segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dia dos Avós

Não é por ser dia internacional dos avós que eu me lembro mais ou menos dos meus quatro avós. Lembro-me dos quatro todos os dias. Foram tão presentes na minha vida que eu sei perfeitamente que só sou hoje quem sou porque os tive. Ainda tenho a sorte de ter a minha avó, a mais presente e fulcral na minha educação, comigo e é sempre bom estar com ela e ouvir as histórias dela, por mais que eu já não me sente ao seu colo. Mas ouvi hoje que era Dia dos Avós e lembrei-me automaticamente da sorte que os meus filhos têm nos avós. Ainda agora passaram três semanas seguidas de férias juntos e por eles e pelos avós continuariam hoje, amanhã, depois, sempre. É comovente ver o amor que os meus filhos têm pelos meus pais e os meus pais pelos meus filhos. Se não há nada que chegue a uma mãe, também ninguém substitui uma avó, um avô. Eles deitam-se no chão a brincar com eles, eles vão à praia e fazem castelos e andam na água até ficarem com os ossos gelados de tão fria que está. Eles deitam-se à tarde para os miúdos descansarem, acordam de noite para ver se estão tapados e acham graça às mais caricatas traquinices. Dou por mim a ralhar com os meus filhos e com os meus pais a olharem para mim e a desvalorizarem o que eles fizeram. Têm tanta experiência, já viveram tanto, sabem tanto e há tanto tempo que estão habituados a dar tudo. Não é por ser dia internacional dos avós, é por eles serem os avós espectaculares que são: Obrigada Mãe, Obrigada Pai.

2 comentários:

Juliana Pires de Sousa disse...

Parabéns a todos os vovôs e vovós pelo seu dia!

Beijos

Sof Enes disse...

Faço minhas as tuas palavras... descreveste a relação que os meus filhos têm com os meus pais!!! A quem tenho muito que agradecer ;))