domingo, 19 de fevereiro de 2017

Estes últimos dias



Organizei nesta última semana o maior evento em que alguma estive envolvida. Uma experiência incrivel, mas de uma responsabilidade enorme que não me deixou espaço para mais nada. Aprendi imenso, mas trabalhei a um ritmo completamente assustador! Poucas horas de sono, estado em alerta máxima, ideias ao rubro.
Nos entretantos, os miúdos voltaram aos testes e o estudo voltou a intensificar-se cá por casa.
Começámos a sonhar com as férias e traçamos os primeiros planos para umas escapadinhas.
Definimos também que as manhãs dos primeiros domingos de cada mês são passadas num museu. Por ser um momento completamente absorvente para todos e sem grandes margens para passeatas, começámos pois pelo nosso querido Palácio de Mafra que os miúdos já tão bem conhecem e por onde passamos todos os dias, e onde vale sempre a pena voltar. Sempre.
Temos andado a cozinhar como gente grande! Aos domingos saem feijoadas, cozidos à portuguesa, assados apetitosos no forno e muitas invenções. Cozinhados de inverno que ainda sabem melhor quando passamos tantas horas a trabalhar em casa nos dias de suposto descanso!
Que chegue o Carnaval e o primeiro feriado de 2017, que tanto estou a precisar! Que venha de lá a Primavera e os dias compridos!

domingo, 29 de janeiro de 2017

Herança literária


A miúda mais nova anda fascinada com o Universo "Anita". Anita sim, não Martine, que ela nem sabe nem sonha que a menina mudou de nome. Trouxe duas semanas seguidas livros da Anita da biblioteca da escola e quando a irmã mais crescida foi buscar os dois que tem no quarto dela, fui obrigada a lê-los de uma rajada! A coisa "piorou" este fim-de-semana, quando a minha mãe trouxe meia dúzia dos livros que tinha lá por casa quando era eu que tinha 6 anos! Parece a miúda que recebeu um autentico tesouro e na verdade foi uma herança... uma herança literária!
Eu era mega fã dos livros da Anita e ainda me lembro de algumas das histórias quase de cor. Como temos o mesmo nome, pais, avós e tios e padrinhos gostavam de me oferecer os livros e eu bem que sonhava que também sabia andar a cavalo, que viajava num balão e andava no balet! Lembrava-me de quase todos os títulos e capas, só não me lembrava, ou não tinha essa consciência, como os livros eram escritos, porque ao lê-los agora vê-se que são bem antigos. Têm um tom tão coloquial e certinho! A Anita tem os seus amigos, vai para casa da sua tia, a sua mãe faz-lhe um vestido... seu, sua, seus, suas!
Os diálogos, as descrições, ilustrações é tudo tão diferente dos livros que os miúdos têm agora à disposição, que se torna ainda mais divertido voltar a ler.
Para além dos livros da Anita, a minha mãe ainda trouxe outros, também da Verbo Infantil que eu já nem me lembrava que tinha. A Matilde esteve horas de volta dos livros. Viu um por um e eu sei que a semana vai ser toda de regresso à minha infância e lê-los um por um...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

DIY do Dia #59


Vocês sabem que adoro Festas de Anos personalizadas. Tanto para adultos como para crianças, mas claro que as de criança têm sempre uma outra magia. O meu filho nunca gostou de dinossauros e eu sempre achei que é dos temas mais giros de explorar. Ainda tenho esperança que venha a gostar porque há milhares de ideias giras para fazer. Tenho umas tantas guardadas. Esta que encontrei pelo Pinterest partilho convosco, não a consigo guardar, simplesmente! Adoro!
Qual a criança que não vibra com balões? Estes são super simples de caracterizar e nem precisam de hélio para ficar suspensos. Podemos enchê-los em casa e com cartolinas desenhar a cabeça, as patas e a cauda dos dinossauros. Não precisam de ficar desenhos perfeitos. Imperfeitos acho que ainda funciona melhor!
Quem se atreve a experimentar?

Este fim-de-semana vou à livraria!


Ainda estou a dever alguns presentes de Natal. Para mim e para eles. (Qualquer desculpa é boa para ir a uma livraria!)
Se bem que a Biblioteca deles está muito mais actualizada que  a minha, a verdade é que sou viciada em histórias infantis e não consigo resistir a alguns livros.
Ainda bem que é fim do mês. Tenho uma lista em espera que não acaba. Esta é apenas uma amostra. Vamos ver quem vem primeiro para casa. 





O que o chá preto me faz...


Tenho andado em modo urso, cheia de vontade de hibernar.

É certo que a virose que nos atacou na semana passada muito contribuiu para isto de só querer sopas e descanso. Mais descanso que sopas, que na semana passada não entrava nada a não ser chá. Mas a verdade é que o Inverno deixa-me assim meio inerte. Durante o dia a loucura do costume, mas chega a noite e toca de ir buscar a mantinha e competir com os miúdos a ver quem adormece mais depressa no sofá, após o jantar. Uma vergonha, digo-vos eu!

Pois que hoje, acompanhei a minha manhã de trabalho, e a tarde também,  com uma bela caneca de chá preto e parece que acordei para a vida. Tenho andado a beber chá verde há dois meses. Será que me acostumei de tal forma à cafeina do chá verde que já não me fazia nada? Ando a fazer pesquisas de tudo aquilo que trago nos plano para 2017. Ando a impor datas. Estou acordada e cheia de genica para afastar a inércia do Inverno. 

Preciso de pôr a casa em dia, de destralhar o quartos dos miúdos e o meu. De dar aquilo que está encaixotado há anos e se assim está é porque não precisamos disso.  De voltar às leituras e espreitar as novidades do cinema nesta altura de nomeação para os óscares em que há sempre tanta coisa boa para ver. Quero levar os miúdos a uma exposição, a visitar um novo museu, ao teatro.  Tenho muito para fotografar e ainda mais para escrever.

O relógio não para e o inverno não me pode parar! Se tiver que beber todos os dias uma boa caneca de chá preto, então venha ela. E viroses, queridas viroses, já tivemos a nossa dose, agora qui em casa já não entram mais!

Voltei!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Livro do fim-de-semana #40


Não há história que não meta as palavras puns, rabo, chichi ou cocó que que não tenha passaporte garantido para as gargalhadas dos miúdos. É êxito garantido, já se sabe. Eu própria também não resisti a este livro assim que o encontrei por acaso numa das minhas muitas idas a livrarias. "Até as Princesas dão Puns" foi um presente de Natal para a miúda mais nova cá de casa e claro que fez sucesso na noite de Natal, com todos a repetirem o título vezes sem conta, entre risinhos tontos, e a quererem folhear as páginas cheias de ilustrações bem giras. A história é engraçada e acaba por desconstruir os grandes clássicos que todos conhecemos. Ficamos a saber que a Cinderela deu um pum em pleno baile e que a própria Branca de Neve também teve grandes dores de barriga por causa da comida apetitosa cozinhada pelos anões. Afinal, parece que todas, mas mesmo todas as princesas dão puns e nas alturas mais impróprias por vezes. A história é de Ilan Brenman que tem outros títulos que tenho debaixo de olho.
Já conheciam?
Nós já o lemos num deste fins-de-semana e deixo aqui a sugestão para este fim-de-semana que já está mesmo a chegar!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Lema de vida

Com um olhar.
Com um sorriso.
Um prato especial.
Um jantar inesperado de tabuleiro no colo.
Desligar o telemóvel.
Com uma ida ao parque.
Com um beijo. Um abraço. A mão dada.
Um bolo acabado de fazer no forno.
Um telefonema.
Uma mensagem inesperada.
Um presente.
Um passeio de bicicleta.
Um sessão de cinema.
Um chá quente.
Ao sentar no chão a brincar.
Fazer um desenho. Pendurá-lo na parede.
Fazer um jogo.
Parar. Estar. Sem pressas.

Todos os dias são bons dias para sermos mais felizes e para fazermos os outros mais felizes. Se todos fizermos uma coisa, uma única coisa para gerar um sorriso nos outros, tudo vale a pena. E a maior parte das vezes, essas pequenas coisas não custam nada. Só basta querer.

Já fizeram alguém feliz hoje?