ficar mesmo aqui ao lado, sobretudo para mim que fui lá jornalista durante alguns anos, mas parece sempre que estamos num mundo à parte. É dos sítios que mais gosto de visitar, apesar de estar completamente saturada de turistas. Tem um encanto próprio e muito romântico, sobretudo em dias assim quentes e luminosos de outono. Claro que não nos contentámos só com a mega caminhada para a Pena (na descida as pernas já acusavam!) e tivemos que ir para o centro histórico e acabar a lanchar na Piriquita, ou não seriamos nós!
Os miúdos encheram os telemóveis de fotografias e não faltaram as inúmeras selfies com caras tontas!
E, sinceramente, há palácio mais bonito que o Palácio da Pena para fazer um brinde a 12 anos de casamento?